sábado, 26 de setembro de 2015

Invasões atrasam entrega de imóveis sociais em BH



Segundo a PBH, cerca de 2.500 famílias ocupam o terreno na região do Isidoro

A ocupação desordenada da Granja Werneck, na região Norte de Belo Horizonte, tem provocado uma espera ainda maior para a população que aguarda a construção de imóveis populares no local, dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”, segundo representantes dos núcleos de moradia da capital. Atualmente, 17 mil famílias cadastradas na Companhia Urbanizadora e de Habitação do município (Urbel) aguardam por uma moradia – algumas delas há mais de duas décadas.

Porém, a presença de ocupantes na área do Granja Werneck, de acordo com a prefeitura, impede a implantação de cerca de 13 mil unidades habitacionais populares. O impasse foi discutido dessa sexta (25), em reunião extraordinária do Conselho Municipal de Habitação.Participaram dos debates representantes de movimentos sociais e moradores dos núcleos organizados.

“Apesar de termos sido citados várias vezes pelos companheiros da ocupação como uma fila fictícia, que não existe, nós instituímos a política habitacional no município. A gente existe, sim, e tem a nossa forma de luta, garantida por meio de lei”, afirmou a representante do Movimento Popular do Conselho, Ednéia Aparecida de Souza

Impactos

Para Nereida Nogueira Santos, do Núcleo Habitacional Taquaril, a espera tem gerado angústia há quase 15 anos. “Moro de favor e em uma área de risco. Agora, a ocupação está tirando nosso direito. Não queremos também tirar o direito de ninguém, apenas garantir o nosso”, disse.

Segundo o presidente da Urbel, Genedempsey Bicalho, o encontro foi pedido pelos próprios coordenadores de núcleos para conhecer a realidade dos ocupantes da região do Isidoro. “Esta não foi uma reunião para debates nem tentativas de encontrar soluções, foi para conhecimento. A partir dele, cada um poderá se posicionar, continuando no núcleo ou participando de um movimento de ocupação”.

Tensão

Um dos momentos mais tensos da reunião ocorreu após a apresentação da conselheira Daniela Muradas, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo ela, na última quinta-feira, foram feitas denúncias de “indícios de irregularidade e de vício na cadeia dominial (direito de posse)” do terreno.

“Como conselheira, gostaria que fosse aberta uma sindicância, porque eu não quero que iludam os senhores. Quero que vocês tenham direito à moradia e à uma propriedade segura”.

Para o presidente da Urbel, no entanto, a fala de Daniela foi insensata. “Isso é leviandade, não tem outra palavra. Provocou um acirramento nos ânimos em cima de uma verdade até agora não comprovada. Tivemos reuniões no Ministério Público nas quais ele mostrou claramente que a questão dominial do terreno é tranquila, sem problema algum”, garante.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Anuncio de venda de barraco na invasão dandara

Conforme denuncia feira pela reportagem de O Tempo (post anterior), também na invasão dandara localizada entre os bairros Trevo e Céu Azul, é possível encontrar anúncios de venda de barracos nos sites olx e bomnegocio. Desde o inicio da invasão é comum depara com alguém vendendo seu barraco, mas essa agora de anunciar publicamente em sites de anúncios é novidade. Coo pode uma pessoa vender algo que não lhe pertence? 

Tal qual em outras invasões em Belo Horizonte e Contagem, etc., energia e água são de "graça" através de ligações clandestinas feitas pelos invasores. Observa-se sempre nestes locais, que o desperdício chega as beiras do absurdo, pois nota-se luzes acesas 24 horas por dia, instalação de comércios tais como serralherias e marmorarias etc etc, e o de água nem se fala pois escorre a céu aberto.







Barraco em ocupação é vendido com água e luz de graça na web


Imóvel de 40 m² custa R$ 1.500; vendedor assume que não mora no local e ‘vai lá de vez em quando’

Oferta. No site onde o barracão é oferecido, constam fotos e “as vantagens”, além de um telefone de contato

Vista geral da ocupação Willian Rosa, na avenida Severino Ballesteros




Por R$ 1.500 é possível comprar um barracão de 40 m² na ocupação Willian Rosa, montada na avenida Severino Ballesteros, em Contagem, na região metropolitana da capital, no terreno que pertence às Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas). E para fazer a compra nem é preciso sair de casa. Um anúncio publicado no site OLX, de comércio online, oferece o imóvel e ainda destaca os “benefícios”, como a possibilidade de receber posteriormente um apartamento do programa Minha Casa, Minha Vida e não pagar por água e luz, já que há ligações irregulares que garantem os serviços.
O dono do anúncio tem casa própria em outro local, diz que não dorme na ocupação e revela que para concretizar a negociação é preciso enganar até os líderes da ocupação. A reportagem de O TEMPO ligou para o responsável pelo anúncio e se passou por um interessado na compra do barracão. O dono do imóvel se identificou apenas como Marcos e disse que o negócio poderia trazer vantagens, mas que sempre havia risco. “Não vou te falar que não tem risco de a Polícia Militar tirar você do barracão no futuro. Mas é o risco que se corre para ter um imóvel por esse preço. É um investimento, porque o metro quadrado ali vale R$ 5.000”, conta. Mesmo apresentando um valor superestimado, ele afirma que pode vender o barracão até mais barato do que no anúncio de R$ 1.500.

Ele ainda explica que toda negociação teria que ser feita sem o conhecimento dos líderes da ocupação, que não permitem a venda dos terrenos. “Isso a gente tem que combinar. Se falar que eu estou te vendendo, eles não liberam. A gente tem que ir lá, eu falo com eles que cansei de esperar uma solução e que estou passando a minha vaga para você. Aí a gente tem que falar que você me pagou só R$ 300 das benfeitorias no terreno. O povo não pode ficar sabendo que tá tendo venda de imóvel lá”, diz.

Sem nenhum constrangimento, Marcos admite que não mora no barracão, mas alerta que se efetuasse a compra teria que dormir lá para garantir o lugar. “Eu já não durmo lá todo dia. Vou de vez em quando. Mas no início é bom que você durma lá sempre. É bom também sempre ajudar o povo que mora lá com doação de cesta básica, ajudar nas manifestações, para conseguir confiança”, explica.

De graça. Outro “atrativo” do imóvel seria o acesso à água e à energia elétrica sem precisar pagar conta. “Aqui, luz é garantida. Se a Cemig cortar a energia, nós fechamos a avenida até arrumar. Teve uma vez que queimou um transformador, e a Cemig não quis consertar. Nós fechamos a avenida e só liberamos depois de resolver o problema”.

A Cemig informou que em caso de ligações irregulares pode fazer o desligamento. A empresa ressalta que aqueles que fazem ligações clandestinas, além de estarem sujeitos a acidentes, também podem sofrer consequências judiciais.

Vanessa Portugal, uma das apoiadoras do movimento, afirma que essa é uma situação isolada e que não pode prejudicar a luta por moradia. “A gente orienta a todos que a venda é proibida e que não há posse do terreno”, afirmou.

Raio X

Início. A ocupação Willian Rosa começou no dia 12 de outubro de 2013, com 400 famílias invadindo um terreno da Ceasaminas durante a madrugada. Ela fica às margens da avenida Severino Ballesteros, em Contagem.

Crescimento. Poucos meses após a invasão, o número de famílias chegou a 3.800. Todas estão em barracos de madeira, já que até o momento nenhuma casa de alvenaria foi erguida. Em junho deste ano, os moradores tentaram ocupar outra parte do terreno, às margens da BR–040, mas desistiram, após não conseguirem fazer as ligações de energia. Segundo os coordenadores do movimento, a maioria das famílias está cadastrada no Minha
Casa, Minha Vida.

Saiba mais
Parada. Mesmo com a ordem de reintegração de posse já determinada pela Justiça, não há previsão para o cumprimento da medida. A CeasaMinas negocia a retirada pacífica.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Invasores de terrenos na Capital e Grande BH tem até carro. Com a lentidão da Justiça invasões proliferam...



A cadela “Boneca” é mansa e chega, devagar, para assuntar a conversa. Perto, uma horta com couve, quiabo, cana e banana recém-plantados. Ao lado, um fogão improvisado em um jirau. Tudo, no terreno de 200 m2 onde, há cerca de dois meses, Maria da Ajuda, o marido dela, José César, e o cunhado, Aguinaldo, dormem em uma barraca improvisada.

A família ocupa um dos milhares de lotes “demarcados” com fios de arame, plástico e garrafas pet em uma área gigantesca conhecida como “Fazenda da Baronesa”, no bairro de mesmo nome, em Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte.

Antes, o trio vivia no Conjunto Zilah Spozito, na zona Norte capital. “Mas, se Deus quiser, aqui construiremos nossa casinha”, disse Maria da Ajuda, enquanto comia arroz, feijão e frango em uma bacia.

Segundo uma das lideranças da comunidade, o terreno já tem, “oficialmente”, 2.079 lotes de 200 m2. Na lista de espera por uma desistência estariam 500 nomes.

De acordo com o líder, que se identificou apenas como “Zé”, a propriedade começou a ser invadida em 1º de junho. Desde então, o número de ocupantes, vindos de várias partes da região metropolitana, aumentou, e o grupo decidiu se organizar.

Uma “doação” de R$ 10 é pedida a cada família como “pagamento simbólico” para o advogado Felipe Nicolau, que representa a comunidade.


Motorizados
A maioria dos membros parece ser carente. Alguns dos invasores, porém, vão para o local de carro, para tomar conta dos “lotes”.

Na última quinta-feira (26), o Hoje em Dia esteve na “Fazenda da Baronesa” para checar a denúncia de que “lotes” estariam sendo vendidos ilegalmente por preços a partir de R$ 300.

“Quem pode pagar os R$ 10 paga, mas ninguém é obrigado. E não há venda de terreno aqui”, rebateu Zé. Em toda a extensão da área, no alto do morro e nas encostas, é possível ver os “terrenos”. A maioria tem uma placa escrita a mão, com o nome do “dono” e até o telefone. O “aviso” é para as pessoas que, a todo momento, chegam procurando um lugar.

É o caso de Heliton Gomes, de 35 anos, e Jessé Marques, de 30. Ambos pagam aluguel no Conjunto Felicidade, na zona Norte em BH, e na última quinta-feira (26) buscaram terras para ocupar na “fazenda”, em vão. “Vamos continuar tentando. Qualquer cantinho é melhor do que pagar aluguel”, diz Heliton.(Fonte: Jornal Hoje em Dias - Link da materia aqui))

O comércio de lotes em invasões proliferam em Belo Horizonte, até 2009 a PBH estava conseguindo urbanizar as favelas através do "Vila-Viva", mas após a invasão de um terreno na Pampulha, de propriedade da Construtora Modelo, e a morosidade da Justiça de Minas (TJMG) em dar a reintegração de posse aos legítimos proprietários, as invasões proliferaram em BH e Região Metropolitana. Há invasões no Barreiro, Pampulha, Ressaca em Contagem e agora na Granjas Werneck,,, e por trás disto sempre os mesmos líderes já citados aqui no blog...

 Na invasão dandara, na região da Pampulha, carros na garagem são vistos até em fotos no Google.



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Já invadiram o restante do terreno

Quanto mais a Justiça de Minas demora para opinar sobre o processo de reintegração de posse do terreno na pampulha de propriedade da Construtora Modelo, mais e mais aproveitadores da situação procuram se beneficiar do fato.

Agora, estão invadindo o resto do terreno que foi preservado por se tratar de área sujeita a enchentes devido a passagem de um córrego. Estão aterrando o declive as margens da Rua Horácio Terena Guimarães e, por incrível que pareça,  ficamos sabendo que estão vendendo lotes no local, (vide abaixo), quem será? Bom isto fica a cargo da Policia investigar...

Será que os lideres da invasão dandara estão levando vantagem com isto, ou serão outras pessoas aproveitadoras e sem um pingo de vergonha na cara?

Coitadas da população do entorno... que já sofre com falta de água, energia e saneamento...


Após a invasão o terreno ficou assim...


Nesta foto, vê - se um close de parte da área preservada...

Mais uma....

Do mesmo ângulo como esta agora após nova invasão... veja o tamanho da casa sendo levantada...

Muros estão sendo levantados... e lá se vai o restante do terreno...


terça-feira, 30 de julho de 2013

Invasao dandara

E triste ver o bairro onde moro do jeito que esta

E triste olhar para os postes de minha rua e ver tantas ligações clandestinas e você chegar em casa a noite e não poder tomar um banho quente porque seu chuveiro não funciona devido a estes “gatos”.

E triste olhar para um terreno onde seria urbanizado e construído um condômino de casas ser invadido e ficar cheio de barracos amontoados parecendo uma favela

E triste saber que travestidos de integrantes de movimentos sociais por moradia, a maioria das pessoas invasoras já possuírem casas em outras localidades.

E triste ver a pessoa se dizer sem-teto e ver em sua garagem um veiculo semi-novo.

E triste saber que em reunião com a PBH foi oferecido aos invasores apartamentos de 2 quartos (para quem realmente precisasse através de cadastro) e os mesmos sendo recusados, pois querem casas térreas de três quartos.

É triste ainda, ver esses movimentos populares totalmente politizados usarem pessoas simples para afrontar o governo e seus adversários políticos.

E triste ver esse movimento querer sensibilizar a população de BH causando transtornos como o fechamento da Av Afonso Pena e invasão do Gabinete do Prefeito na PBH...

Manifestações são legitimas isso é fato, mas desde que não prejudique a população e demais trabalhadores da cidade. temos que ir e vir e não ficarmos reféns de 50 pessoas...

O Blog




quarta-feira, 12 de junho de 2013

Informação

Para os mal informados e enganados que enchem a boca e dizem aos quatro cantos que o terreno invadido já lhes pertencem, segue abaixo ultima movimentação do processo no TJMG.
Nada decidido ainda...


NÚMERO TJMG: 002409545746-1 NUMERAÇÃO ÚNICA: 5457461-50.2009.8.13.0024
6ª FAZENDA ESTADUAL ATIVO APENSO


Classe: Reintegração / Manutenção de Posse
Assunto: CIVIL > Coisas > Posse > Esbulho / Turbação / Ameaça
Maço: VOLU
CS: -


Autor: CONSTRUTORA MODELO LTDA
Réu : MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA


Última(s) Movimentação(ões):

PUBLICADO DESPACHO VISTA ÀS PARTES EM 13/06/2013
PROFERIDO DESPACHO - CUMPRA-SE 07/06/2013
ATO ORDINATÓRIO MERO EXPEDIENTE 03/06/2013















sexta-feira, 31 de maio de 2013

os "Gatos" continuam e os problemas também...

Já há muito tempo que os moradores do entorno da invasão dandara convivem com os problemas dos "gatos" na rede de energia da CEMIG.

Enquanto a Justiça Mineira caminha a passos de tartaruga os espertos invasores a cada dia vão construindo mais e mais. Já vemos barracos construídos com 2 ou 3 pavimentos, e com isso a demanda de energia é maior sobrecarregando os transformadores que se auto-desligam a qualquer sobrecarga. os moradores da região que pagam religiosamente em dia suas contas é que pagam o pato.

Toda vez que um invasor sobe em um poste para fazer uma ligação clandestina "Gato" a energia cai e com isto a Cemig tem que ser acionada, isso pelos moradores que tem a ligação normal pois os invasores não tem como ligar pois não são cadastrados na CEMIG.

A demora tem sido grande. No final de semana passado os moradores ficaram mais de 12 horas sem energia com prejuízos de mantimentos em geladeira e sem poder tomar um banho quente com esse frio,

Os moradores do entorno já não sabem o que fazer. Quem acionar? A Prefeitura? A Justiça? O Procon? A policia?
"Gatos" Ocupaçãodandara
"Gatos" movimentodandara

domingo, 28 de abril de 2013

Mais um crime na invasãoo dandara


Crime ocorreu em obra dentro de comunidade em Venda Nova

Depois de reclamar do atraso na construção da casa onde iria morar com a sua mulher e a filha do casal, de 6 meses, um ajudante de pedreiro acabou assassinado, na última quarta-feira, na comunidade Dandara, no bairro Céu Azul, em Venda Nova, na região norte de Belo Horizonte.

Depois de três dias desaparecido, Fernando dos Santos Pereira, 26, foi encontrado na noite de anteontem, enterrado, nos fundos da obra. O principal suspeito do crime é o pedreiro Vanilson Monteiro de Almeida, 42, que continuava foragido até o fechamento desta edição.

Ainda abalada com o que aconteceu, a mulher da vítima, Cleide Aparecida Rosa, 36, disse que, na terça-feira, dia 23, o marido chegou a ter uma discussão com o pedreiro por causa de atrasos na obra. "Eu disse que não precisava brigar, que a gente arrumava outro pedreiro, mas ele não me ouviu", lembrou. Segundo ela, no dia seguinte, Pereira faltou ao trabalho para cuidar da obra.

Por volta de 23h de anteontem, o pai e o irmão de Cleide foram à obra e encontram o corpo do jovem concretado.

Após acionados pela família, os policiais estiveram na casa do suspeito. O irmão dele informou que ele havia juntado algumas roupas e saído, rapidamente, em viagem para o Rio de Janeiro. Pereira foi enterrado ontem. A polícia instaurou um inquérito para investigar o crime. (OTempo=BH)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Julgamento cancelado (adiado para data posterior)

De acordo com site do TJMG o julgamento do agravo de instrumento em decisão sobre a posse do terreno invadido na região da Pampulha e Céu Azul denominado "dandara" foi cancelado. Sendo assim, até o novo julgamento os invasores permanecem no terreno.

Enquanto isso a população do entorno continua sofrendo com os "gatos" de energia e de água da copasa, com roubos e tráfico de drogas à luz do dia etc etc.

Os moradores do entorno já não aguentam mais.

Em matérias e entrevistas a jornais a liderança dos invasores dizem que a invasão do terreno é organizada, com projeto "arquitetônico" premiado, que lá tem hortas comunitárias etc etc...

Uma tremenda balela pois o que se vê são barracos construídos a flor da terra sem alicerce algum e hortas nem pensar... é só ver pelo google ou passar nas ruas do entorno, que não existe nada disso. MENTIRA! Enganação...

Dizem que também preservam a natureza mais mentiras, pois dentro do terreno se viam várias arvores antes da invasão as quais foram todas derrubadas...

Para os de fora é fácil acreditar em papo furado...

De coitados eles não tem nada... Só um bando de aproveitadores...



Na rua sem pavimentação entre a garagem de ônibus e a escola fizeram um "gato" de água mal feito que está jorrando há mais de 7 meses!
 Isso é defender o Meio Ambiente???


Olha o perigo! Todo dia tem um mexendo nos postes.


Projeto "arquitetônico" premiado!


Urgente Invasores de terreno fazem manifestação as 3 da manha

os invasores de um terreno de 400 mil m² na região da Pampulha em Belo Horizonte, neste momento as 3:40h da madrugada, esta promovendo um buzinaço e com fogos de artificio, acordando toda a população do entorno. Pelo que se sabe vão em caminhada ate o TJMG,

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Irmãos são presos com mais de 900 pedras de crack no dandara

A Polícia Militar chegou até os suspeitos depois de receber uma denúncia anônima

Um casal de irmãos foram presos na tarde deste domingo com mais de 900 pedras de crack no Bairro Céu Azul (Invasão dandara), na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A dupla foi monitorada pela Polícia Militar que recebeu uma denúncia anônima sobre o tráfico de drogas na Rua Nelson Mandela. Ao ser presa, a mulher admitiu que vendia os entorpecentes por R$ 10.

Diante das informações de tráfico de drogas na região, a PM montou uma operação para tentar coibir a venda do material. Os militares ficaram monitorando os jovens, de 20 e 18 anos, que estavam atrás de uma escola na rua Nelson Mandela. Eles eram abordados constantemente por pessoas e as entregavam os entorpecentes.

Durante o monitoramento, Aline Alves Jorge saiu do local e seguiu até a Vila Bispo de Maura, também localizada na região. Cerca de 15 minutos depois, ela voltou com uma sacola verde e entregou para o irmão, Douglas Alves Jorge. O jovem foi até a casa deles, na Rua Camilo Torres, e enterrou os entorpecentes na residência vizinha. Logo após, retornou e voltou a vender as drogas.

Ao avistar os militares se aproximando, Aline arremessou uma lata no chão que contia cinco pedras de crack. Com ela também foram encontrados R$ 60 em dinheiro. Ao ser questionada, a mulher afirmou que comprou a droga com um adolescente na Vila e que vendia cada pedra por R$ 10. Ela também disse que a cada 10 drogas vendidas ganhava três.

Os irmão levaram os militares até a casa deles, onde foi encontrada a sacola com mais de 900 pedras de crack. A dupla foi presa em flagrante e encaminhada para a Delegacia de Venda Nova, juntamente com o material apreendido.(Estado de Minas)

Invasão dandara a mercê dos traficantes

Casal de irmãos é preso com 905 pedras de crack
Suspeitos tentaram despistar a polícia, enterrando a droga na casa dos pais
Suspeitos. Ao perceberem a movimentação da polícia, irmãos ainda tentaram enterrar a droga

Em pleno meio-dia de domingo (16/12), um casal de irmãos foi preso enquanto tentava vender 905 pedras de crack na Vila Dandara, no bairro Céu Azul, entre as regiões de Venda Nova e da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo informações do sargento Glayson, da Companhia Tático Móvel do 49º Batalhão da Polícia Militar (BPM), durante uma operação de combate ao tráfico de drogas na região, moradores da vila teriam afirmado que Aline Alves Jorge, 20, e Douglas Alves Jorge, 18, estariam atuando no tráfico da rua Nelson Mandela.

Assim, os militares começaram a observar a movimentação em frente a uma padaria. Ao perceber a ação da polícia, Aline teria jogado cinco porções da droga no chão. Além disso, segundo o sargento, Douglas havia recebido da irmã uma sacola com o restante da droga, enterrando os entorpecentes nos fundos da casa dos pais de ambos.

Os policiais abordaram os jovens, encontrando 905 pedras de crack. "No começo, eles negaram que a droga estava com eles, mas, depois, viram que não tinha jeito", disse o militar. Segundo ele, Aline vendia cada pedra por R$ 10 e, a cada dez que vendesse, poderia ficar com três.

USUÁRIO. "Ela não tem passagem pela polícia. Ele usa maconha e tem passagem por uso (de drogas) e outros crimes praticados quando era menor", contou o policial, que destacou que os pais dos autores estavam na casa. Eles afirmaram que desconheciam o envolvimento dos filhos com o tráfico de drogas.

O casal de irmãos foi encaminhado para a delegacia de plantão de Venda Nova.

Materia e fotos clique no link  (OTempo)BH

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Terra de ninguém... Moradores do entorno sofrem com quedas de energia, lixo e tudo o mais


Enquanto os advogados dos invasores protelam com recursos e agravos a decisão dos Desembargadores e Juízes  o terreno invadido denominado “dandara” virou “terra de ninguém”. Continua a todo o vapor a venda de partes do terreno pelos invasores e os “testas-de-ferro” que antes não davam as caras agora estão aos poucos aparecendo ante a demora da decisão judicial. Ficamos sabendo que em sua maioria os primeiros invasores já venderam seus “lotes”. Nota-se sempre caminhões de mudança chegando ou saindo... Se pegarem no processo que corre na justiça o cadastro dos primeiros invasores, não encontrará nem 30%... o resto já vendeu seus barracos e voltaram para suas residências anteriores...

Já se vê a construção de galpões no terreno (vide foto abaixo) numa nítida demonstração da descaracterização dos fins sociais da invasão que era a moradias para “os que precisavam”.



Ao longe, das ruas que circundam o terreno da para se ver verdadeiramente que o terreno foi invadido em sua maioria por pessoas que não precisam de uma residência para morar. Como uma pessoa de baixa renda e que não pode pagar um aluguel e nem entrar num financiamento imobiliário se dá ao luxo de ter um veiculo na garagem? Tem casa no terreno que da para ver três carros na porta, é ou não é um absurdo! E não me fale que é visitante ou coisa parecida, pois é notado sempre os mesmos carros e todos os dias.
Você acredita que ainda tem políticos que defendem estas pessoas? O que um votinho faz não é?




Estão invadindo o restante do terreno.

Uma área atrás da escola Manoel Costa, sujeita a inundações e com nascentes do córrego olhos d’água começou a ser invadida. Já nota-se a construção de vários barracos nas margens do córrego que também capta as águas pluviais vindas da parte alta do terreno.

A liderança dos invasores (diga-se mst, brigadas populares, cpt e apoiadores) que tanto falaram que ali seria sempre uma área de preservação permanente não está nem ai para estes fatos, quanto mais inchar o terreno de barracos melhor. Um absurdo! Pois daqui a algum tempo com o inicio das chuvas vão começar a reclamar da PBH dizendo que a mesma não faz nada! O certo é que estão procurando tragédia com as próprias mãos ou será que é o que querem para falar mal dos governantes...

Esta mesma liderança, que ensina a invadir terrenos particulares, não os ensinam a ter um mínimo de educação e salubridade. Todo o esgoto é jogado na rua. Fomos informados que alguns invasores tentaram abrir uma fossa no seu quintal mas foram obrigados a entupi-las imediatamente sob a ameaça de serem expulsos de seus “lotes”. Disseram que tem que jogar na rua mesmo pois assim as autoridades serão responsabilizadas...

As ruas estão cheias de lixo, e olhe que a coleta deles é todo o dia e não como as nossas 3 vezes por semana. Esgotos nas ruas, montes de terras de bota fora solicitados pelos invasores faz aniversario e deixando as ruas intransitáveis, fora o som alto dos butecos, biroscas e bocas que deixam nós moradores que precisamos de trabalhar, sem dormir ... etc etc.

Quanto aos "gatos" de energia continuamos sofrendo com os apagões, é só ventar um pouco mais ou chover que a energia vai embora devido aos curtos circuitos por causa das ligações clandestinas. Toda semana deparamos com pessoas mechendo nos fios conforme a foto abaixo. Água então nem se fala, tem uma rua perto da garagem que há vários meses tem um cano vazando água e ninguém conserta. Não pagam mesmo não é? Quanto a isso não há desculpa...


Isto é o que os moradores do entorno do terreno estão passando com essa invasão... Tomara que a Justiça seja feita e se os mesmos forem retirados os moradores do entorno não sentirão nada tal o transtorno que passam...



sábado, 21 de janeiro de 2012

Buteco tira sono dos moradores do entorno à invasao dandara

Um “buteco” nas confluências da Rua Geraldo Orozimbo com r. dos “quilombos” (batizada assim pelos invasores) vem infernizando diariamente a tranqüilidade dos moradores nas proximidades da mesma. Os freqüentadores gritam, fazem a maior algazarra e o som na maior altura.

Todos os dias - mais nos finais de semana -  um aparelho de som é ligado na maior altura e só é desligado lá para as três horas da madrugado. Não respeitam a lei do silencia e nem o sono alheio de quem precisa trabalhar no outro dia...

Os moradores vão pedir providencias à PM, para que dê batidas freqüentemente neste local,pois já não agüentam mais o barulho.

Fica ai a reclamação enviada pelos moradores da rua e já servindo de alerta para que os lideres da invasão tomem alguma providencia,,, isso não pode continuar assim...


ISTO É CONVIVER BEM COM OS MORADORES DO ENTORNO À INVASÃO???

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Mulher é morta dentro de casa do Acampamento Dandara, na Pampulha

Uma mulher, ainda não identificada, foi assassinada na manhã desta segunda-feira (2) no Acampamento Dandara, instalado no bairro Céu Azul, na região da Pampulha. De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi baleada dentro de casa.

A mulher apresentava marcas de tiros na região da cabeça.

A autoria e motivação do homicídio ainda são desconhecidas.

Na semana passada, uma menina, de 4 anos, e o pai dela, de 28, foram mortos a tiros no mesmo acampamento. A polícia investiga o crime, que pode ter sido motivado por vingança, já que a família das vítimas vinha sofrendo ameaças de morte e estava prestes a mudar do local.
Fonte OTEMPO


Correção:
Ao contrário do que havia sido informado pela Polícia Militar à reportagem do O TEMPO Online, a jovem que foi encontrada morta no dia 2 de janeiro no Acampamento Dandara, instalado no bairro Céu Azul, na região da Pampulha, foi vítima de pneumonia. Anteriormente, foi dito pela polícia que ela havia sido assassinada a tiros.
Poliana Júnia Pereira dos Santos estava com pneumonia e, no primeiro dia de 2012, foi medicada no Hospital Odilon Behrens, onde recebeu alta. Porém, já em casa, a jovem passou mal e familiares acionaram os agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
De acordo com a advogada Maria do Rosário de Oliveira, o Samu foi acionado às 04:50h, mas o atendimento só foi feito depois das 9h, quando Poliana já havia morrido.

ACREDITEMOS... você acredita?

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pai e filha são assassinados na invasao dandara

Tiago Andrade Teixeira de 28 anos, e sua filha, Iara Souza Andrade 4 anos, morreram depois de serem baleados em frente a casa onde moravam no Acampamento Dandara, no Bairro Céu Azul, região da Pampulha. Segundo a Polícia Militar, há alguns dias Tiago Andrade teria pedido que traficantes deixassem de vender drogas na frente de sua casa, na rua Radialista Geraldo Augusto, e que depois disso ele passou a ser ameaçado pelos criminosos.

Depois da intimidação, Tiago, sua esposa e os três filhos abandonaram a residência. Na noite desta quarta-feira ele voltou para a casa para buscar alguns pertences, junto com a filha. Ao chegar no local Tiago Andrade e Iara foram baleados pelos traficantes, que fugiram do local. Tiago morreu na hora e a filha chegou a ser socorrida, mas morreu no caminho do Hospital (estadodeminas)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Favela vai continuar até Abril...

É com grande descontentamento que informamos que a Reintegração de Posse da invasão dandara foi suspensa. 

Até 03/04/2012  teremos de aturar esse desrespeito, data em que foi marcada pelo Juiz da 6ª Vara da Fazenda de MG uma audiência de conciliação (porque tão longe???) conciliar mais o que???

De acordo com pesquisa no site do TJMG nos inteiramos de que os Defensores Públicos de MG conseguiram que o processo fosse levado para a 6ª Vara de Fazenda Publica de MG, mais especificamente a cargo do Juiz  Manoel dos Reis Morais, o mesmo que a tempos atrás publicou uma carta de apoio aos invasores (Veja teor Aqui).  


Pressionaram tanto que não houve como o Desembargador Tarcisio Martins segurar o processo no Juizado Cível onde é resolvido todos os processos de conflitos de posse etc e, conseguiram até que o mesmo fosse distribuído para um Juiz especifico, logo o da 6ª Vara, não poderia ser outro? Porque especificamente este Juiz e não um outro que não tivesse interesse no processo ou já não tivesse se manifestado antes?

Hoje, vemos no histórico do processo o seguinte:


Classe: Reintegração / Manutenção de Posse
Assunto: CIVIL > Coisas > Posse > Esbulho / Turbação / Ameaça
CS: -

Autor: CONSTRUTORA MODELO LTDA
Réu : MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA

Última(s) Movimentação(ões):

AUDIÊNCIA CONCILIAÇÃO DESIGNADA 14:00 JUIZ(A) TITULAR 19836 03/04/2012
REVOGADA DECISÃO ANTERIOR REINTEGRAÇÃO POSSE REINTEGRAÇÃO POSSE JUIZ(A) TITULAR 19836 16/12/2011
CONCLUSOS PARA DESPACHO/DECISÃO JUIZ(A) TITULAR 19836 12/12/2011

Com isto vamos ficar a merce dos invasores até abril do ano que vem. Vamos ficar sob o fogo cruzados dos traficantes e bandidos que vivem dentro do terreno invadido... Semana passada mataram outro dentro do terreno (ver no post anterior)... até quando....

Até quando vou ter que observar um sujeito todo o final de semana subir no poste a fazer gatos, e quando o mesmo engata os fios sobrecarrega a tensão e fogo saem pelas tomadas de minha casa? Quem vai me ressarcir os meus aparelhos queimados??? Essa semana a  placa-mãe de meu PC queimou... quem vai me pagar??? O Juiz??? o MST??? O líder dos invasores??? O Padre??? Quem???
O fazedor de gatos???

Uns os acham coitadinhos, mas em frente minha casa tem um invasor que tem dois carros, TV de 42" e tudo o mais...

Povo sem ética!!! Sem respeito!!! Destruidores!!!


Gente, o que vai ser deste País???
A Lei (Justiça) não está valendo de nada.
A propriedade não está valendo nada!!!
Ai que saudade dos tempos de outrora... Antes não aconteceria isto...
Invadiu o que não é seu??? Roubou???
Pau neles!!!!

FORA DANDARA!!!

PS.: Estou vendendo minha casa quem quer comprar???





sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Homem é morto a tiros dentro do Invasão Dandara

A Polícia Civil vai investigar a morte de um jovem, de 24 anos, assassinado a tiros, na noite dessa quarta-feira (7), dentro do acampamento de integrantes do movimento Dandara, no bairro Céu Azul, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo a PM, a vítima estava na esquina das ruas Geraldo Orozimbo com Quilombo, quando foi abordada pelo suspeito que atirou três vezes. O rapaz foi baledo no peito e na cabeça e morreu ainda no local.

De acordo com a polícia, o jovem teria passagem por tráfico de drogas e pode ter sido morto em um acerto de contas. Até às 7h, ninguém havia sido preso.

Outros crimesNo final de outubro, uma discussão entre moradores terminou com uma pessoa esfaqueada dentro do acampamento.

Segundo a Polícia Militar, depois de uma briga, um morador deu uma facada no braço da vítima. Ela foi levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) .

A Polícia foi chamada ao local e prendeu o suspeito.

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=137433

http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/12/08/interna_gerais,266361/jovem-e-morto-a-tiros-dentro-do-acampamento-dandara-na-pampulha.shtml

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

No aguardo do Dia "D" (Desocupação).

Os moradores do entorno do terreno invadido na Pampulha, denominado dandara pelos invasores, aguarda ansiosamente o dia "D". 
A reintegração de posse já foi dada à Construtora proprietária do terreno e o mandado de desocupação já foi expedido.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Justiça confirma Reintegração de Posse - dandara

O despacho do magistrado foi motivado por um pedido de reconsideração da ordem de desocupação. A reconsideração foi negada, pois os ocupantes não apresentaram qualquer elemento novo que permitisse a revisão da sentença já anteriormente proferida

Diante de um novo pedido de reconsideração referente ao mandado de Reintegração de Posse expedido anteriormente e da parte Ré (Ocupantes e lideres do MST) não terem apresentado fatos novos que carreassem à revisão da decisão, o Juiz da 20ª Vara Cível, confirmou o Mandado de Reintegração de Posse em favor dos Proprietários do terreno de 315 mil metros no Bairro Trevo / Céu Azul, na região da Pampulha em Belo Horizonte, invadido desde Abril de 2009 pelo MST, Brigadas Populares e simpatizantes.

Em sua decisão, o Juiz ainda citou a sua preocupação com a remoção das famílias com isto, determinado que às famílias seja dada assistência adequada pelo poder publico, bem como transporte de seus pertences e abrigo para os que não tiverem para onde ir.

Determinou também o apoio de contingente da PMMG para apoiar o cumprimento da reintegração de posse, recomendando respeito aos invasores sem o cometimento de excessos e para isso recomendou a solicitação de observadores sendo um representante da Cúria Metropolitana e um representante da OAB-MG. Recomendou também, que se comunique o fato ao Governo de MG, a Presidência da Republica e, a Prefeitura Municipal.

Como descrevemos acima, a desocupação da área e iminente e traz grande alivio a população do entorno que desde abril / 2009 vem sofrendo na pelo as agruras dessa invasão, uma vez que é obrigada a ficar calada mediante ameaças. Aqui quem pode se manifestar são somente os invasores pois se algum vizinho levantar a voz contra é imediatamente ameaçado.

Abaixo, publicamos na integra a decisão do MM Juiz da 20ª Vara Civel de BH e desde já pedindo a nossos leitores que no dia da reintegração de posse permaneçam em suas casas, não façam aglomerações e deixe quem de direito trabalhar (PM e os tratores)

Eis o despacho:

REINTEGRAÇÃO / MANUTENÇÃO DE POSSE

AUTOR: CONSTRUTORA MODELO LTDA;
RÉU: MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA


=> A parte ré comparece ao feito e requer a reconsideração da r. decisão a fls. 737/739 que determinou o cumprimento da liminar concedida a fls. 130/131. Como se fez registrar no r. despacho lançado a fls. 737/739 as tratativas de composição não lograram êxito, como também inexiste qualquer notícia nos autos de que a audiência realizada no último dia 20 de outubro junto ao Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública e Autarquia tenha chegado a bom termo.

Vejo que a parte ré não carreou ao feito qualquer elemento novo a permitir a revisão da decisão motivo pelo qual deixo de exercer o juízo de reconsideração requerido, no entanto, legitimamente, demonstra a parte ré sua preocupação com a realocação das famílias que hoje ocupam a área objeto da lide. Tenho que simultaneamente ao cumprimento da ordem de reintegração de posse confere ao poder público conceder às famílias que residem na área objeto da lide a assistência adequada, tanto no que diz respeito a concessão de abrigos, como transporte respectivos às pessoas e seus pertences, e, em virtude do grande número de pessoas que hoje ocupam a área, vejo que a tarefa de realocação das famílias deva ser compartilhado entre Município, Estado e União.

Lado outro, vejo que o Sr. T**************, Gerente da Gerência de Cumprimento de Mandados do Fórum Lafayette, em ofício dirigido a este Juízo juntado a fls. 769, requer o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais para cumprimento da ordem judicial haja vista a complexidade do ato, conforme fez registrar o Sr. Oficial de Justiça na certidão juntada a fls. 768. Necessário se faz a requisição de contingente policial objetivando a manutenção da ordem, obrigação afeta à Polícia Militar de Minas Gerais sendo a ela conferido diligenciar para, respeitado a dignidade da pessoa, da vida, da integridade física e moral de todos (mulheres e homens, crianças, idosos, adolescentes e adultos), assegurar o cumprimento da ordem judicial, não sendo recomendado o uso da força militar contra a sociedade civil.

Por fim, tenho ser de bom alvitre solicitar a observação de organismos independentes da sociedade civil visando acompanhar o cumprimento da ordem judicial, a qual estará bem assistida por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e da Cúria Metropolitana da Arquidiocese de Belo Horizonte. Ante o exposto, determino:

1 Expeça-se ordem ao Sr. Oficial de Justiça para que proceda ao cumprimento da r. decisão lançada a fls. 737/739, cientificando-o que deverá informar às pessoas indicadas pela OAB/MG e pela Cúria Metropolitana da Arquidiocese de Belo Horizonte, data e horário do cumprimento da ordem judicial;

2 Expeça-se ofício ao Sr. Governador do Estado de Minas Gerais requisitando a contingente policial respectivo com o fim de permitir o cumprimento da ordem judicial e solicitando sejam disponibilizados abrigos para os ocupantes do imóvel objeto da lide, bem como transportes respectivos;

3 Expeça-se ofício à Sra. Presidente da República Federativa do Brasil, e ao Prefeito Municipal de Belo Horizonte, solicitando sejam disponibilizados abrigos para os ocupantes do imóvel objeto da lide, bem como transportes respectivos.

4 Oficiar à Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de Belo Horizonte, e ao Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, para que indiquem observadores independentes para acompanharem o cumprimento da ordem, podendo os nomes serem informados por telefone, ramais (31) 3330-**** e (31) 3330-****. Adv - ALEXANDRE A.NASCENTES COELHO, PAULA ASSIS NASCENTES COELHO, MARCIA VALERIA DE CARVALHO FROIS RODRIGUES, TIBAGY SALLES OLIVEIRA, MARIA DO ROSARIO DE OLIVEIRA CARNEIRO, JOVIANO GABRIEL MAIA MAYER, LUIZ FERNANDO VASCONCELOS DE FREITAS, CLEIDE APARECIDA NEPOMUCENO.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Moradora vizinha a invasão dandara desabafa... cumpram logo a reintegração de posse

São movimentos como esse que "queimaram" o propósito real do MST, movimento que em sua origem tinha um objetivo justo e era aplaudido de pé pela nação, afinal toda manifestação de causa justa é bem vinda, pois o país só está como esta porque as pessoas se tornaram apáticas a fazer alguma coisa em prol do que querem, a gritar e exigir mudanças.

Mas o que revolta nesse alarde todo que essa ocupação dandara faz na mídia, é a mentira que promovem, declarações falsas de que este movimento é sério e só quer um teto, um pedaço de terra.

Como já foi repetido aqui inúmeras vezes, a maior parte senão um todo tem outros imóveis e eu falo por conhecimento, pois me queima a face saber que um parente meu, em toda sua ganância e falta de carater chegou ao cúmulo de vender um verdadeiro casarão num bairro vizinho só pra se aliar a "causa" e conseguir algo que julga provavelmente como um investimento melhor do que o que tinha, construindo no local comercio e residencia que só denunciam ainda mais o quanto o povo de lá não tem nada de necessitado. Quem passa fome e frio não tem verba pra construir nada além de um barraco de papelão ou lona.

Além disso, nós moradores do bairro somos obrigados a conviver com o medo constante de assaltos que só aumentaram na região depois da invasão e assistir na tv reportagens como as de ontem exibidas no Balanço Geral da TV Record, onde mulheres andaram fazendo a limpa em supermercados, lojas de departamento, etc e desovando os roubos no que chamaram de casas, advinha onde ??? ocupação dandara.

Em contrapartida, as bocas informadas do bairro espalham por aqui que, algumas poucas famílias de filhos pequenos e que talvez almejavam um teto já até saíram de lá, o que só nos faz concluir que o que povoa aquele terreno neste momento não passa de meliantes, arruaceiros, baderneiros e gente que com um olho maior que a barriga insistirá até o final, levando as últimas consequencias se for necessário, e na tentativa de levarem a menor que seja, fatia desse bolo que mesmo sem sabor, ainda é tão disputado.

Eu que tenho filho pequeno estudando nas proximidades, só posso desejar que retirem logo essas criaturas de lá pois trabalho arduamente para dar a meu filho uma educação mínima e considerável para que ele não venha justamente a se tornar algo assim na vida adulta. (Uma moradora do entorno)


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Reintegração de Posse: Ocupação Dandara - Invasores terão que sair



Juiz concede a Reintegração de Posse a Construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009.

Histórico
Desde abril de 2009 a população dos bairros Trevo, Céu Azul e Enseada das Garças convivem com a invasão de um terreno particular, de propriedade da Construtora Modelo. Terreno este com +/- 315.000 m², e que estava sendo preparado para a implantação de um empreendimento habitacional desde 2006, recebendo a Licença Previa de implantação da PBH no dia 08/11/2006 e publicada no DOM nº 2756 de 28/12/2006, processo nº 01-108688/06-03. 

Como o mesmo tinha uma área com nascentes e de preservação ambiental, a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) através da Secretaria do Meio Ambiente exigiu uma série de intervenções atrasando em anos o processo de implantação do empreendimento. No começo do ano de 2009 a Construtora começou as intervenções no terreno como levantamento topográfico e sondagens, sendo que neste período, no dia 09 de abril de 2009, foi surpreendida com a invasão do terreno, coordenada pelo MST e Brigadas Populares. 

No mesmo dia da invasão, a Construtora enviou um representante ao terreno com a finalidade de informar aos invasores que o terreno não era publico (de propriedade da Prefeitura, Estado ou Governo Federal), mas sim privado e de propriedade da Construtora comprovando com documentos e, que deveriam deixar o local. Como nesse dia era feriado (quinta feira santa), os invasores decidiram ficar no terreno até mesmo enfrentaram a força Policial pois sabiam que o TJ não funcionaria. Findo o feriado prolongado a construtora entrou com um processo de reintegração de posse no TJMG (processo nº 002409545746-1), sendo que a reintegração de posse foi expedida em 16/04/2009 , para ganhar tempo e postergar a iminente desocupação, os invasores entraram com um Mandado de Segurança já em 2ª instancia (Processo nº 1.0000.09.499331-8/000), o qual tramitou com inda e vinda de recursos ate 09/06/2010 quando foi denegada a segurança pela maioria dos Desembargadores da Corte Superior, ficando assim valendo o Mandado de reintegração de posse para a construtora. Novamente os invasores através de MST e Brigadas Populares entraram com agravos de instrumento, inclusive no STJ, sendo que perderam todos, culminando com o retorno do processo para o juizado da 20ª Vara Cível, para andamento no processo de reintegração de posse. 

Como é um processo relevante e por si polemico, antes de conceder a reintegração de posse, o Juiz convocou mais uma audiência para ao dia 20/07/2011, para ouvir as partes e tentar conciliar um acordo. 

Conforme Termo de Audiência, compareceram os representantes da Construtora Modelo através de seus Proprietários e Advogados, os representantes do MST e das Brigadas Populares e seus Advogados, três moradoras do terreno, um representante do Governador do Estado e inclusive um representante do Governo Federal através do Ministério das Cidades. 

Nesta audiência, a Construtora Modelo fez a proposta de separar uma parte do terreno para a construção de moradias para pessoas carentes através do programa Minha Casa Minha Vida, que atenderia cerca de 450 famílias, como também, a construtora propôs construir outras moradias visando atender os também anseios dos ocupantes do terreno, porem, em outra região mais distante em Belo Horizonte. 

Diante das propostas apresentadas, perante Juízo, ficou decidido que: 

· Os representantes dos invasores (MST e Brigadas Populares) deveriam juntar ao processo uma lista com o cadastro detalhado dos ocupantes do terreno contendo o nº do NIS (Numero de Identificação Social que é dado a pessoas carentes de fato e que recebem o Bolsa Família) de cada um ate o dia 27/07/2011, bem como levar aos ocupantes a proposta da construtora de construção dos apartamentos; 

· A construtora deveria também, em uma reunião com os representantes dos invasores, a apresentar o projeto arquitetônico e de implantação dos apartamentos a serem construídos na parte do terreno destinada aos mesmos.(Projetos e perspectivas abaixo). 

Isto posto, as partes se comprometeram em Juízo a se reunirem no dia 06/08/2011 para a implementação das propostas acima. 

Nesta reunião, compareceram os representantes da construtora através de seus proprietários, arquiteto e advogado; e do “MST” através de seu advogado, arquitetos do movimento e representantes. (Fotos abaixo) 



Iniciadas as discussões, a construtora cumpriu o prometido levando a reunião os projetos da construção dos apartamentos inclusive demonstrações em vídeo de como ficaria os apartamentos no local destinado aos mesmos. 

Abaixo reproduzimos parte do projeto e parte da planta baixa do empreendimento, bem como perspectiva de como ficaria os apartamentos no local a ser destinado aos ocupantes do terreno 

Planta do terreno com especificação de onde seria construído os apartamentos.


Planta baixa da configuração dos apartamentos.

Perspectiva de como ficariam os prédios

Neste ínterim, os representantes do "movimento" apresentaram outra proposta: de permanecerem no terreno e que a empresa construísse as moradias (casas) para os mesmos em metade do terreno e, após em outra metade, sendo que neste intervalo os mesmos ficariam dentro do terreno em barracas de lonas, proposta esta considerada inviável pela construtora. 

A empresa solicitou então aos mesmos que se manifestassem acerca da desocupação espontânea do local para inicio das obras de construção, sendo isto objeto inegociável. Convém informar, que os representantes do "movimento" não anexaram aos autos o cadastro com a relação dos moradores do local como solicitado pelo MM Juiz. Será porque??? Imaginam???

Mediante o exposto, no dia 27/09/2011 o Juiz da 20ª Vara Civel de BH concluiu ao autos e proferiu sua sentença, que algumas partes descrevemos: 

Decidiu o Juiz:

“... as tratativas de composição não lograram êxito, tendo a parte Autora ofertado novo projeto de moradia para o local e em município da região metropolitana as quais atenderia grande parte dos ocupantes do terreno, propostas estas que não foram aceitas pelo Réu que nem mesmo cumpriu com o compromisso assumido na audiência realizada no dia 20.07 11...(Que foi apresentar o cadastro com a relação de ocupantes do terreno)... "

"..É importante registrar que os projetos propostos pela Requerente estavam revestidos do caráter de impessoalidade, já que eram direcionados a todos os ocupantes da área, os quais deveriam apenas atender aos requisitos prescritos no Programa de Moradia Popular "Minha Casa, Minha Vida... "

"...Lado outro, tendo em vista a denegação do Mandado de Segurança impetrado pelo Réu a fim de revogar a liminar deferida nestes autos, apos indeferimento do efeito suspensivo ao agravo de instrumento interposto, tenho que não ha motivos para se postergar o cumprimento da liminar deferida nestes autos... "

"... Expeça-se mandado de reintegração de posse da área objeto desta ação, a ser cumprido no endereço declinado da inicial .... "
-x-

O mandado foi expedido no dia 10/10/2011 e remetido a central de mandados a serem cumpridos... 

Cabe nos esclarecer, também, que neste tipo de invasão não há pagamento de indenizações,uma vez que os proprietários a reclamaram no mesmo dia, cabendo assim aos invasores a conta do risco, uma vez sabedores que o terreno é particular. 

Senhoras e senhores leitores, reiteramos aqui que a construtora tentou de todas as maneiras negociar com os invasores e, foi até muito condescendente ofertando parte do terreno para os mesmos, coisa que não precisaria pois provou mediante documentos que é a real proprietária. 

Quanto ao cumprimento de sua função social, temos que não se aplica ao terreno, pois o mesmo já estava destinado há muito à instalação de empreendimento habitacional, só não estando em plena atividade de construção devido aos empecilhos burocráticos da Prefeitura. 

Quanto ao débito de IPTU que tanto alardeiam , para justificar a invasão, foi constatado que o que a construtora deve esta parcelado e com pagamento em dia. Há um debito de alguns anos, não todos como falam, que a empresa vem tentando um desconto junto a prefeitura, uma vez que a mesma atrasou por muito tempo a construção do empreendimento ficando as obras paradas, nada mais justo. 

Esperamos que com esta postagem, venhamos a esclarecer a população, que esta invasão tem o caráter meramente político, onde alguns procuram se promover as custas de uns poucos e, a maioria dos invasores procuram tirar proveito financeiro da ocasião pois, já foi constatado que em sua maior parte possuem moradias  e outros bens em outro bairro de Belo Horizonte, Neves e região Metropolitana.

Então, que venha a desocupação Já!


domingo, 16 de outubro de 2011

Juiz concede a Reintegração de Posse para construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009 - Invasores do dandara terão que sair.


Juiz concede a Reintegração de Posse a Construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009.

Histórico
Desde abril de 2009 a população dos bairros Trevo, Céu Azul e Enseada das Garças convivem com a invasão de um terreno particular, de propriedade da Construtora Modelo. Terreno este com +/- 315.000 m², e que estava sendo preparado para a implantação de um empreendimento habitacional desde 2006, recebendo a Licença Previa de implantação da PBH no dia 08/11/2006 e publicada no DOM nº 2756 de 28/12/2006, processo nº 01-108688/06-03. 

Como o mesmo tinha uma área com nascentes e de preservação ambiental, a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) através da Secretaria do Meio Ambiente exigiu uma série de intervenções atrasando em anos o processo de implantação do empreendimento. No começo do ano de 2009 a Construtora começou as intervenções no terreno como levantamento topográfico e sondagens, sendo que neste período, no dia 09 de abril de 2009, foi surpreendida com a invasão do terreno, coordenada pelo MST e Brigadas Populares. 

No mesmo dia da invasão, a Construtora enviou um representante ao terreno com a finalidade de informar aos invasores que o terreno não era publico (de propriedade da Prefeitura, Estado ou Governo Federal), mas sim privado e de propriedade da Construtora comprovando com documentos e, que deveriam deixar o local. Como nesse dia era feriado (quinta feira santa), os invasores decidiram ficar no terreno até mesmo enfrentaram a força Policial pois sabiam que o TJ não funcionaria. Findo o feriado prolongado a construtora entrou com um processo de reintegração de posse no TJMG (processo nº 002409545746-1), sendo que a reintegração de posse foi expedida em 16/04/2009 , para ganhar tempo e postergar a iminente desocupação, os invasores entraram com um Mandado de Segurança já em 2ª instancia (Processo nº 1.0000.09.499331-8/000), o qual tramitou com inda e vinda de recursos ate 09/06/2010 quando foi denegada a segurança pela maioria dos Desembargadores da Corte Superior, ficando assim valendo o Mandado de reintegração de posse para a construtora. Novamente os invasores através de MST e Brigadas Populares entraram com agravos de instrumento, inclusive no STJ, sendo que perderam todos, culminando com o retorno do processo para o juizado da 20ª Vara Cível, para andamento no processo de reintegração de posse. 

Como é um processo relevante e por si polemico, antes de conceder a reintegração de posse, o Juiz convocou mais uma audiência para ao dia 20/07/2011, para ouvir as partes e tentar conciliar um acordo. 

Conforme Termo de Audiência, compareceram os representantes da Construtora Modelo através de seus Proprietários e Advogados, os representantes do MST e das Brigadas Populares e seus Advogados, três moradoras do terreno, um representante do Governador do Estado e inclusive um representante do Governo Federal através do Ministério das Cidades. 

Nesta audiência, a Construtora Modelo fez a proposta de separar uma parte do terreno para a construção de moradias para pessoas carentes através do programa Minha Casa Minha Vida, que atenderia cerca de 450 famílias, como também, a construtora propôs construir outras moradias visando atender os também anseios dos ocupantes do terreno, porem, em outra região mais distante em Belo Horizonte. 

Diante das propostas apresentadas, perante Juízo, ficou decidido que: 

· Os representantes dos invasores (MST e Brigadas Populares) deveriam juntar ao processo uma lista com o cadastro detalhado dos ocupantes do terreno contendo o nº do NIS (Numero de Identificação Social que é dado a pessoas carentes de fato e que recebem o Bolsa Família) de cada um ate o dia 27/07/2011, bem como levar aos ocupantes a proposta da construtora de construção dos apartamentos; 

· A construtora deveria também, em uma reunião com os representantes dos invasores, a apresentar o projeto arquitetônico e de implantação dos apartamentos a serem construídos na parte do terreno destinada aos mesmos.(Projetos e perspectivas abaixo). 

Isto posto, as partes se comprometeram em Juízo a se reunirem no dia 06/08/2011 para a implementação das propostas acima. 

Nesta reunião, compareceram os representantes da construtora através de seus proprietários, arquiteto e advogado; e do “MST” através de seu advogado, arquitetos do movimento e representantes. (Fotos abaixo) 



Iniciadas as discussões, a construtora cumpriu o prometido levando a reunião os projetos da construção dos apartamentos inclusive demonstrações em vídeo de como ficaria os apartamentos no local destinado aos mesmos. 

Abaixo reproduzimos parte do projeto e parte da planta baixa do empreendimento, bem como perspectiva de como ficaria os apartamentos no local a ser destinado aos ocupantes do terreno 

Planta do terreno com especificação de onde seria construído os apartamentos.


Planta baixa da configuração dos apartamentos.

Perspectiva de como ficariam os prédios

Neste ínterim, os representantes do "movimento" apresentaram outra proposta: de permanecerem no terreno e que a empresa construísse as moradias (casas) para os mesmos em metade do terreno e, após em outra metade, sendo que neste intervalo os mesmos ficariam dentro do terreno em barracas de lonas, proposta esta considerada inviável pela construtora. 

A empresa solicitou então aos mesmos que se manifestassem acerca da desocupação espontânea do local para inicio das obras de construção, sendo isto objeto inegociável. Convém informar, que os representantes do "movimento" não anexaram aos autos o cadastro com a relação dos moradores do local como solicitado pelo MM Juiz. Será porque??? Imaginam???

Mediante o exposto, no dia 27/09/2011 o Juiz da 20ª Vara Civel de BH concluiu ao autos e proferiu sua sentença, que algumas partes descrevemos: 

Decidiu o Juiz:

“... as tratativas de composição não lograram êxito, tendo a parte Autora ofertado novo projeto de moradia para o local e em município da região metropolitana as quais atenderia grande parte dos ocupantes do terreno, propostas estas que não foram aceitas pelo Réu que nem mesmo cumpriu com o compromisso assumido na audiência realizada no dia 20.07 11...(Que foi apresentar o cadastro com a relação de ocupantes do terreno)... "

"..É importante registrar que os projetos propostos pela Requerente estavam revestidos do caráter de impessoalidade, já que eram direcionados a todos os ocupantes da área, os quais deveriam apenas atender aos requisitos prescritos no Programa de Moradia Popular "Minha Casa, Minha Vida... "

"...Lado outro, tendo em vista a denegação do Mandado de Segurança impetrado pelo Réu a fim de revogar a liminar deferida nestes autos, apos indeferimento do efeito suspensivo ao agravo de instrumento interposto, tenho que não ha motivos para se postergar o cumprimento da liminar deferida nestes autos... "

"... Expeça-se mandado de reintegração de posse da área objeto desta ação, a ser cumprido no endereço declinado da inicial .... "
-x-

O mandado foi expedido no dia 10/10/2011 e remetido a central de mandados a serem cumpridos... 

Cabe nos esclarecer, também, que neste tipo de invasão não há pagamento de indenizações,uma vez que os proprietários a reclamaram no mesmo dia, cabendo assim aos invasores a conta do risco, uma vez sabedores que o terreno é particular. 

Senhoras e senhores leitores, reiteramos aqui que a construtora tentou de todas as maneiras negociar com os invasores e, foi até muito condescendente ofertando parte do terreno para os mesmos, coisa que não precisaria pois provou mediante documentos que é a real proprietária. 

Quanto ao cumprimento de sua função social, temos que não se aplica ao terreno, pois o mesmo já estava destinado há muito à instalação de empreendimento habitacional, só não estando em plena atividade de construção devido aos empecilhos burocráticos da Prefeitura. 

Quanto ao débito de IPTU que tanto alardeiam , para justificar a invasão, foi constatado que o que a construtora deve esta parcelado e com pagamento em dia. Há um debito de alguns anos, não todos como falam, que a empresa vem tentando um desconto junto a prefeitura, uma vez que a mesma atrasou por muito tempo a construção do empreendimento ficando as obras paradas, nada mais justo. 

Esperamos que com esta postagem, venhamos a esclarecer a população, que esta invasão tem o caráter meramente político, onde alguns procuram se promover as custas de uns poucos e, a maioria dos invasores procuram tirar proveito financeiro da ocasião pois, já foi constatado que em sua maior parte possuem moradias  e outros bens em outro bairro de Belo Horizonte, Neves e região Metropolitana.

Então, que venha a desocupação Já!



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Area restante do terreno aos poucos tambem esta sendo invadida





Enquanto a Justiça não é feita e tudo fica na fase de liminares e recursos para lá e para cá, os aproveitadores fazem a festa.


Já se apossaram do pedaço que restava do terreno invadido. Já abriram rua, roçaram e demarcaram em lotes...daqui a pouco começam também a vender, como já fazem na área invadida...


E a gente só olhando sem poder fazer nada...


Na próxima postagem publico as fotos de como está a degradação da área...

abraço a todos...

O Blog

Tags.: invasao dandara, ocupaçao dandara, construtora modelo, mst, brigadas populares, terreno na pampulha, ceu azul, trevo, 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mais um crime em dandara, até quando teremos que conviver com isto?

Homem é morto com cinco tiros em rua do bairro Céu Azul


Um homem de 31 anos foi assassinado no início da madrugada deste domingo (7) no bairro Céu Azul, na região de Venda Nova. De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi localizada caída em uma rua da região. (O Jornal omitiu a localização do fato que foi dentro do terreno invadido denominado dandara).

Segundo os militares do 49º batalhão, o homem apresentava marcas de cinco tiros, sendo na coxa, nuca, orelha, costas e abdômen. (Os estampidos foram ouvidos por moradores da região por volta da 01:00h da madrugada de domingo).

Conforme a PM, foi encontrada uma faca ao lado do corpo, mas a motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas. (vide postagem anterior)

Após o trabalho da perícia, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte.
(FontePortalOTempo)

sábado, 30 de julho de 2011

Drogas: Começou a disputa pela área

Um jovem que fazia parte do programa de proteção às testemunhas foi assassinado no Bairro Céu Azul no terreno invadido denominado invasão dandara, em Belo Horizonte.






quarta-feira, 6 de julho de 2011

Esclarecimentos da Construtora Modelo sobre a Invasão e Resultados da Audi~encia de ontem.

Publicamos abaixo, na íntegra, o release enviado pela Construtora com esclarecimentos ao nosso Blog e aos nossos leitores, ou seja, a nós moradores, que somos os mais sacrificados com esse absurdo que é essa invasão denominada dandara.

Assunto: Ocupação de Terreno no Bairro Trevo

Fato: Audiência realizada na 20a.Vara Cível do TJMG, na data de 5/7/11, 14h

Construtora Modelo é proprietária do terreno de 315.000m² no Bairro Trevo, conforme escrituras públicas lavradas e registradas em 1998.

Etapa básica para se aprovar projetos de edificações é o parcelamento do solo, processo dado entrada na Prefeitura de Belo Horizonte ainda em 1998 e hoje concluído. Nessa fase foram necessários inúmeros projetos especializados, como de drenagem, terraplenagem, greides e galerias, água, esgoto, pavimentação, paisagismo, sinalização, impacto ambiental, impacto urbano, etc. Vinte e oito engenheiros civis, arquitetos urbanistas, engenheiros ambientais, sociólogo, geólogo, bióloga, agrimensor e profissionais de diversas outras especializações atuaram nessa fase do parcelamento, sempre interagindo com diversos técnicos da Prefeitura e de outros órgãos públicos.

Em Abril de 2009 o terreno foi invadido na tentativa de lá estabelecerem uma comunidade.

A Construtora Modelo buscou os caminhos da Justiça e, em Junho de 2010, teve seus direitos reconhecidos por 22 votos a 1 pela Corte Superior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, confirmando a propriedade e determinando a sua reintegração na posse do terreno, fato acontecido há mais de um ano.

A decisão judicial da Corte Superior, seguindo os trâmites normais, seguiu para o Juiz da 20ª Vara Cível para ser então cumprida. O MM. Juiz entendeu prudente, na precedência da expedição do efetivo mandado de reintegração de posse, realizar uma Audiência, esta ocorrida no dia 5 de Julho, de forma a que todas as autoridades pudessem ter conhecimento dos fatos.

Na mencionada audiência o MM. Juiz decidiu pela realização de nova audiência, esta marcada para o dia 04/8, mais uma vez, acreditamos, no intuito de reforçar o conhecimento das autoridades públicas, especialmente do Ministério das Cidades, então representado.

Construtora Modelo mais uma vez espera e acredita que, passada tal audiência, seja finalmente cumprida a decisão judicial, expedindo-se o necessário Mandado de Reintegração de Posse e assegurado o seu cumprimento junto às autoridades policiais.

A ocupação ofende a Lei de uma forma geral e especialmente o direito de propriedade e, ainda, os inúmeros critérios da Lei de Uso e Ocupação do Solo de Belo Horizonte, não havendo possibilidade de aproveitamento de quaisquer das obras e serviços lá precariamente realizados, pois afrontam as posturas da municipalidade.

Construtora Modelo espera essas ações para imediatamente protocolar na Prefeitura e em seguida na CAIXA os projetos arquitetônicos de, além de bonito, um muito bem estruturado empreendimento residencial, com observância rigorosa dos critérios legais e dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, onde serão contemplados os mais modernos aspectos de urbanização e meio ambiente, para melhor qualidade de vida dos futuros adquirentes e dos moradores dos bairros vizinhos.

(Release enviado pelo Depto. Jurídico - Construtora Modelo)