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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pai e filha são assassinados na invasao dandara

Tiago Andrade Teixeira de 28 anos, e sua filha, Iara Souza Andrade 4 anos, morreram depois de serem baleados em frente a casa onde moravam no Acampamento Dandara, no Bairro Céu Azul, região da Pampulha. Segundo a Polícia Militar, há alguns dias Tiago Andrade teria pedido que traficantes deixassem de vender drogas na frente de sua casa, na rua Radialista Geraldo Augusto, e que depois disso ele passou a ser ameaçado pelos criminosos.

Depois da intimidação, Tiago, sua esposa e os três filhos abandonaram a residência. Na noite desta quarta-feira ele voltou para a casa para buscar alguns pertences, junto com a filha. Ao chegar no local Tiago Andrade e Iara foram baleados pelos traficantes, que fugiram do local. Tiago morreu na hora e a filha chegou a ser socorrida, mas morreu no caminho do Hospital (estadodeminas)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Moradora vizinha a invasão dandara desabafa... cumpram logo a reintegração de posse

São movimentos como esse que "queimaram" o propósito real do MST, movimento que em sua origem tinha um objetivo justo e era aplaudido de pé pela nação, afinal toda manifestação de causa justa é bem vinda, pois o país só está como esta porque as pessoas se tornaram apáticas a fazer alguma coisa em prol do que querem, a gritar e exigir mudanças.

Mas o que revolta nesse alarde todo que essa ocupação dandara faz na mídia, é a mentira que promovem, declarações falsas de que este movimento é sério e só quer um teto, um pedaço de terra.

Como já foi repetido aqui inúmeras vezes, a maior parte senão um todo tem outros imóveis e eu falo por conhecimento, pois me queima a face saber que um parente meu, em toda sua ganância e falta de carater chegou ao cúmulo de vender um verdadeiro casarão num bairro vizinho só pra se aliar a "causa" e conseguir algo que julga provavelmente como um investimento melhor do que o que tinha, construindo no local comercio e residencia que só denunciam ainda mais o quanto o povo de lá não tem nada de necessitado. Quem passa fome e frio não tem verba pra construir nada além de um barraco de papelão ou lona.

Além disso, nós moradores do bairro somos obrigados a conviver com o medo constante de assaltos que só aumentaram na região depois da invasão e assistir na tv reportagens como as de ontem exibidas no Balanço Geral da TV Record, onde mulheres andaram fazendo a limpa em supermercados, lojas de departamento, etc e desovando os roubos no que chamaram de casas, advinha onde ??? ocupação dandara.

Em contrapartida, as bocas informadas do bairro espalham por aqui que, algumas poucas famílias de filhos pequenos e que talvez almejavam um teto já até saíram de lá, o que só nos faz concluir que o que povoa aquele terreno neste momento não passa de meliantes, arruaceiros, baderneiros e gente que com um olho maior que a barriga insistirá até o final, levando as últimas consequencias se for necessário, e na tentativa de levarem a menor que seja, fatia desse bolo que mesmo sem sabor, ainda é tão disputado.

Eu que tenho filho pequeno estudando nas proximidades, só posso desejar que retirem logo essas criaturas de lá pois trabalho arduamente para dar a meu filho uma educação mínima e considerável para que ele não venha justamente a se tornar algo assim na vida adulta. (Uma moradora do entorno)


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Reintegração de Posse: Ocupação Dandara - Invasores terão que sair



Juiz concede a Reintegração de Posse a Construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009.

Histórico
Desde abril de 2009 a população dos bairros Trevo, Céu Azul e Enseada das Garças convivem com a invasão de um terreno particular, de propriedade da Construtora Modelo. Terreno este com +/- 315.000 m², e que estava sendo preparado para a implantação de um empreendimento habitacional desde 2006, recebendo a Licença Previa de implantação da PBH no dia 08/11/2006 e publicada no DOM nº 2756 de 28/12/2006, processo nº 01-108688/06-03. 

Como o mesmo tinha uma área com nascentes e de preservação ambiental, a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) através da Secretaria do Meio Ambiente exigiu uma série de intervenções atrasando em anos o processo de implantação do empreendimento. No começo do ano de 2009 a Construtora começou as intervenções no terreno como levantamento topográfico e sondagens, sendo que neste período, no dia 09 de abril de 2009, foi surpreendida com a invasão do terreno, coordenada pelo MST e Brigadas Populares. 

No mesmo dia da invasão, a Construtora enviou um representante ao terreno com a finalidade de informar aos invasores que o terreno não era publico (de propriedade da Prefeitura, Estado ou Governo Federal), mas sim privado e de propriedade da Construtora comprovando com documentos e, que deveriam deixar o local. Como nesse dia era feriado (quinta feira santa), os invasores decidiram ficar no terreno até mesmo enfrentaram a força Policial pois sabiam que o TJ não funcionaria. Findo o feriado prolongado a construtora entrou com um processo de reintegração de posse no TJMG (processo nº 002409545746-1), sendo que a reintegração de posse foi expedida em 16/04/2009 , para ganhar tempo e postergar a iminente desocupação, os invasores entraram com um Mandado de Segurança já em 2ª instancia (Processo nº 1.0000.09.499331-8/000), o qual tramitou com inda e vinda de recursos ate 09/06/2010 quando foi denegada a segurança pela maioria dos Desembargadores da Corte Superior, ficando assim valendo o Mandado de reintegração de posse para a construtora. Novamente os invasores através de MST e Brigadas Populares entraram com agravos de instrumento, inclusive no STJ, sendo que perderam todos, culminando com o retorno do processo para o juizado da 20ª Vara Cível, para andamento no processo de reintegração de posse. 

Como é um processo relevante e por si polemico, antes de conceder a reintegração de posse, o Juiz convocou mais uma audiência para ao dia 20/07/2011, para ouvir as partes e tentar conciliar um acordo. 

Conforme Termo de Audiência, compareceram os representantes da Construtora Modelo através de seus Proprietários e Advogados, os representantes do MST e das Brigadas Populares e seus Advogados, três moradoras do terreno, um representante do Governador do Estado e inclusive um representante do Governo Federal através do Ministério das Cidades. 

Nesta audiência, a Construtora Modelo fez a proposta de separar uma parte do terreno para a construção de moradias para pessoas carentes através do programa Minha Casa Minha Vida, que atenderia cerca de 450 famílias, como também, a construtora propôs construir outras moradias visando atender os também anseios dos ocupantes do terreno, porem, em outra região mais distante em Belo Horizonte. 

Diante das propostas apresentadas, perante Juízo, ficou decidido que: 

· Os representantes dos invasores (MST e Brigadas Populares) deveriam juntar ao processo uma lista com o cadastro detalhado dos ocupantes do terreno contendo o nº do NIS (Numero de Identificação Social que é dado a pessoas carentes de fato e que recebem o Bolsa Família) de cada um ate o dia 27/07/2011, bem como levar aos ocupantes a proposta da construtora de construção dos apartamentos; 

· A construtora deveria também, em uma reunião com os representantes dos invasores, a apresentar o projeto arquitetônico e de implantação dos apartamentos a serem construídos na parte do terreno destinada aos mesmos.(Projetos e perspectivas abaixo). 

Isto posto, as partes se comprometeram em Juízo a se reunirem no dia 06/08/2011 para a implementação das propostas acima. 

Nesta reunião, compareceram os representantes da construtora através de seus proprietários, arquiteto e advogado; e do “MST” através de seu advogado, arquitetos do movimento e representantes. (Fotos abaixo) 



Iniciadas as discussões, a construtora cumpriu o prometido levando a reunião os projetos da construção dos apartamentos inclusive demonstrações em vídeo de como ficaria os apartamentos no local destinado aos mesmos. 

Abaixo reproduzimos parte do projeto e parte da planta baixa do empreendimento, bem como perspectiva de como ficaria os apartamentos no local a ser destinado aos ocupantes do terreno 

Planta do terreno com especificação de onde seria construído os apartamentos.


Planta baixa da configuração dos apartamentos.

Perspectiva de como ficariam os prédios

Neste ínterim, os representantes do "movimento" apresentaram outra proposta: de permanecerem no terreno e que a empresa construísse as moradias (casas) para os mesmos em metade do terreno e, após em outra metade, sendo que neste intervalo os mesmos ficariam dentro do terreno em barracas de lonas, proposta esta considerada inviável pela construtora. 

A empresa solicitou então aos mesmos que se manifestassem acerca da desocupação espontânea do local para inicio das obras de construção, sendo isto objeto inegociável. Convém informar, que os representantes do "movimento" não anexaram aos autos o cadastro com a relação dos moradores do local como solicitado pelo MM Juiz. Será porque??? Imaginam???

Mediante o exposto, no dia 27/09/2011 o Juiz da 20ª Vara Civel de BH concluiu ao autos e proferiu sua sentença, que algumas partes descrevemos: 

Decidiu o Juiz:

“... as tratativas de composição não lograram êxito, tendo a parte Autora ofertado novo projeto de moradia para o local e em município da região metropolitana as quais atenderia grande parte dos ocupantes do terreno, propostas estas que não foram aceitas pelo Réu que nem mesmo cumpriu com o compromisso assumido na audiência realizada no dia 20.07 11...(Que foi apresentar o cadastro com a relação de ocupantes do terreno)... "

"..É importante registrar que os projetos propostos pela Requerente estavam revestidos do caráter de impessoalidade, já que eram direcionados a todos os ocupantes da área, os quais deveriam apenas atender aos requisitos prescritos no Programa de Moradia Popular "Minha Casa, Minha Vida... "

"...Lado outro, tendo em vista a denegação do Mandado de Segurança impetrado pelo Réu a fim de revogar a liminar deferida nestes autos, apos indeferimento do efeito suspensivo ao agravo de instrumento interposto, tenho que não ha motivos para se postergar o cumprimento da liminar deferida nestes autos... "

"... Expeça-se mandado de reintegração de posse da área objeto desta ação, a ser cumprido no endereço declinado da inicial .... "
-x-

O mandado foi expedido no dia 10/10/2011 e remetido a central de mandados a serem cumpridos... 

Cabe nos esclarecer, também, que neste tipo de invasão não há pagamento de indenizações,uma vez que os proprietários a reclamaram no mesmo dia, cabendo assim aos invasores a conta do risco, uma vez sabedores que o terreno é particular. 

Senhoras e senhores leitores, reiteramos aqui que a construtora tentou de todas as maneiras negociar com os invasores e, foi até muito condescendente ofertando parte do terreno para os mesmos, coisa que não precisaria pois provou mediante documentos que é a real proprietária. 

Quanto ao cumprimento de sua função social, temos que não se aplica ao terreno, pois o mesmo já estava destinado há muito à instalação de empreendimento habitacional, só não estando em plena atividade de construção devido aos empecilhos burocráticos da Prefeitura. 

Quanto ao débito de IPTU que tanto alardeiam , para justificar a invasão, foi constatado que o que a construtora deve esta parcelado e com pagamento em dia. Há um debito de alguns anos, não todos como falam, que a empresa vem tentando um desconto junto a prefeitura, uma vez que a mesma atrasou por muito tempo a construção do empreendimento ficando as obras paradas, nada mais justo. 

Esperamos que com esta postagem, venhamos a esclarecer a população, que esta invasão tem o caráter meramente político, onde alguns procuram se promover as custas de uns poucos e, a maioria dos invasores procuram tirar proveito financeiro da ocasião pois, já foi constatado que em sua maior parte possuem moradias  e outros bens em outro bairro de Belo Horizonte, Neves e região Metropolitana.

Então, que venha a desocupação Já!


domingo, 16 de outubro de 2011

Juiz concede a Reintegração de Posse para construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009 - Invasores do dandara terão que sair.


Juiz concede a Reintegração de Posse a Construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009.

Histórico
Desde abril de 2009 a população dos bairros Trevo, Céu Azul e Enseada das Garças convivem com a invasão de um terreno particular, de propriedade da Construtora Modelo. Terreno este com +/- 315.000 m², e que estava sendo preparado para a implantação de um empreendimento habitacional desde 2006, recebendo a Licença Previa de implantação da PBH no dia 08/11/2006 e publicada no DOM nº 2756 de 28/12/2006, processo nº 01-108688/06-03. 

Como o mesmo tinha uma área com nascentes e de preservação ambiental, a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) através da Secretaria do Meio Ambiente exigiu uma série de intervenções atrasando em anos o processo de implantação do empreendimento. No começo do ano de 2009 a Construtora começou as intervenções no terreno como levantamento topográfico e sondagens, sendo que neste período, no dia 09 de abril de 2009, foi surpreendida com a invasão do terreno, coordenada pelo MST e Brigadas Populares. 

No mesmo dia da invasão, a Construtora enviou um representante ao terreno com a finalidade de informar aos invasores que o terreno não era publico (de propriedade da Prefeitura, Estado ou Governo Federal), mas sim privado e de propriedade da Construtora comprovando com documentos e, que deveriam deixar o local. Como nesse dia era feriado (quinta feira santa), os invasores decidiram ficar no terreno até mesmo enfrentaram a força Policial pois sabiam que o TJ não funcionaria. Findo o feriado prolongado a construtora entrou com um processo de reintegração de posse no TJMG (processo nº 002409545746-1), sendo que a reintegração de posse foi expedida em 16/04/2009 , para ganhar tempo e postergar a iminente desocupação, os invasores entraram com um Mandado de Segurança já em 2ª instancia (Processo nº 1.0000.09.499331-8/000), o qual tramitou com inda e vinda de recursos ate 09/06/2010 quando foi denegada a segurança pela maioria dos Desembargadores da Corte Superior, ficando assim valendo o Mandado de reintegração de posse para a construtora. Novamente os invasores através de MST e Brigadas Populares entraram com agravos de instrumento, inclusive no STJ, sendo que perderam todos, culminando com o retorno do processo para o juizado da 20ª Vara Cível, para andamento no processo de reintegração de posse. 

Como é um processo relevante e por si polemico, antes de conceder a reintegração de posse, o Juiz convocou mais uma audiência para ao dia 20/07/2011, para ouvir as partes e tentar conciliar um acordo. 

Conforme Termo de Audiência, compareceram os representantes da Construtora Modelo através de seus Proprietários e Advogados, os representantes do MST e das Brigadas Populares e seus Advogados, três moradoras do terreno, um representante do Governador do Estado e inclusive um representante do Governo Federal através do Ministério das Cidades. 

Nesta audiência, a Construtora Modelo fez a proposta de separar uma parte do terreno para a construção de moradias para pessoas carentes através do programa Minha Casa Minha Vida, que atenderia cerca de 450 famílias, como também, a construtora propôs construir outras moradias visando atender os também anseios dos ocupantes do terreno, porem, em outra região mais distante em Belo Horizonte. 

Diante das propostas apresentadas, perante Juízo, ficou decidido que: 

· Os representantes dos invasores (MST e Brigadas Populares) deveriam juntar ao processo uma lista com o cadastro detalhado dos ocupantes do terreno contendo o nº do NIS (Numero de Identificação Social que é dado a pessoas carentes de fato e que recebem o Bolsa Família) de cada um ate o dia 27/07/2011, bem como levar aos ocupantes a proposta da construtora de construção dos apartamentos; 

· A construtora deveria também, em uma reunião com os representantes dos invasores, a apresentar o projeto arquitetônico e de implantação dos apartamentos a serem construídos na parte do terreno destinada aos mesmos.(Projetos e perspectivas abaixo). 

Isto posto, as partes se comprometeram em Juízo a se reunirem no dia 06/08/2011 para a implementação das propostas acima. 

Nesta reunião, compareceram os representantes da construtora através de seus proprietários, arquiteto e advogado; e do “MST” através de seu advogado, arquitetos do movimento e representantes. (Fotos abaixo) 



Iniciadas as discussões, a construtora cumpriu o prometido levando a reunião os projetos da construção dos apartamentos inclusive demonstrações em vídeo de como ficaria os apartamentos no local destinado aos mesmos. 

Abaixo reproduzimos parte do projeto e parte da planta baixa do empreendimento, bem como perspectiva de como ficaria os apartamentos no local a ser destinado aos ocupantes do terreno 

Planta do terreno com especificação de onde seria construído os apartamentos.


Planta baixa da configuração dos apartamentos.

Perspectiva de como ficariam os prédios

Neste ínterim, os representantes do "movimento" apresentaram outra proposta: de permanecerem no terreno e que a empresa construísse as moradias (casas) para os mesmos em metade do terreno e, após em outra metade, sendo que neste intervalo os mesmos ficariam dentro do terreno em barracas de lonas, proposta esta considerada inviável pela construtora. 

A empresa solicitou então aos mesmos que se manifestassem acerca da desocupação espontânea do local para inicio das obras de construção, sendo isto objeto inegociável. Convém informar, que os representantes do "movimento" não anexaram aos autos o cadastro com a relação dos moradores do local como solicitado pelo MM Juiz. Será porque??? Imaginam???

Mediante o exposto, no dia 27/09/2011 o Juiz da 20ª Vara Civel de BH concluiu ao autos e proferiu sua sentença, que algumas partes descrevemos: 

Decidiu o Juiz:

“... as tratativas de composição não lograram êxito, tendo a parte Autora ofertado novo projeto de moradia para o local e em município da região metropolitana as quais atenderia grande parte dos ocupantes do terreno, propostas estas que não foram aceitas pelo Réu que nem mesmo cumpriu com o compromisso assumido na audiência realizada no dia 20.07 11...(Que foi apresentar o cadastro com a relação de ocupantes do terreno)... "

"..É importante registrar que os projetos propostos pela Requerente estavam revestidos do caráter de impessoalidade, já que eram direcionados a todos os ocupantes da área, os quais deveriam apenas atender aos requisitos prescritos no Programa de Moradia Popular "Minha Casa, Minha Vida... "

"...Lado outro, tendo em vista a denegação do Mandado de Segurança impetrado pelo Réu a fim de revogar a liminar deferida nestes autos, apos indeferimento do efeito suspensivo ao agravo de instrumento interposto, tenho que não ha motivos para se postergar o cumprimento da liminar deferida nestes autos... "

"... Expeça-se mandado de reintegração de posse da área objeto desta ação, a ser cumprido no endereço declinado da inicial .... "
-x-

O mandado foi expedido no dia 10/10/2011 e remetido a central de mandados a serem cumpridos... 

Cabe nos esclarecer, também, que neste tipo de invasão não há pagamento de indenizações,uma vez que os proprietários a reclamaram no mesmo dia, cabendo assim aos invasores a conta do risco, uma vez sabedores que o terreno é particular. 

Senhoras e senhores leitores, reiteramos aqui que a construtora tentou de todas as maneiras negociar com os invasores e, foi até muito condescendente ofertando parte do terreno para os mesmos, coisa que não precisaria pois provou mediante documentos que é a real proprietária. 

Quanto ao cumprimento de sua função social, temos que não se aplica ao terreno, pois o mesmo já estava destinado há muito à instalação de empreendimento habitacional, só não estando em plena atividade de construção devido aos empecilhos burocráticos da Prefeitura. 

Quanto ao débito de IPTU que tanto alardeiam , para justificar a invasão, foi constatado que o que a construtora deve esta parcelado e com pagamento em dia. Há um debito de alguns anos, não todos como falam, que a empresa vem tentando um desconto junto a prefeitura, uma vez que a mesma atrasou por muito tempo a construção do empreendimento ficando as obras paradas, nada mais justo. 

Esperamos que com esta postagem, venhamos a esclarecer a população, que esta invasão tem o caráter meramente político, onde alguns procuram se promover as custas de uns poucos e, a maioria dos invasores procuram tirar proveito financeiro da ocasião pois, já foi constatado que em sua maior parte possuem moradias  e outros bens em outro bairro de Belo Horizonte, Neves e região Metropolitana.

Então, que venha a desocupação Já!



domingo, 11 de julho de 2010

Enquanto a Justiça não faz sua parte... Invasão Dandara


Enquanto a Justiça de MG não faz a sua parte, a população do entorno vem sofrendo na pele com os mais diversos tipos de arbitrariedade. A energia por aqui cai toda a hora devido aos "gatos" feitos pelos invasores na rede de energia elétrica, os roubos e assaltos continuam e demais crimes...

O tramite do processo na Justiça de MG está emperrado, acreditamos que por causa do período eleitoral. Há políticos que disputam cargos no Legislativo Federal e Estadual enterrados até o pescoço nessa invasão, o blog em postagens posteriores dará os nomes dos mesmos, alguns já conhecidos pela população de nosso bairro. Enquanto  isso, as construções continuam a todo o vapor bem como os "gatos" de energia elétrica e de água.... vejam fotos abaixo:


Enquanto o Pe. Gilvander celebra uma missa na invasão, três postes abaixo um infeliz faz calmamente um "gato" na rede energia elétrica. Note que o mesmo não usa proteção alguma e já deu curto 2 vezes.


As construções continuam a todo o vapor, a construtora não pode fazer nada...

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Juiz concede limiinar a invasores

Assentamento Dandara, nos bairros Céu Azul, Trevo e Mangueiras, ocupado por cerca de 880 famílias



A chance de início de obras para a construção de moradias populares em Belo Horizonte dentro do programa Minha casa, minha vida está mais distante. A Justiça concedeu liminar favorável aos ocupantes do terreno batizado de Dandara, em área de 315 mil metros quadrados na região da Pampulha. A área foi ocupada há um ano por ação conjunta do Fórum de Moradia do Barreiro, as Brigadas Populares e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). O terreno ocupa um quarteirão inteiro no limite divisa dos bairros Trevo, Céu Azul e Mangueiras, na Região Norte da capital. Cerca de 880 famílias (5 mil pessoas) que habitam a área causam revolta na vizinhança. Moradores da redondeza alegam que a ocupação trouxe prejuízo de cortes na eletricidade e aumento da criminalidade na região.

A decisão do juiz Manoel dos Reis de Morais, da 6ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte, garantiu aos ocupantes o direito de permanência no local. “Minha conclusão é a de que estamos diante de um conflito e direitos – propriedade x moradia – e os elementos de prova indicam o segundo como de maior peso a ser protegido, diante do perigo que corre de perecer antes da solução final do processo, razão pela qual a medida liminar de garantia de posse deve ser deferida”, alegou o juiz. A decisão foi favorável a uma ação civil pública ajuizada pelo Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública Estadual contra o estado de Minas Gerais, a cidade de Belo Horizonte e a Construtora Modelo, dona do imóvel. A direção da Modelo alega que está pronta para iniciar obras de moradias populares na região e afirma que vai recorrer da decisão judicial.

A decisão da Justiça foi comemorada pelos ocupantes do terreno, que estão hoje sob a coordenação principalmente das Brigadas Populares. “Já começamos no fim de semana um mutirão para a construção de um centro comunitário. Vamos ter aula de inglês, música, turma de alfabetização e área com dois blocos para nossas assembleias”, afirma Joviano Mayer, um dos coordenadores dos nove grupos do Dandara. A meta dos moradores, diz Mayer, é desenvolver um plano diretor com projeto urbanístico para a área. “Não queremos reproduzir mais uma favela lá, como estão falando. Vamos olhar a parte urbanística e ambiental. Somos também vítimas do programa Minha casa, minha vida, que até hoje não construiu nenhuma moradia popular em Belo Horizonte”, ressalta o coordenador.

Segundo ele, os habitantes do Dandara tentaram negociar com a prefeitura de Belo Horizonte as obras para moradias no terreno. “Fizemos a proposta de deixar 50% das famílias que já estão lá e incluir o restante de famílias contempladas por interesse social da prefeitura, mas eles não aceitaram”, diz. O diretor da construtora Modelo, Fábio Guimarães Nogueira, também discorda da proposta. “Não acreditamos que a ocupação do terreno seja uma solução de moradia. As obras precisam ser feitas com projetos de infraestrutura adequados para a região”, afirma.

O secretário de administração regional da Pampulha, Osmando Pereira, alega que a ocupação Dandara não faz sentido. “Temos uma fila grande de pessoas aguardando a seleção para a casa própria. É como se as famílias que estivessem lá furassem a fila. E tem gente de outras cidades e até de outros países ali”, diz. A ocupação, afirma, trouxe uma clientela nova para a região e não há infraestrutura suficiente para atender às demandas locais.

Geórgea Choucair - Estado de Minas

Publicação: 06/04/2010 06:27 Atualização: 06/04/2010 07:47

Comentários

Autor: Etiene Oliveira

Um absurdo o que acontece aqui na região desde essa invasão. O que as autoridades não sabem é que a maioria tem casa na Vila Bispo de Maura. É um povo baixo que joga lixo e esgoto na rua, brigam,ameaçam a vizinhança! Esse Joviano Mayer é um estudante aspirante a advogadozinho medíocre! Fora MST!!!


Autor: Joel Francischetti
Olhem na Foto é ou não é uma favela e, onde há fumaça há fogo! Estão vendendo sim já áreas no terreno invadido. Tem gente que tem mais de um pedaço demarcado e já está vendendo as partes...e, todos pagam para às coordenações um valor em dinheiro mensal, ouví isso da boca de um invasor no ponto onibus

Acho também, não tenho certeza, que a Vara competente para julgar esses conflitos são as varas civeis e não a Vara de Fazenda que obsta em julgar conflitos como Tributos Estaduais e materias de interesse do Estado de MG, o que parece que não é o caso, não é mesmo?
utor: Joel Francischetti


E a insegurança então... roubos assaltos e invasoes de residencias... minha casa foi arrombada 3 vezes após a invasão, antes era uma paz só! e o DIREITOS HUMANOS!!! Acho que teriam de atentar para isso e não DEFENDER BANDIDOS que roubam terras e tudo o mais...

Autor: Fabrí­cio Moreira
Ao senhor Leandro muniz desses comentários aqui... Queria ver se a invasão fosse na sua casa ou em um lote ao lado de seu apto se vc iria dizer que isso é um símbolo de cidadania.É um absurdo o que se faz.Invadir um terreno PRIVADO e ainda ter que ouvir que é um símbolo de cidadania.ACORDA!!

Autor: Joel Francischetti
Tambem esclareço que isto é uma manobra politica do MST e seu braço Brigadas Populares para desestabilizar a politica habitacional da PBH que está indo de vento em popa com o Vila Viva etc... BH está resolvendo o problema das favelas

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Leandro , desde quando eu compro não tenho que dá satisfação do que devo ou não fazer, desde que esteja dentro da lei. agora, deixe eles praticar "cidadania" no que é seu ou em frente a sua casa. Vai mudar de opinião e dizer que filho de pobre não tem sorte.Dignidade é ser honesto e trabalhador.

Autor: Patricia Francisca dos Santos
Para conseguir algo, me individei até o pescoço, sou trabalhador igual a qualquer um. Estes movimentos são nojentos, querem tudo de graça, façam como eu, trabalhem para comprar.

Autor: Transcurier LTDA
O governo também nunca me deu moradia... quer dizer então que só por isso posso sair invadindo terrenos PRIVADOS por aí? Alguém investiu dinheiro PRIVADO, e NÃO PÚBLICO na compra desse terreno. Isso é invasão de propriedade. É CRIME! Chega de passar a mão na cabeça desses movimentos ditos "sociais"!

Autor: humberto gobira
É muito triste o problema da moradia no Brasil, para as pessoas carentes e a responsabilidade total é dos governantes. Não poderia deixar que fossem construidas favelas em local nenhum, com invasão ou sem invasão. Cadê a autoridade dos governante?

Autor: leandro muniz
A ocupação Dandara é um símbolo de cidadania! O lote que antes era usado para especulação imobiliária, hoje serve de moradia para as famílias desabrigadas. O juiz simplesmente seguiu aquilo que está na constituição. Parabéns ao MST e as Brigadas Populares por fazer valer o direito a dignidade humana!

Autor: Antonio Aldo Nogueira Goncalves
Enquanto não houver uma politica séria, mas sim esses grupinhos de PT e similares que usam o povo para elevá-los, será essa vergonha. Esses MSTs deveriam ser esmagados ao nascer...

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Se houvesse interesse "politico", tudo ja estaria resolvido. Vejam a linha verde, cid. administrativa, antonio carlos, etc.Mas como envolve povo não fazem nada.Deveriam fazer casas populares com infraestrutura e pronto, que estes movimentos, principalmente mst que vão para o inferno, só agitam...

domingo, 14 de março de 2010

Negligência: Crianças morrem queimadas em barraco na Ocupação Dandara

Meninos de 6 e 7 anos foram deixados sozinhos pela mãe que foi beber em um bar próximo à casa

Duas crianças, de 6 e 7 anos, morreram queimadas depois que uma vela incendiou a casa em que moravam no aglomerado Xangrilá, no Bairro Céu Azul, Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

O incêndio aconteceu por volta das 22 horas de sábado (13). As crianças estavam sozinhas em casa - um barraco de madeira - e a suspeita é de que havia uma vela para iluminar o local.

A mãe das crianças, de 30 anos, teria ido beber em um bar que fica a cerca de 300 metros da casa. A mulher está presa no Ceresp da Gameleira.

Errata: O local onde as crianças morreram foi no terreno invadido pelo MST e Brigadas Populares denominado Ocupação Dandara na região da Pampulha e não no B. Xangri-lá conforme citado pelo Jornal

Nice Silva - Repórter - 14/03/2010 - 10:13 (HojeemDia)

sexta-feira, 12 de março de 2010

A farsa do helicóptero

No Blog dos invasores, os mesmos reclamam da presença de um helicóptero que sobrevoa o terreno invadido durante a noite.


O fato é inverossímil, pois moradores das ruas ao lado da invasão informam que não é ouvido qualquer barulho de helicóptero durante a noite, só dos aviões em procedimento de Pouso no aeroporto da Pampulha pois o terreno fica na rota de aproximação. "O barulho que ouvimos, é simplesmente o barulho que os invasores produzem até altas horas da noite, com seus rádios e aparelhos de som ligados na maior altura" diz um morador. E durante o dia, a invasão tem que ser monitorada mesmo, seja por helicópteros da PMMG ou por viaturas, pois é sabido que no meio dos mesmos estão escondidos vários foragidos da justiça por homicidios roubos etc.



Nota-se ai como as lideranças da invasão gostam de distorcer os fatos dando a entender que estão sendo ameaçados pela imprenssa e moradores da região, sendo que é o contrário! Os moradores não podem se manifestar ou falar qualquer coisa que logo chegam os tais coordenadores com ameaças. O terreno é particular e já foi provada a posse por seus legítimos donos. Até em suas postagens os mesmos admitem isso´, está lá para todos lerem.
Conforme relatam erroneamente, a Construtora, tem sim projeto de casas para a~´area,´afirmamos isso com base nos projetos apresentados "in loco" pela mesma da área, bem como o acompanhamento do pedido de construção das mesmas publicadas no Diário Oficial de BH no site da Prefeitura, está lá para todos verem é só procurar.
Veja aqui a matéria publicada no Estado de Minas (CLIQUE)
Dizem que as construções estão sendo supervisionadas pos alunos de depto de engenharia da UFMG etc, mas se os leitores passarem por aqui, vão ver um amontoados de barracos, construidos aleatóriamente e à flor da terra, sem fundação nem nada e construidos na divisa, até mesmo diretamente na frente do lote.
Se fosse o reitor da UFMG, não deixaria seus professores e alunos participarem de um absurdo desses, pois difama absurdamente a grandiosidade do nome da UFMG, que é uma das maiores e mais cotadas Universidades do País!
Enfim, os mesmos estão atirando para todos os lado pois sabem que perderam!
Abaixo a Invasão! MST, Brigadas e Cia!
Dizemos Não! A mais uma favela em Belo Horizonte!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Invasao Dandara A população quer urgencia da desocupação

De acordo com matéria do Jornal da Alterosa O Ministério Público decidiu pedir novamente à Justiça que determine a desocupação das Torres Gêmeas, o conjunto de prédios que foi invadido há treze anos em Belo Horizonte.

Isto posto, nós moradores do entorno do terreno (Bairros Trevo, Graças, Céu Azul, Nova Pampulha) de propriedade da Construtora Modelo invadido no Bairro Trevo, região da Pampulha, esperamos que o Ministério Público, cumpra o seu papel de coibir as infrações e determine também à imediata desocupação do terreno.

Estamos com medo e temerosos que esta situação se alongue por mais tempo, (Como no caso das Torres Gêmeas), pois enquanto o processo emperra na justiça no vai e vem de recursos, os invasores tomam mais e mais o terreno, espalhando pelo local, ameaças, arrombamentos, e assaltos aos habitantes de bem e promovendo a favelização do local.

Veja a situação em que se encontra o terreno em matéria do Blog Café com Noticias .

Afirmamos ainda, que é público e notório o caráter político dessa invasão, pois visa atropelar os programas habitacionais da Prefeitura de Belo Horizonte, bem como á busca de espaço na mídia pelos seus idealizadores, entidades como a CPT (Pastoral da Terra) MST e Brigadas Populares e apoiados por estudantes da UFMG (Engenharia e Arquitetura, engraçado é que nós pagamos seus estudos) e da PUC (Direito), e usando parte da população carente ao afirmar aos mesmos, inocentes e sem instrução, que os mesmos tem direito ao terreno pois são pobres e carentes.
Gostaria de deixar aqui o pedido de socorro da população do entorno da invasão, bem como a afirmação de que não somos a favor desses desordeiros e, desde já um pedido a quem puder ajudar que procurem as lideranças comunitárias do bairro Trevo, Garças e adjacências para que possamos encaminhar um pedido de urgência na desocupação do terreno.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Invasao Dandara Começa a nvasao do restante do terreno

Desde o dia 12/07 os invasores do terreno da Construtora Modelo, no bairro Trevo - Pampulha começaram a invadir o restante do mesmo. Desde então começaram a ser erguidos barracos de lona e madeira ao longo da Rua Geraldo Orozimbo, (rua sem pavimentação em um lado do terreno).
Enquanto o MST e seus apoiadores afirmam que os invasores são pessoas sem moradias, que pagam aluguel e de baixo poder aquisitivo, o que vemos são carros e mais carros parados ao lado do terreno e isso só nesta rua, nas outras tem mais. (veja fotos abaixo). Tudo uma farsa!... Nota-se aí o grande interesse financeiro da invasão. Também, espalham através de seu Blog, que estão sendo ameaçados pela PMMG, através do 13º batalhão. Informamos que se os mesmos não estivesses aqui, já não teríamos mais nada. Nunca vi policiais mais cordiais.
Assim, se dizem donos do terreno, uma vez que foi suspensa a liminar de reintegração de posse, por um desembargador do TJMG. A liminar foi suspensa e, não dado ganho de causa ao MST, o processo ainda corre no TJMG e os mesmos ainda não são donos de nada. Os verdadeiros donos são a Construtora que comprou e está pagando os mesmo.
Esperamos que o TJMG não ceda às pressões do MST e seus simpatizantes.
Enquanto isso, o MST continua inchando a invasão, ontem chegou mais um ônibus cheio de invasores. Desceram do mesmo e já foram entrando para o terreno vieram parece-me que da região do Barreiro, de outro assentamento que também está as vias de ser despejado.
Os moradores da região estão apreensivos e indignados. Desde o inicio da invasão a maioria das casas já foram arrombadas, os mesmos, agora, não podem mais sair de casa, sempre tem que ficar um de guarda, vigiando.
Também se proliferam os “gatos” de energia. Enquanto os moradores da rua, sofrem para pagar suas contas, os mesmos sobem nos postes e ligam, clandestinamente a energia, é só passar na rua para ver isso. Espera-se que a CEMIG, cumpra o seu papel e use os mesmos critérios que usa com a população em geral, que a mesma desfaça as ligações clandestinas e multe os infratores... Se os mesmos podem ter até veículos,porque não pagar pela sua energia e água como todo mundo!!!
Queremos justiça! Queremos nosso bairro tranqüilo! Que volte a Paz!

(Deuteronômio 27:17) - Maldito aquele que remover os limites do seu próximo.



sexta-feira, 17 de julho de 2009

Invasao Dandara (ocupacao dandara) o final esta perto.


Nesta sexta-feira por volta das 19:00 h., vinha eu embora para casa após um dia estafante de trabalho, e eis que já dentro do onibus, vejo uns passageiros comentarem sobre a invasão do terreno na pampulha. (Ocupação Dandara como eles chamam):
Um dizia,

-Rapaz só não estou lá no meio porque não tenho tempo pois estou trabalhando, mas conheço gente que está pagando um salário minimo mensal para um guardar seu lugar lá...

O outro

- Olha sei também que a maioria do pessoal que está lá tem casa, inclusive uns mais do que isso tem até carro... e, estão pela oportunidade de vender os lotes quando o mesmo sair...


Gente, e eu indignado ouvindo esses absurdos... pode???


Como já falei anteriormente, este não é um movimento social, mas sim, anarquico e político sob o comando do MST (movimento dos sem terra)...


Na minha rua os gatos de energia já estão funcionando a todo vapor... e eles ainda tem o displante de deixar as luzes acesas o dia inteiro... Não são eles que pagam né??? A Cemig tem que mandar a conta para o MST... Se eu não tiver o din-din no fim do mês para pagar a minha conta, eles vem e cortam-na... pode? Se reclamo não acontece nada... então porque o tal MP (Ministerio Publico) não fica do meu lado? Fingem que nem é comigo, mas se é com o tal do MST vão logo mandando atende-los pois se trata de discriminação, direitos humanos e o escambau a quatro.... Que país é esse???


Se fizerem gato na agua da copasa, vou exigir os meus direitos de não pagar minha conta também, pois que pagou para ela chegar ate minha casa fui eu e os outros moradores da rua....


A comunidade do entorno não se solidariza com tal ato de vandalismo, anarquia e crime. Queremos Justiça e que a Paz volte a reinar em nosso bairro... e não mais uma favela onde a bandidagem e o tráfico vai estar...


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Invasores (invasão dandara) descumprem acordo e ocupam restante do terreno na Pampulha

O MST e Cia. querem por que querem empurrar goela abaixo do Governo de MG e da PBH a Invasão Dandara (Ocupação Dandara). Batem boca, reclamam da PMMG sem mesmo ter razão, inventam mentiras, ameaçam a população do entorno do terreno invadido, usam até mesmo crianças, idosos, mulheres grávidas, religiosos e políticos simpatizantes a sua causa.



Tinham sido autorizados a ficar apenas em uma parte do terreno e eis que no dominfo ultimo (12/07) tomaram conta de mais uma parte do mesmo, desrespeitando assim o acordo feito com a justiça para que ficassem nessa parte até a resolução do processo. Alegam que se a justiça suspendeu a liminar de reintegração de posse os mesmos já são legitimos possuidores do terreno, pode isso? Ainda não saiu a decisão judicial e já se dizem donos do terreno...



Mas temos que nos rebelar contra isso. É um acinte contra o direito de propriedade de todos nós.



Falam que a empresa deve impostos à Prefeitura de Belo Horizonte, mas isso não é um problema a resolver entre a PBH e a construtora? Então se deixo de pagar meu imposto o MST vem e tem o direito de invadir meu imóvel???


Falam que a mesma tem inúmeros processos na Justiça, mas como uma construtora que constrói prédios e casas não os iria ter? Vendem seus produtos e os inadimplentes não pagam o que ela deveria fazer? Deixar por isso mesmo ou tentar o recebimento via órgãos competentes no caso o TJMG????


Ora... Sabemos que no Brasil o déficit habitacional é grande, mas invadir propriedades alheias com o pseudo tema de dar moradias populares aos pobres é um crime grandioso. O MST incita a população a invadir uma propriedade e nem mesmo sabe se o terreno é público ou não. No caso do terreno da Construtora Modelo, como já se vê, da Construtora e não da PBH ou Estado ou da União, então é uma propriedade particular...


Porque então insistir em ficar no terreno? Algum interesse do MST há nisso não há? Claro que sim... Só uma dica: na divisão do terreno apresentada em seu Blog o MST fez constar no mesmo uma área livre de mais de 50.000 m², para que isso? Deslavadamente interesse não é mesmo? Comércio? Há dúvidas não é mesmo?


Reiteramos aqui nosso apoio ao Sr. Prefeito de Belo Horizonte quando diz que o terreno é particular e não consta no rol de desapropriações....


Reiteramos também nosso apoio a PMMG que verdadeiramente desde a invasão tem se portado de maneira exemplar, deixando sempre uma viatura ao lado do terreno para manter a ordem e o respeito ao restante das propriedades no entorno. E que se faça justiça e que Deus ilumine a mente dos Srs. Desembargadores para que os mesmos atuem de maneira imparcial e dando a posse a seus verdadeiros donos.


Está chegando a hora, o dia "D" esta chegando

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Invasão Dandara - Estamos com Marcio lacerda e PBH

Deixo aqui o meu total e irrestrito apoio a Prefeitura de Belo Horizonte e ao Prefeito Sr. Marcio Lacerda. Sua posição quanto à invasão do terreno pertencente à Construtora Modelo, no bairro Trevo, na Região da Pampulha é compartilhada e aprovada por todos os moradores do entorno.

Não somo contrários ao clamor dos mais necessitados por terra, mas contrários à forma que movimentos sociais inflamam-os para obter vantagens e benesses do governo. Porque não organizar e cadastrar os mesmos nos programas sociais do governo? Não! Querem é a desordem e o espaço na mídia que estes atos dão e nas próximas eleições veremos esses mesmos rostos estampados no horário eleitoral gratuito.

Nota-se descaradamente a conotação política do movimento no terreno invadido. Os líderes para inflar o movimento (invasão) insuflaram os moradores da comunidade vizinha, Vila Bispo de Maura, a invadirem o terreno também, prova disso é o constante movimento de pessoas da vila para a invasão e vice-versa, descaradamente, também, são vistas pessoas chegarem de carros e motos no terreno invadido, pessoas estas que sabemos possuirem suas casas e que estão se aproveitando da situação. Porque então os líderes do Movimento permitiram e permitem tal coisa? Será interesse?

Se estivessem lutando por moradias populares para os invasores, porque começaram a demarcar o terreno em lotes de 1.000 m²? Se os Srs. leitores passarem na rua sem pavimentação ao lado do terreno invadido verão a veracidade do que digo piquetes de 15 em 15 metros de frente, para que isso? Nota-se o grande interesse comercial dos invasores pois a região é valorizada.

Contragutalos-nos com o nosso Prefeito pois vemos que o mesmo é bem informado e sabedor das condições dos invasores. Quando for decretada a volta da posse aos legítimos donos veremos que o mesmo está super correto, só sobrarão uns poucos que realmente precisam e estes podem ser acolhidos nos abrigos da PBH e posteriormente inclusos nos programas habitacionais da PBH.

Avante Sr. Prefeito a população do entorno do terreno invadido quer justiça e não mais uma favela para causar transtornos à nossa região.


(Deuteronômio 19:14) - Não mudes o limite do teu próximo, que estabeleceram os antigos na tua herança...

(Deuteronômio 27:17) - Maldito aquele que remover os limites do seu próximo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Anarquistas e Invasores - Sobre invasão de terreno na Pampulha

Gente este pequeno texto, colhido na net, mostra o carater politico revolucionario da invasão. Não tem nada de social e nem se vão conseguir moradias. Os revolucionariozinhos estão com saudades dos velhos tempos quando participavam de um movimento estudantil. Hoje, não vejo mais a maioria dos que estavam no dia da ocupação. Até a tal coordenadora se foi, aparecia em entrevistas e tudo, deu um tchau e sumiu...

Cremos que como no Borges da Costa (bem lembrado pelos invasores) a justiça será feita e ficaremos livres destes anarquistas e desse MST, que desde sua criação é um movimento politico anarquico para-militar que quer tomar o nosso Brasil.
As instalações de uma entidade estudantil na região central, era esse o ponto de encontro. Cheguei por volta das 22:00. Já da porta, militantes do MST e uns rostos conhecidos entre os das Brigadas Populares. Logo chegam dois antigos compas meus da época do ME (Movimento Estudantil): um é hoje brigadista; o outro compartilha comigo a máxima "onde há fogo, levamos a gasolina?. Ambos "chutadores de catraca" natos.

Matamos o tempo com café (sem açúcar por favor) e canções latino-americanas-revolucionárias executadas no violão. Um pôster relembrando a Ocupação Borges da Costa (UFMG) dava o tom: a luta é antiga.

Partimos as 3:00am de ônibus em destino a mais um ponto de encontro. Comboio reunido (mais uns dois ônibus, alguns carros e um pequeno caminhão de carga), últimos detalhes acertados, e rumamos para a área a ser ocupada. Como diria um squatter polonês amigo meu: "It?s time to take action!".

O subúrbio ainda dormia. À medida em que as portas dos ônibus iam se abrindo, xs ativistas iam se espalhando sorrateiramente pelo imenso terreno. Onde a cerca havia sido derrubada, alertavam-nos sobre o perigo do arame farpado no chão. Os faróis do pequeno caminhão iluminavam o solo acidentado, grama, lixo. O enorme terreno vai até onde as vistas alcançam, só vejo uma margem das cercas. Começamos a descarregar: lona, ferramentas, alguns móveis em precárias condições. Atenção para os nomes das famílias dos "sem-teto" escritos nas colunas de madeira, cada uma já trouxe as estruturas de suas futuras casas.

Antes de o sol nascer já haviam algusn barracos levantados e uma grande tenda no meio do terreno (futura área de assembléia dos moradores). A(s) bandeira(s) vermelha(s) das Brigadas Populares em forma de estandarte logo na entrada anunciava(m) o caráter da ocupação.
Se quiserem ler o restante do texto busquem por "relato ativista" no Google, pois para mim chega, falar muito nesse pessoal me dá náuseas.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Invasao Dandara MST Reintegracao de Posse Pampulha

Invasao dandara - MST - Reintegracao de posse Pampulha Conforme dados abaixo, no dia 10/06 saiu a reintegração de posse do terreno na Pampulha invadido pelo MST e seus seguidores, a desocupação do terreno não tarda.

Data pauta: 10/06/2009
AUTOR: CONSTRUTORA MODELO LTDA; RÉU: MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA => Expeça-se competente mandado de citação e reintegração de posse. Adv - ALEXANDRE A.NASCENTES COELHO, FABIO ALVES DOS SANTOS, CRISTIANO DE MELO BASTOS, PAULA ASSIS NASCENTES COELHO.
(fonte: TJMG).

Nós os moradores da região estamos aliviados, pois com o cumprimento do mandado teremos a certeza de que findará os horrores aos quais ficamos sujeitos desde a invasão, pois ter nossas casas arrombadas e nossos pertences subtraidos e sermos ameaçados verbalmente por ser contra a invasão é o caos.

Em, 15/06 soubemos que o MST entrou com um mandado de segurança contra a descisão do desembargador Tarcisio M Costa da 9ª Camara Civel alegando Direitos Humanos, assim eu pergunto: E nossos direitos? Não temos? Temos que ser roubados e afanados por tais delinquentes e ficarmos calados?
Hoje, 17/06 soubemos que a Corte Superior do TJMG, suspendeu a Liminar de reintegração de posse conseguida pela Construtora junto a 1ª a 2ª Instancias, beneficiando os invasores que podem ficar no terreno até o julgamento do Mandado de Seguirança impetrado pelo MST. O mandado vai ser julgado pelo Desembargador Nepomuceno Silva que vai ouvir o Juiz de Direito da 20ª camara Civel e o desembargador Tarcisio M. Costa da 9ª Camara Civel.

Falam que há no terreno invadido mais de mil crianças e suplicam por seus direitos. Nos moradores afirmamos que no local já não existe mais do que uns cem invasores e por consequencia voces devem imaginar quantas crianças existem no local. Informantes dizem que a maioria dos barracos de lona estão vazios e confirmadas ao ouvir eles dizerem em alto e bom som através de seu serviço do som em reunião dos mesmos ontem.

Também, é público e notório que o MST usa crianças e idosos para sensibilizar as autoridades... No blog dos invasores, os mesmos com tom apelativo exibem até fotos de crianças com a camiseta com a logo dos invasores.

Pergunto, onde estão as autoridades o MP que não vê tal ato? Expor crianças a apreciaçao de outrem mesmo com motivos para sensibilizar autoridades não é crime? Acho que isto esta previsto no ECA (Estatuto da Ciança e Adolecentes). Art. 232. Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento; Pena - detenção de seis meses a dois anos.
É por isso e outros fatos que somos contrarios a tal invasão. cremos que fazer politica habitacional é caso para a Prefeitura e seus orgão, mas com terras improdutivas e que tenham seu fim destinado ao fato. Invasão de bemparticular, não.
Porque eles não vão olhar as terras inabitadas nos arredores de BH? Porque? Ah! porque lá o terreno não vale nada não é MST, querem é esse as margens da Pampulha... será porque? Pelo valor? Caros leitores busquem no Google materias a respeito e verão o que fazem com os os terrenos que ganham do Governo em assentamentos... Procurem e verão: só beneficio financeiro...
Alguns links...
Emfim esperamos que o mandado de reitegração de posse seja ratificado e cumprido pelo Desembargador da Corte Superior do TJMG, pois senão será um inferno para nós moradores da região. Confiamos na Justiça de MG e do Brasil. Pois se do contrário teremos a certeza que o MST manda no Brasil,

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Invasores já podem ser despejados

Ordem de despejo foi determinada nessa segunda-feira pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Mais de mil famílias sem teto mantêm a ocupação no terreno de 40 mil metros quadrados no bairro Céu Azul, na região da Pampulha, apesar da ordem de despejo determinada nessa segunda-feira pelo desembargador Tarcísio José Martins Costa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A medida permite que as famílias que residem no local há dois meses sejam despejadas pela Polícia Militar.
Conforme nota da Comissão Pastoral da Terra (CPT), as famílias estão dispostas a resistir ao despejo. "Daqui não saímos. Daqui ninguém nos tira. Não temos para onde ir. O justo é ficarmos aqui. Por isso lutaremos sem arredar o pé", afirma a nota.
Segundo o assessor da CPT, Frei Gilvander Luís Moreira, a decisão é "equivocada, injusta, ilegal e pode resultar em massacre de pobres inocentes que lutam pelo elementar direito à moradia".
A comissão jurídica que acompanha a ocupação já entrou com medidas judiciais para tentar rever a medida.
Organizada pelo MST e Brigadas Populares, a ocupação denominada Dandara começou com 150 famílias, mas hoje conta com 1.087 acampadas e cerca de quinhentas em lista de espera. O terreno pertence à Construtora Modelo que desde a ocupação, tenta a reintegração de posse. A construtora informou que tem projeto de construir um condomínio no local.
Voltando atrás
Em abril, a Justiça havia concedido liminar que suspendia a reintegração de posse do terreno. Líderes da invasão afirmam que o terreno estava há mais de 40 anos sem utilização e não cumpria função social. O grupo afirma que a intenção é construir casas no local e trabalhar na produção agrícola.
De acordo com o militante das brigadas populares, Joviano Mayer, as famílias são provenientes de vários bairros da região metropolitana de Belo Horizonte, como Novo Boa Vista, Céu Azul e região do Barreiro. que vivem em condições precárias, que não conseguem pagar aluguel ou são moradores de rua, e, diante de um momento de crise, não encontraram outra saída se não ocupar o terreno.
Fernanda Penna - Jornal OTempo
Comentários:
Essa CPT Comissão Pastoral da Terra é a maior criadora de favelas do Brasil. Como pode a Igreja se misturar com tal coisa?... Hum ai deve ter...
produção agricola em area urbana? Tenha dó Sr. Joviano... Além do mais a maioria do povo que esta dentro do terreno (hoje não passam de uns cem) não quer nada com a dureza... Informantes disseram que lá dentro já tem trafico, roubo (roubaram até a coordenadora do MST Sra. renata que após o fato abandonou a invasão) e prostituição (sabe-se de barracas com mulheres nuas se oferecendo)... está o caos.
Justiça seja feita. retornem a posse aos verdadeiros donos...

sábado, 9 de maio de 2009

Os 25 anos do MST: invasões, badernas e desafio à lei


Na última terça-feira, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) completou 25 anos. Mantendo a falsa bandeira de sua incansável luta pela reforma agrária, o MST conseguiu permanecer impune das ações criminosas que cometeu ao longo de sua existência. Há tempos que a organização não quer mais apenas um pedaço de terra - e sim toda a terra. Em reportagens realizadas ao longo dos anos, VEJA acompanhou o crescimento, a desmoralização e os crimes cometidos por essa organização que não possui sede fixa e nem estatuto.
Em 19 de junho de 1985, VEJA registrou a confusão provocada pelo então presidente José Sarney ao anunciar seu Plano Nacional de Reforma Agrária. A revista afirmou que Sarney "atingiu um vespeiro que havia vinte anos não estava tão agitado". Naquela ocasião, 45 famílias invadiram, armadas de foices e facões, uma área de 1.300 hectares no Ceará. Assustados, os proprietários de terras passaram a armar seus funcionários com revólveres e espingardas. "A ordem é clara: atirar primeiro e perguntar depois", dizia a revista.
Cinco anos depois, em 15 de agosto de 1990, a revista registrou um grande conflito que chocou a população brasileira. "Pontudas e afiadas, empunhadas por homens de braços musculosos e botinas cobertas de terra, centenas de foices fizeram sua mais trágica aparição nos conflitos sociais do país, na Praça da Matriz, bem no centro de Porto Alegre". Cerca de 400 agricultores confrontaram a lei sem nenhum pudor. Eles montaram um acampamento a poucos metros do Palácio Piratini, sede do governo estadual. No fim, depois de tiros disparados pela tropa de choque, vidraças quebradas e alguns feridos, o saldo final: um soldado da Brigada Militar foi assassinado. "Degolado, o soldado cambaleou alguns passos, disparou um tiro a esmo e caiu no asfalto, onde os assassinos o deixaram agonizar até ser recolhido por um comerciante das proximidades", dizia a revista.
Em 23 de abril de 1997, VEJA registrou uma marcha que reuniu 40.000 pessoas. Na reportagem, a revista definiu o MST: "A rebeldia é a marca do MST. Os sem-terra não aguardam quietinhos as decisões da Justiça. Não fazem lobby para modificar as leis no Congresso. Não, nada disso. Eles tomam as terras primeiro, conversam depois. São gente brava, que invade o terreno onde se funda a ordem capitalista: a propriedade privada".
Naquele mesmo ano, na edição de 6 de agosto, VEJA traz uma entrevista com o líder do Movimento dos Sem-Terra, o economista João Pedro Stedile. Em suas declarações, ele critica o governo Fernando Henrique Cardoso - o presidente que havia realizado o maior número de assentamentos - e afirma que está empenhado em derrubar o modelo econômico neoliberal. "Aqui vem o meu alerta para Fernando Henrique e a elite brasileira: se uma população tão grande de excluídos continuar à solta, sem organização, aí sim o Brasil vira barril de pólvora", disse o líder.
As invasões e saques em bancos e delegacias promovidas por militantes do MST provocaram indignação no então presidente Fernando Henrique Cardoso. "Quando o MST entra num banco é igualzinho, igualzinho, a alguém que entrou num banco como assaltante", afirmou na edição de 3 de junho de 1998. Ainda em 1998, na edição de 7 de outubro, o líder dos sem-terra, Jaime Amorim, chegou admitir o uso da luta armada em algumas circunstâncias.
Dois anos mais tarde, VEJA de 10 de maio de 2000 registrou a ação "mais espetacular" do MST desde que foi criado. "Numa operação relâmpago e inédita, cerca de 5.000 sem-terra ocuparam prédios públicos em catorze capitais. Outros 25.000 realizaram invasões pelo interior e passeatas. Em três lugares, foram atacadas sedes regionais do Incra, o órgão do governo federal encarregado da reforma agrária. Em onze, o MST escolheu escritórios do Ministério da Fazenda", relatou a reportagem. Segundo a reportagem, o MST pretendia tomar o poder no país por meio da revolução. A partir daí, a estratégia seria implantar no Brasil um socialismo tardio.
Segundo uma pesquisa realizada em novembro de 2000, 57% da população não apoiava o movimento e 67% acreditava que sua ação é mais política do que social. Outros 70% afirmaram que os líderes conduzem as reivindicações de maneira errada e 87% defenderam que o governo fizesse uma auditoria nas contas do movimento. Os dados foram revelados pelo então ministro do Desenvolvimento Agrário, Raul Jungmann, em entrevista às páginas amarelas de VEJA de 15 de novembro de 2000.
Na edição de 18 de junho de 2003, VEJA trouxe uma reportagem de capa com José Rainha Júnior, um dos líderes mais rebeldes do MST. Os repórteres relatam a experiência de acompanhar o cotidiano e fazem um panorama histórico do anticapitalista e antiimperialista Rainha. "Para colocar o nome na lista dos sem-terra, os candidatos precisam apenas montar e cobrir o barraco. Se o movimento acenasse com a possibilidade de ganhar uma bicicleta, moto ou aparelhos de TV em vez de um pedaço de terra, estaria arregimentando gente com o mesmo tipo de sucesso. Muitos vão embora ao cabo de alguns dias e abandonam os barracos. Os que ficam são os mais miseráveis, atraídos pelas cestas básicas enviadas pelo governo", dizia a revista. Ocupação Dandara Invasão Dandara

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ocupação Dandara - O MST e suas metas (estudo)


Ainda há quem acredite que o MST deseja de fato resolver um problema de terra para o trabalhador rural! E tal idéia esquisita existe até em não poucos dirigentes do País. Entretanto o movimento alardeia, para quem quiser ver e ouvir, estar alinhado a uma internacional de esquerda, que trabalha para tomar o Poder e impor ao Brasil um regime de tipo marxista (Gregório Vivanco Lopes)

Um "Curso de capacitação de militâncias do Cone Sul" foi realizado de 19 de abril a 8 de maio, em Sidrolândia (MS), contando com a presença de brasileiros, argentinos, chilenos, paraguaios e bolivianos. Promovido pelo MST juntamente com uma tal de CLOC (Coordenadoria Latino-Americana de Organizações do Campo), o Curso teve como palco um antigo seminário dos padres capuchinhos, atualmente dirigido por dois frades, sob o nome de Centro Cultural São Francisco de Assis.
Ali estavam reunidas as várias siglas da esquerda: CUT, CONTAG, PT, CPT e algumas ONGs internacionais. Presente na inauguração o governador do Estado, conhecido como Zeca do PT.
Temos em mãos o documento final que emitiram (*). Embora se apresente como um documento do MST e seja uma análise (marxista) da realidade brasileira, é quase todo ele escrito em língua espanhola, o que é muito suspeito.

Dinheiro para tomar o Poder e apoio das paróquias
Entre as normas e diretrizes ministradas no Curso, estava a de que "dinheiro não é nem será problema para bloquear estradas, promover invasões em todo o País". Visam ainda "a tomada dos bens de produção".
Os caminhos a trilhar para “a libertação do proletariado” são “a Reforma Agrária e o socialismo”. Para isso são válidas “todas as formas de luta possível, tendo sempre em mente o poder". Assim, os militantes "devem saber combinar táticas para atacar em diferentes pontos do País".
Os frades forneciam café da manhã, almoço e jantar. Comida farta e diária barata: R$ 8,00 por pessoa.
Aliás, a imensa importância logística de milhares de paróquias espalhadas por todo o território nacional, interligadas e conectadas, "muito contribuiu para desenvolver o MST, através de suas pastorais", reconhece a organização. Poder-se-ia acrescentar ainda que a “esquerda católica” é a verdadeira mentora ideológica do MST e sua contínua inspiradora e propulsora.
A colaboração da imprensa é indispensável: "a necessidade de promover ações para aparecer na imprensa".

Confissão estarrecedora: as verdadeiras intenções
A chamada luta contra o latifúndio, outra coisa não é senão a velha luta de classes marxista. Pois o MST "é também um movimento político, porque ao lutar pela Reforma Agrária no Brasil, atinge diretamente os interesses da oligarquia rural e do Estado". E ainda: "a luta adquire um caráter político e de classe".

As lições de marxismo se sucederam durante o Curso.
Confessam agora que a Reforma Agrária não é feita para melhorar a condição econômica do lavrador pobre e sim por razões político-ideológicas: "A luta pela terra” passou “do plano da conquista econômica para a luta política contra o Estado e não simplesmente contra o latifundiário”. Por isso, “apenas ocupar a terra para trabalhar é uma posição já superada que não se sustentará". “Os dirigentes possuem um sonho revolucionário, que é construir sobre os escombros do capitalismo uma sociedade socialista”.
Uma verdadeira inquisição deve exercer cuidadosa “vigilância para evitar desvios ideológicos; por menores que estes pareçam, deve-se procurar eliminá-los, pois poderiam pouco a pouco ganhar força e transformar-se em tendências dentro da organização”.
Seria uma ingenuidade perigosa achar que os assentamentos de Reforma Agrária são planejados para que agricultores neles produzam. Antes de qualquer coisa, eles constituem uma base de operação para o MST, uma rede capaz de agir em todo o País num momento dado. Daí "a organização dos núcleos, os grupos-motores, dentro dos assentamentos, onde está constituída a base do MST". É preciso promover “a organização social dos assentados”.
Apresentam ainda, em 15 páginas, “um resumo geral sobre a história da Humanidade desde os tempos das cavernas”, onde tudo é interpretado segundo a ótica marxista. Talvez em nenhum outro lugar do documento se possa apreciar uma junção tão extravagante entre a parcialidade ideológica e o ridículo.
O pobre leitor se vê arrastado através das várias épocas da História até chegar à “luta dos trabalhadores rumo ao socialismo”. Dessa luta são apresentados marcos importantes como a Revolução comunista de 1917 que criou a União Soviética, incluídas nela, em 1945, várias nações. Só que, curiosamente, a cronologia que começara com a criação do mundo, pára de repente em 1979, de modo que o leitor não fica sabendo que o socialismo fracassou rotundamente em todos esses países e que a União Soviética caiu de podre! Mais ainda, o marco final, de 1979, é a tomada do governo da Nicarágua pelos sandinistas. Oculta-se, pois, que estes há muito tempo foram apeados do poder pelo voto popular.
Será que os autores desse “resumo geral sobre a história” querem incutir em sua massa de manobra a idéia de que o mundo acabou em 1979!? Viveríamos agora no limbo? Ou talvez no purgatório?

Trabalho... junto ao povo para obter seu apoio
O fato de que a opinião pública (a "massa") não concorda com a ideologia dos dirigentes do MST também vem aludido no documento final. Propõe-se então desenvolver uma ação que vise mudar as convicções das pessoas para torná-las revolucionárias:
“A massa pode não ter consciência dos problemas que tem” por isso “os dirigentes precisam saber formular propostas e ter capacidade de convencer a massa de que estas propostas são as melhores”.
“A massa por si só não se organiza”, então deve haver um “grupo” que a dirija: “as tarefas de massa devem ser preparadas e discutidas no grupo .... os grupos dão forma e corpo ao trabalho de massa”.
"Muitas vezes as aspirações dos dirigentes não são as mesmas da massa. Nesse caso, é preciso desenvolver um trabalho ideológico para fazer com que as aspirações da massa adquiram caráter político e revolucionário".
Há nesses textos uma confissão indireta mas preciosa de que as tais aspirações das massas, das quais os revolucionários se fazem porta-vozes, não passam de uma balela para enganar otários. Na verdade, trata-se de uma "elite" (melhor se diria uma anti-elite), intoxicada de princípios marxistas e que deseja fazer a opinião pública engolir esses princípios de qualquer modo: se não o consegue pela persuasão, é pela propaganda ou pela força.
O fato é que a Reforma Agrária continua sendo imposta à revelia da população brasileira. A maior parte dos brasileiros desconhece o assunto. Pesquisa feita pela MCI-Marketing constatou que 64% dos entrevistados desconhecem inteiramente o tema Reforma Agrária. Ademais, 91% dizem que “o governo deveria divulgar mais informações” sobre o assunto.
É impossível não lembrar aqui a lucidez de visão do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que com tanta antecedência e em numerosas ocasiões, denunciou esse divórcio existente entre as cúpulas revolucionárias e a opinião pública. Divórcio que é sentido na própria carne tanto pelos dirigentes da guerrilha colombiana, do Sendero Luminoso, como do MST ou de qualquer outro movimento que anseia tomar o poder para impor regimes de índole comunista.
E no fim do Curso, vem uma afirmação que equivale a um aviso para todos os brasileiros: "Os audazes sempre prevalecem sobre os medrosos".
Ou seja, se houver um acovardamento daqueles que não concordam com o MST, as teses marxistas do movimento dominarão o Brasil, como a minoria comunista tomou conta da Rússia em 1917.
A transparência das intenções do MST é total, diz um diário paulistano: a sensação é a de uma "declaração formal de guerra ao Estado Democrático". Apesar disso, o MST "não é perturbado pelas autoridades do governo".



CNBB: tenta arrancar apoio popular para os sem-terra
No momento em que o MST torna claros seus planos de tomada do poder no Brasil para impor um regime marxista, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pede ao público que apoie os sem-terra. Como se vê, a Teologia da Libertação -- embora o Vaticano tenha denunciado seu cunho marxista -- continua a ser o motor da “esquerda católica” no Brasil.
Conhecedores de que o povo católico é em sua grande maioria contrário ao movimento de invasões da propriedade alheia – e sobretudo contrário à violência e ao comunismo – os Bispos dirigentes da CNBB fizeram um "veemente apelo" ao povo brasileiro para que "realize significativos gestos de solidariedade" em favor dos que chamam de "irmãos sem-terra".
Não se conformando com a falta de apoio popular à causa dos sem-terra, a CNBB chama a população para uma mobilização geral: o povo "precisa mobilizar-se para implantar condições suficientes que permitam a construção de uma nação socialmente justa". E mais: "Incentivamos todos os que estão positivamente comprometidos com essa causa".
A nota, intitulada "O Clamor que vem do campo", mostra ainda um indisfarçável desagrado com o fato de os invasores terem sido despejados de numerosas fazendas que ocupavam ilegalmente no Paraná. E acusa o governador do Estado de conivência em relação às torturas e outros tipos de violência contra os sem-terra.
O comunicado pede ainda uma Reforma Agrária "ampla e integral" e foi divulgado pelo próprio presidente da CNBB, D. Jayme Chemello.
Aliás, a Pastoral da Terra já vai aplicando esses princípios. Entre os sem-terra que saquearam três caminhões em Porto Feliz (SP), em fins de maio, encontrava-se o professor de sociologia, Marcelo Buzzeto. Ele trabalha na Pastoral da Terra em São Paulo e dá aulas na Universidade Bandeirante (Uniban), de São Bernardo do Campo.
O motorista de um dos caminhões saqueados reconheceu o professor como sendo um dos integrantes do grupo que o ameaçou com facões.
Convém lembrar que o Papa João Paulo II já se pronunciou contra as invasões de terra.
O governo do Paraná, em Nota Oficial, desmentiu que houvesse torturas aplicadas a sem-terra durante as reintegrações de posse naquele Estado. Diz a Nota:
O sem-terra Geraldo José dos Santos apresentou-se "na sede da Comissão Pastoral da Terra, onde passou a acusar a polícia de tê-lo agredido fisicamente durante a reintegração de posse .... baseia-se em supostas alegações de médicos que não quiseram se identificar. .... Com relação às demais acusações do MST e da CPT, a Secretaria da Segurança Pública do Paraná informa que todas as 14 reintegrações de posse foram efetuadas de forma pacífica. .... Os membros do MST que alegam ter sofrido algum tipo de violência durante as desocupações foram submetidos a exames de lesões corporais, cujos laudos médicos não apontam qualquer tipo de lesão que pudesse caracterizar o emprego de práticas de tortura ou meio cruel .... lamenta que os integrantes do MST façam uso de denúncias totalmente infundadas".
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Vandalismo e atuação subversiva do MST
As áreas das quais os sem-terra foram despejados no Paraná sofreram verdadeiro vandalismo durante o tempo em que permaneceram ocupadas.
Relatório de deputados paranaenses mostra que houve danos "em escala ampla e generalizada", inclusive roubo de gado. Cercas e mangueiras de gado são derrubadas e as casas das fazendas têm os seus utensílios roubados e danificados para que o dono perca o interesse pela propriedade. Quase não há sinais de plantação, apesar de algumas fazendas terem permanecido invadidas durante quase quatro anos.
Por outro lado, relatórios da Secretaria de Segurança do Paraná afirmam que os integrantes do MST no Noroeste daquele Estado estão armados e preparados para reagir à ação policial.
O secretário de Segurança, Cândido Manuel Martins de Oliveira, disse que o treinamento para usar essas armas e o ensino de táticas de guerrilha seriam dados em instituições administradas pelo MST e cita o Centro de Formação e Pesquisa Ernesto Che Guevara (Cepag).
— Não há dúvida: existem indícios de práticas subversivas, inclusive treinamento de guerrilhas, no Cepag — afirma.
Na biblioteca do Cepag, entre os livros Terra, de Sebastião Salgado, e A vida de Lenine, há uma foto em que aparece o revolucionário Ernesto Che Guevara.
— Esse é o nosso herói, a inspiração de todo mundo aqui — afirma Arizinho, 18 anos, que mora no local.
A atuação criminosa do MST no Paraná vai longe! Uma escuta em telefones de líderes da organização, amparada judicialmente, revela as ameaças de morte que eles fazem à juíza da Comarca de Loanda (PR): "Nós vamos lá no Fórum amanhã e vamos tirar a cabeça da juíza fora", afirma Jaime Dutra Coelho; "É, né? Tem que ir com as foices", diz Gilmar Mauro, coordenador nacional. Falam ainda em colocar fogo no Fórum etc.
A juíza Elisabeth Kather, de Loanda, viu-se obrigada a pedir proteção policial para si e para o Fórum.
Por sua vez, o deputado federal Francisco Graziano denunciou que agitadores rurais estão se armando também no interior de Minas. Ele quer estabelecer uma CPI na Câmara para apurar a atuação do MST. Conseguirá ele enfrentar o forte lobby socialista encabeçado pela esquerda católica?

(*) Sobre os temas tratados neste artigo – incluídos os dois quadros -- foram publicadas diversas notícias na imprensa, que nos ajudaram a complementar a matéria: “O Globo”, 13-6-1999; “Jornal do Brasil”, 31-5-99; “Gazeta do Povo”, Curitiba, 18-6-99; “O Estado do Paraná”, 29-5-99; “Folha de S. Paulo”, 29-5, 9 e 26-6-99, "O Estado de S. Paulo", 29-5, 9, 20, 21,22, 24, 25 e 26/6/99.