Quanto aos "gatos" de energia continuamos sofrendo com os apagões, é só ventar um pouco mais ou chover que a energia vai embora devido aos curtos circuitos por causa das ligações clandestinas. Toda semana deparamos com pessoas mechendo nos fios conforme a foto abaixo. Água então nem se fala, tem uma rua perto da garagem que há vários meses tem um cano vazando água e ninguém conserta. Não pagam mesmo não é? Quanto a isso não há desculpa...
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Terra de ninguém... Moradores do entorno sofrem com quedas de energia, lixo e tudo o mais
Quanto aos "gatos" de energia continuamos sofrendo com os apagões, é só ventar um pouco mais ou chover que a energia vai embora devido aos curtos circuitos por causa das ligações clandestinas. Toda semana deparamos com pessoas mechendo nos fios conforme a foto abaixo. Água então nem se fala, tem uma rua perto da garagem que há vários meses tem um cano vazando água e ninguém conserta. Não pagam mesmo não é? Quanto a isso não há desculpa...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A Favela vai continuar até Abril...
Até 03/04/2012 teremos de aturar esse desrespeito, data em que foi marcada pelo Juiz da 6ª Vara da Fazenda de MG uma audiência de conciliação (porque tão longe???) conciliar mais o que???
De acordo com pesquisa no site do TJMG nos inteiramos de que os Defensores Públicos de MG conseguiram que o processo fosse levado para a 6ª Vara de Fazenda Publica de MG, mais especificamente a cargo do Juiz Manoel dos Reis Morais, o mesmo que a tempos atrás publicou uma carta de apoio aos invasores (Veja teor Aqui).
Pressionaram tanto que não houve como o Desembargador Tarcisio Martins segurar o processo no Juizado Cível onde é resolvido todos os processos de conflitos de posse etc e, conseguiram até que o mesmo fosse distribuído para um Juiz especifico, logo o da 6ª Vara, não poderia ser outro? Porque especificamente este Juiz e não um outro que não tivesse interesse no processo ou já não tivesse se manifestado antes?
Hoje, vemos no histórico do processo o seguinte:
Classe: Reintegração / Manutenção de Posse
Assunto: CIVIL > Coisas > Posse > Esbulho / Turbação / Ameaça
CS: -
Autor: CONSTRUTORA MODELO LTDA
Réu : MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA
Última(s) Movimentação(ões):
AUDIÊNCIA CONCILIAÇÃO DESIGNADA 14:00 JUIZ(A) TITULAR 19836 03/04/2012
REVOGADA DECISÃO ANTERIOR REINTEGRAÇÃO POSSE REINTEGRAÇÃO POSSE JUIZ(A) TITULAR 19836 16/12/2011
CONCLUSOS PARA DESPACHO/DECISÃO JUIZ(A) TITULAR 19836 12/12/2011
Com isto vamos ficar a merce dos invasores até abril do ano que vem. Vamos ficar sob o fogo cruzados dos traficantes e bandidos que vivem dentro do terreno invadido... Semana passada mataram outro dentro do terreno (ver no post anterior)... até quando....
Até quando vou ter que observar um sujeito todo o final de semana subir no poste a fazer gatos, e quando o mesmo engata os fios sobrecarrega a tensão e fogo saem pelas tomadas de minha casa? Quem vai me ressarcir os meus aparelhos queimados??? Essa semana a placa-mãe de meu PC queimou... quem vai me pagar??? O Juiz??? o MST??? O líder dos invasores??? O Padre??? Quem???
O fazedor de gatos???
Uns os acham coitadinhos, mas em frente minha casa tem um invasor que tem dois carros, TV de 42" e tudo o mais...
Povo sem ética!!! Sem respeito!!! Destruidores!!!
Gente, o que vai ser deste País???
A Lei (Justiça) não está valendo de nada.
A propriedade não está valendo nada!!!
Ai que saudade dos tempos de outrora... Antes não aconteceria isto...
Invadiu o que não é seu??? Roubou???
Pau neles!!!!
FORA DANDARA!!!
PS.: Estou vendendo minha casa quem quer comprar???
domingo, 13 de março de 2011
Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil (Jornal O Tempo-BH)
Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil (Jornal O Tempo-BH)
Publicado no Jornal OTEMPO em 13/03/2011
MAGALI SIMONE - Especial para O TEMPO
O secretário da Regional Pampulha, Osmando Pereira, é taxativo. A ocupação do terreno na Pampulha pelos sem-teto do assentamento Dandara causou um crime ambiental irreparável em Belo Horizonte.
De acordo com Pereira, para abrir espaço para as ruas, loteamentos e erguer suas moradias, as 887 famílias abrigadas no local cortaram árvores e destruíram todas as nascentes que existiam no local.
"É uma perda irreparável. Denunciamos aos órgãos ambientais. O caso está sendo discutido na Justiça. Mas é preciso que a decisão seja mais rápida. Senão, a tendência é essa degradação piorar ainda mais", explicou Pereira.
De acordo com Márcia Frois, advogada da Construtora Modelo, o terreno só não foi ocupado pela empresa há dez anos, época em que foi adquirido, por causa da morosidade do processo necessário para a expedição do alvará que permitiria a construção do conjunto habitacional no bairro planejado pelos empreendedores.
"Para construir esse conjunto, teríamos que preservar as nascentes e preservar também pelo menos 40% das árvores nativas. Chegamos a denunciar o caso aos órgãos ambientais. Mas, agora, teremos que fazer um estudo para definir como recuperar a área", afirmou Márcia. (MSi)
Vizinhos ameaçados por moradores da ocupação
Quem mora nas ruas vizinhas ao assentamento Dandara, no bairro Trevo, Pampulha, sofre com a falta de iluminação pública, lixo e invasão de pragas como ratos e baratas. Além disso, a comunidade enfrenta o aumento da sensação de insegurança. "Os postes não funcionam na minha rua. Se eu ligar dois aparelhos ao mesmo tempo, a luz cai. E, quando eu reclamo, sou ameaçada. Já me contaram que tem uma mulher lá do Dandara querendo me pegar na rua", contou uma moradora.
Ela não quis revelar sua identidade com medo de represálias dos invasores. Outro morador disse já ter tido a casa invadida duas vezes. "Roubaram até o botijão de gás. Investi R$ 50 mil na casa própria e, agora, vivo um pesadelo." (Msi)
ULTIMATO
Líderes rejeitam desocupação
sábado, 17 de julho de 2010
Crônica de uma morte anunciada. degradação do meio ambiente na invasão dandara.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Novo Julgamento
Esperamos que agora a votação não seja obstruida né?
Última(s) Movimentação(ões):
Autos reincluídos na pauta de julgamento de 09/06/2010
Deliberação em sessão 26/05/2010 Adiado o julgamento Adiado pela ausência justificada do Des. Alexandre Victor de Carvalho. Assistiu a Dra. Márcia Fróis, pela litisconsorte Construtora Modelo.
Remetidos os autos ao Desembargador 20/05/2010 Alexandre Victor de Carvalho
quarta-feira, 12 de maio de 2010
É Hoje
Última(s) Movimentação(ões):
Autos reincluídos na pauta de julgamento de 12/05/2010
Remetidos os autos ao Desembargador 27/04/2010 Alexandre Victor de Carvalho
Deliberação em sessão 14/04/2010 Pedido de vista do Des. Alexandre Victor de Carvalho. Votaram denegando a segurança os Des. Nepomuceno Silva, Belizário de Lacerda, Paulo Cézar Dias, e em adiantamento de voto, Antônio Armando dos Anjos, Alvim Soares, Antônio Carlos Cruvinel, Geraldo Augusto, Caetano Levi Lopes, Ernane Fidélis, Duarte de Paula, Armando Freire e Selma Marques. Sustentou o Dr. Fábio Alves dos Santos, pelas impetrantes e Dr. Tibagy Salles Oliveira, pelo litisconsorte
Prezados o linka abaixo os levará à pagina do TJMG com referencia ao processo:
http://www.tjmg.jus.br/juridico/sf/proc_complemento2.jsp?listaProcessos=10000094993318000
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Invasao Dandara e a demora da justiça, enquanto isso...
Desde 09/04/09, convivemos com a baderna que o MST, Brigadas Populares e Cia, instauraram na região: assaltos, invasões de domicílios, intimidações e ameaças, perturbação da ordem e demais delitos, sendo que até agora o TJMG não definiu a reintegração de posse do terreno.
Aos moradores, apreensivos e encurralados, resta a reclusão dentro de suas casas, pois nem mesmo podem sair das mesmas. Alguns deixaram até de trabalhar devido ao medo de seus bens serem saqueados.
Vemos claramente o interesse comercial na invasão, pois sabemos que a maioria dos invasores, possuem suas próprias residências e até bens como, automóveis e empresas comerciais, inclusive num depoimento de um membro do MST em seu Blog, que o interesse também do MST é instalar uma base no terreno invadido. Agora é que percebemos porque eles não dividiram o terreno todo, deixando umas partes inabitadas, ou seja, interesses próprios.
O processo de reintegração de posse corre a passos de tartaruga no STJ. Sabemos que os invasores já perderam na primeira e segunda instancia e recorreram ao STJ e, no vai e vem de petições, demoras a trâmites, a população do entorno vê os invasores aprontarem no terreno.
A PM coíbe a entrada de materiais de construção, mas devido a extensão do terreno e as artimanhas dos invasores os materiais continuam entrando no terreno. (eles usam seus carros para aos poucos levarem tijolos e areia para dentro) assim, vemos barracos de um cômodo e precários serem levantados aos poucos, conforme fotos abaixo.
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PS: Quando terminavamos esta postagem, soubemos através do portal do TJMG que o Desembargador Nepomuceno Silva despachou, em decisao interlocutória, sobre o processo. Nas próximas horas saberemos melhor sobre o conteudo de sua descisão e informaremos....
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
MST - O Cancer do Brasil
Por dentro do cofre do MST

VEJA teve acesso às movimentações bancárias de quatro entidades ligadas aos sem-terra. Elas revelam como o governo e organizações internacionais acabam financiando atividades criminosas do movimento
Policarpo Junior e Sofia Krause
Assertivos do ponto de vista ideológico, os líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra são evasivos quan-do perguntados de onde vêm os recursos que sustentam as invasões de fazendas e manifestações que o MST promove em todo o Brasil. Em geral, respondem que o dinheiro é proveniente de doações de simpatizantes, da colaboração voluntária dos camponeses e da ajuda de organismos humanitários. Mentira. O cofre da organização começa a ser aberto e, dentro dele, já foram encontradas as primeiras provas concretas daquilo de que sempre se desconfiou e que sempre foi negado: o MST é movido por dinheiro, muito dinheiro, captado basicamente nos cofres públicos e junto a entidades internacionais. Em outras palavras, ao ocupar um ministério, invadir uma fazenda, patrocinar um confronto com a polícia, o MST o faz com dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros e com o auxílio de estrangeiros que não deveriam imiscuir-se em assuntos do país.
VEJA teve acesso às informações bancárias de quatro organizações não governamentais (ONGs) apontadas como as principais caixas-fortes do MST. A análise dos dados financeiros da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), da Confederação das Coo-perativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), do Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e do Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo (Itac) revela que o MST montou, controla e tem a seu dispor uma gigantesca e intrincada rede de abastecimento e distribuição de recursos, públicos e privados, que transitam por dezenas de ONGs espalhadas pelo Brasil:
• As quatro entidades-cofre receberam 20 milhões de reais em doações do exterior entre 2003 e 2007. A contabilização desses recursos não foi devidamente informada à Receita Federal.
• As quatro entidades-cofre repassaram uma parte considerável do dinheiro a empresas de transporte, gráficas e editoras vinculadas a partidos políticos e ao MST. Há coincidências entre as datas de transferência do dinheiro ao Brasil e as campanhas eleitorais de 2004 e 2006.
• As quatro entidades-cofre receberam 43 milhões de reais em convênios com o governo federal de 2003 a 2007. Existe uma grande concentração de gastos às vésperas de manifestações estridentes do MST.
• As quatro entidades-cofre promovem uma recorrente interação financeira com associações e cooperativas de trabalhadores cujos dirigentes são ligados ao MST.
• As quatro entidades-cofre registram movimentações ban-cárias estranhas, com vul-tosos saques na boca do caixa, indício de tentativa de ocultar desvios de dinheiro.
Entre 2003 e 2008, segundo levantamentos oficiais, cerca de trinta entidades de trabalhadores rurais receberam do governo federal o equivalente a 145 milhões de reais. O dinheiro é repassado em forma de convênios, normalmente para cursos de treinamento. O Tribunal de Contas da União já identificou irregularidades em vários desses cursos. São desvios como cadastros de pessoas que não participaram de aula alguma e despesas que não existiram justificadas com notas frias. A Anca, por exemplo, teve os bens bloqueados pela Justiça após a constatação de que uma parte dos recursos de um convênio milionário assinado com o Ministério da Educação, para alfabetizar jovens, foi parar nos cofres do MST. Teoricamente, a Anca, a Concrab, o Cepatec e o Itac são organizações independentes, sem nenhum vínculo oficial entre si ou com o MST. Mas só teoricamente. A quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico das entidades-cofre mostra que elas fazem parte de um mesmo corpo, são uma coisa só, bem organizada e estruturada para dificultar o rastreamento do dinheiro que recebem e administram sem controle legal algum.
Ricardo Stuckert/PR
TORNEIRA ABERTA Milhões de reais do governo Lula serenaram durante seis anos a fúria do MST
Eis um exemplo da teia que precisa ser vencida para tentar entender como os recursos deixam o cofre da entidade e viajam por caminhos indiretos ao MST. Uma das beneficiárias de repasses da Anca é a gráfica Expressão Popular. Seus sócios são todos ligados ao MST, como Suzana Angélica Paim Figueiredo, advogada do escritório do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, que atua em causas de interesse do MST. Suzana faz parte da banca que defende o terrorista italiano Cesare Battisti, preso no Brasil. A advogada ainda é presidente de uma segunda editora, a Brasil de Fato, que também recebe recursos da Anca, também presta serviços ao MST e tem como conselheiro ninguém menos que João Pedro Stedile, líder-mor do MST, um dos principais defensores da não extradição de Battisti. Anca, Brasil de Fato e MST, embora sem vínculos aparentes, funcionavam no mesmo conjunto de salas em São Paulo. Procurada, a advogada Suzana não quis esclarecer que tipo de serviço as gráficas prestaram à Anca. Indagadas, o máximo que as três entidades admitem é que existe uma parceria entre elas. Essa parceria, ao que tudo indica, serve inclusive para ocultar as atividades do departamento financeiro do movimento sem-terra.
Além de funcionarem nos mesmos endereços, como é o caso da Itac e da Concrab, e de dividirem os mesmos assessores e telefones, como a Anca e a gráfica, as entidades curiosamente recorrem aos mesmos contadores e advogados – eles também, ressalte-se, integrantes de cooperativas ligadas ao MST. A análise dos dados sigilosos revela que Ilton Vieira Flores, o contador da Anca, o cofre principal do MST, é um dos responsáveis pelo Cepatec, outra fonte de arrecadação de dinheiro do movimento. O contador também é diretor da Cooperbio – um excelente exemplo, aliás, de como as ONGs ligadas ao MST se entranharam no governo. A cooperativa, que tem como função intermediar recursos para associações de trabalhadores rurais que se dedicam à fabricação de matéria-prima para a produção de biocombustíveis, assinou convênios milionários com a Petrobras. O presidente da Cooperbio, Romário Rossetto, é primo do presidente da Petrobras Biocombustível, o petista Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, uma das principais fontes de recursos da Anca, do Cepatec, da Concrab e do Itac.
Fotos Valter Campanato/ABR e Antônio Cruz/ABR
TORNEIRA FECHADA O ministro Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário (no alto, à esq.), cortou verbas para convênios. Resultado: o MST, comandado por Marina dos Santos, ameaça retaliar
Há muito que desvendar a respeito do verdadeiro uso pelo MST do dinheiro público e das verbas provenientes do exterior. A Anca, por exemplo, é investigada desde 2005 por suas ligações com o movimento. A quebra do sigilo mostra que funcionários da entidade realizaram saques milionários em dinheiro em datas que coincidem com manifestações promovidas pelo MST e também com períodos eleitorais. Outra coincidência: tabulando os gastos das entidades, resta evidente que parte expressiva dos recursos é destinada a pessoas físicas ou jurídicas vinculadas ao MST. Há também transferências bancárias suspeitíssimas. Em agosto de 2007, 153 000 reais do Cepatec foram parar na conta de Márcia Carvalho Sales, uma vendedora de cosméticos residente na periferia de Brasília. "Não sei do que se trata, não sei o que é Cepatec e não movimento a conta no banco há mais de três anos", diz a comerciária. O Cepatec também não quis se pronunciar.
Para fugir a responsabilidades legais, o MST, embora seja onipresente, não existe juridicamente. Não tem cadastro na Receita Federal, e, portanto, não pode receber verbas oficiais. "Por isso, eles usam essas entidades como fachada", diz o senador Alvaro Dias, do PSDB do Paraná, que presidiu a CPI da Terra há quatro anos e, apesar de quebrar o sigilo das ONGs suspeitas, nunca conseguiu ter acesso aos dados bancários. Aliados históricos do PT, os sem-terra encontraram no governo Lula uma fonte inesgotável de recursos para subsidiar suas atividades. Uma parcela grande dos convênios com as entidades ligadas ao MST destina-se, no papel, à qualificação de mão de obra. Mas é quase impossível averiguar se esse é mesmo o fim da dinheirama. "Hoje o MST só sobrevive para parasitar o estado e conseguir meios para se sustentar", diz o historiador Marco Antonio Villa.
O MST sempre utilizou o enfrentamento como peça de marketing do movimento. No governo passado, os sem-terra chegaram a organizar uma marcha que reuniu 100 000 pessoas em um protesto em Brasília, além de invadirem a fazenda do presidente da República com direito a transmissão televisiva. No governo Lula, a relação começou tensa, mas foi se acalmando à medida que aumentavam os repasses de dinheiro e pessoas ligadas ao movimento eram nomeadas para chefiar os escritórios regionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O MST passou, então, a concentrar os ataques à iniciativa privada, especialmente ao agronegócio. Os escritórios do Incra se tornaram suporte para ações contra produtores rurais, muitos deles personagens influentes na base aliada do governo. Além disso, os assentamentos contribuíram para aumentar a taxa de desmatamento e as ONGs ligadas à reforma agrária se tornaram um ralo pelo qual o dinheiro público é desviado. Esse estado de coisas levou à instalação de uma CPI no Senado e, ato contínuo, a um recuo do Planalto nos afagos aos sem-terra. A pretexto da crise econômica mundial, o governo cortou mais de 40% da verba prevista para os programas de reforma agrária. Cedendo à pressão de ruralistas, tirou das mãos do MST o comando de escritórios estratégicos do Incra, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, e colocou no lugar pessoas indicadas por ruralistas. Por fim, o golpe mais dolorido: fechou a milionária torneira dos convênios.
As ONGs ligadas ao MST chegaram a receber quase 40 milhões de reais em um único ano. No início do governo Lula, em 2003, esses repasses não alcançavam 15 milhões de reais. No ano seguinte, cresceram substancialmente, ultrapassando os 23 milhões de reais. Em 2005, o valor aumentou novamente, atingindo 38 milhões de reais. No segundo mandato, as denúncias de irregularidades envolvendo entidades ligadas aos sem-terra ganharam força. E o dinheiro federal para elas foi minguando. Em 2007, ano de abertura da CPI, os repasses às ONGs ficaram em 28 milhões de reais. No ano passado, as entidades receberam 13 milhões. E, nos oito primeiros meses deste ano, os cofres das ONGs do MST acolheram menos de 7 milhões de reais em convênios com o governo federal. Como reação, a trégua com o governo também minguou. No início de agosto, 3 000 militantes invadiram a sede do Ministério da Fazenda. A ação em Brasília foi comandada pela nova coordenadora nacional do MST, Marina dos Santos, vinculada a setores mais radicais do movimento. No protesto, o MST exigiu o assentamento imediato de famílias que estão acampadas. Nos bastidores, negocia a retomada dos repasses para as ONGs e a recuperação do comando das unidades do Incra. Em conversas reservadas, existem até ameaças de criar problemas para a candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff. O governo Lula agora experimenta o gosto da chantagem de uma organização bandida que cresceu sob seus auspícios.
Veja: Com reportagem de Otávio Cabral
...Obs.: Uma prova da ligação dessas entidades com o MST é só procurar a quem pertence o dominio de internet mst.org.br no orgão brasileiro de registro de dominios. ele está registrado em nome da tal ANCA e CEPATEC (não sei ainda porque dão dinheiro para esta quadrilha, corja...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Invasao Dandara A população quer urgencia da desocupação
Isto posto, nós moradores do entorno do terreno (Bairros Trevo, Graças, Céu Azul, Nova Pampulha) de propriedade da Construtora Modelo invadido no Bairro Trevo, região da Pampulha, esperamos que o Ministério Público, cumpra o seu papel de coibir as infrações e determine também à imediata desocupação do terreno.
Estamos com medo e temerosos que esta situação se alongue por mais tempo, (Como no caso das Torres Gêmeas), pois enquanto o processo emperra na justiça no vai e vem de recursos, os invasores tomam mais e mais o terreno, espalhando pelo local, ameaças, arrombamentos, e assaltos aos habitantes de bem e promovendo a favelização do local.
Veja a situação em que se encontra o terreno em matéria do Blog Café com Noticias .
Afirmamos ainda, que é público e notório o caráter político dessa invasão, pois visa atropelar os programas habitacionais da Prefeitura de Belo Horizonte, bem como á busca de espaço na mídia pelos seus idealizadores, entidades como a CPT (Pastoral da Terra) MST e Brigadas Populares e apoiados por estudantes da UFMG (Engenharia e Arquitetura, engraçado é que nós pagamos seus estudos) e da PUC (Direito), e usando parte da população carente ao afirmar aos mesmos, inocentes e sem instrução, que os mesmos tem direito ao terreno pois são pobres e carentes.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Invasores (invasão dandara) descumprem acordo e ocupam restante do terreno na Pampulha

Mas temos que nos rebelar contra isso. É um acinte contra o direito de propriedade de todos nós.
Falam que a empresa deve impostos à Prefeitura de Belo Horizonte, mas isso não é um problema a resolver entre a PBH e a construtora? Então se deixo de pagar meu imposto o MST vem e tem o direito de invadir meu imóvel???
Falam que a mesma tem inúmeros processos na Justiça, mas como uma construtora que constrói prédios e casas não os iria ter? Vendem seus produtos e os inadimplentes não pagam o que ela deveria fazer? Deixar por isso mesmo ou tentar o recebimento via órgãos competentes no caso o TJMG????
Ora... Sabemos que no Brasil o déficit habitacional é grande, mas invadir propriedades alheias com o pseudo tema de dar moradias populares aos pobres é um crime grandioso. O MST incita a população a invadir uma propriedade e nem mesmo sabe se o terreno é público ou não. No caso do terreno da Construtora Modelo, como já se vê, da Construtora e não da PBH ou Estado ou da União, então é uma propriedade particular...
Porque então insistir em ficar no terreno? Algum interesse do MST há nisso não há? Claro que sim... Só uma dica: na divisão do terreno apresentada em seu Blog o MST fez constar no mesmo uma área livre de mais de 50.000 m², para que isso? Deslavadamente interesse não é mesmo? Comércio? Há dúvidas não é mesmo?
Reiteramos aqui nosso apoio ao Sr. Prefeito de Belo Horizonte quando diz que o terreno é particular e não consta no rol de desapropriações....
Reiteramos também nosso apoio a PMMG que verdadeiramente desde a invasão tem se portado de maneira exemplar, deixando sempre uma viatura ao lado do terreno para manter a ordem e o respeito ao restante das propriedades no entorno. E que se faça justiça e que Deus ilumine a mente dos Srs. Desembargadores para que os mesmos atuem de maneira imparcial e dando a posse a seus verdadeiros donos.
Está chegando a hora, o dia "D" esta chegando
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Invasao na Pampulha - Dandara e os politicos revolucionarios
Gente este pequeno texto, colhido na net, mostra o carater politico revolucionario da invasão. Não tem nada de social e nem se vão conseguir moradias. Os revolucionariozinhos estão com saudades dos velhos tempos quando participavam de um movimento estudantil.
Hoje, não vejo mais a maioria dos que estavam no dia da ocupação. Até a tal coordenadora se foi, aparecia em entrevistas e tudo, deu um tchau e sumiu...
Eis o texto:
As instalações de uma entidade estudantil na região central, era esse o ponto de encontro. Cheguei por volta das 22:00. Já da porta, militantes do MST e uns rostos conhecidos entre os das Brigadas Populares. Logo chegam dois antigos compas meus da época do ME (Movimento Estudantil): um é hoje brigadista; o outro compartilha comigo a máxima "onde há fogo, levamos a gasolina?. Ambos "chutadores de catraca" natos.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Ocupação Dandara - Desabafo de um Morador - MST
terça-feira, 5 de maio de 2009
Sem terras flagrados vendendo lotes
quinta-feira, 30 de abril de 2009
A MENTE DE UM SOCIALISTA
Pra começo de conversa, muitos não gostam de estudar. Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra 'ser alguém na vida'. Como são preguiçosos, sem disciplina, e folgados, precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem, e se fazerem passar por coisas que não são.
Fingir que é culto, 'engajado', e 'crítico' rende pontos. Assim prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História, e começam sua carreira de charlatanismo.






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