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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Justiça decidirá Reintegração de Posse na proxima Quarta-Feira (Invasao Dandara)

No próximo dia 14 de abril (Quarta-feira) será apreciado pela Corte Superior de Justiça de Minas Gerais o mandado de Segurança impetrado pelo Serviço de Assistência Judiciária da PUC Minas – SAJ/PUCMinas em favor da Invasão Dandara.

Se o mandado de Segurança for mantido, a liminar do juiz de primeiro grau continuará suspensa, porque a liminar do Des. Mota e Silva voltará a valer. Mota e Silva entendeu que a empresa não havia demonstrado deter a posse do imóvel e, por isso, determinou a suspensão da liminar de reintegração de posse.

Se o mandado de Segurança for cassado a decisão do Des. Tarcísio continuará valendo juridicamente e abrirá caminho para que a REINTEGRAÇÃO DE POSSE em favor dos verdadeiros donos, a Construtora Modelo, seja cumprida. 

Esperamos que a se faça justiça e que a reintegração de posse seja mantida, pois já não aguentamos mais as desavenças que ocorrem no Bairro. As ameaças, arrombamentos de casas e assaltos continuam, fora a sujeira e tudo o mais.

Não à Favelização! Não queremos mais uma favela na Pampulha! Ordem e Progresso Já!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Juiz concede limiinar a invasores

Assentamento Dandara, nos bairros Céu Azul, Trevo e Mangueiras, ocupado por cerca de 880 famílias



A chance de início de obras para a construção de moradias populares em Belo Horizonte dentro do programa Minha casa, minha vida está mais distante. A Justiça concedeu liminar favorável aos ocupantes do terreno batizado de Dandara, em área de 315 mil metros quadrados na região da Pampulha. A área foi ocupada há um ano por ação conjunta do Fórum de Moradia do Barreiro, as Brigadas Populares e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). O terreno ocupa um quarteirão inteiro no limite divisa dos bairros Trevo, Céu Azul e Mangueiras, na Região Norte da capital. Cerca de 880 famílias (5 mil pessoas) que habitam a área causam revolta na vizinhança. Moradores da redondeza alegam que a ocupação trouxe prejuízo de cortes na eletricidade e aumento da criminalidade na região.

A decisão do juiz Manoel dos Reis de Morais, da 6ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte, garantiu aos ocupantes o direito de permanência no local. “Minha conclusão é a de que estamos diante de um conflito e direitos – propriedade x moradia – e os elementos de prova indicam o segundo como de maior peso a ser protegido, diante do perigo que corre de perecer antes da solução final do processo, razão pela qual a medida liminar de garantia de posse deve ser deferida”, alegou o juiz. A decisão foi favorável a uma ação civil pública ajuizada pelo Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública Estadual contra o estado de Minas Gerais, a cidade de Belo Horizonte e a Construtora Modelo, dona do imóvel. A direção da Modelo alega que está pronta para iniciar obras de moradias populares na região e afirma que vai recorrer da decisão judicial.

A decisão da Justiça foi comemorada pelos ocupantes do terreno, que estão hoje sob a coordenação principalmente das Brigadas Populares. “Já começamos no fim de semana um mutirão para a construção de um centro comunitário. Vamos ter aula de inglês, música, turma de alfabetização e área com dois blocos para nossas assembleias”, afirma Joviano Mayer, um dos coordenadores dos nove grupos do Dandara. A meta dos moradores, diz Mayer, é desenvolver um plano diretor com projeto urbanístico para a área. “Não queremos reproduzir mais uma favela lá, como estão falando. Vamos olhar a parte urbanística e ambiental. Somos também vítimas do programa Minha casa, minha vida, que até hoje não construiu nenhuma moradia popular em Belo Horizonte”, ressalta o coordenador.

Segundo ele, os habitantes do Dandara tentaram negociar com a prefeitura de Belo Horizonte as obras para moradias no terreno. “Fizemos a proposta de deixar 50% das famílias que já estão lá e incluir o restante de famílias contempladas por interesse social da prefeitura, mas eles não aceitaram”, diz. O diretor da construtora Modelo, Fábio Guimarães Nogueira, também discorda da proposta. “Não acreditamos que a ocupação do terreno seja uma solução de moradia. As obras precisam ser feitas com projetos de infraestrutura adequados para a região”, afirma.

O secretário de administração regional da Pampulha, Osmando Pereira, alega que a ocupação Dandara não faz sentido. “Temos uma fila grande de pessoas aguardando a seleção para a casa própria. É como se as famílias que estivessem lá furassem a fila. E tem gente de outras cidades e até de outros países ali”, diz. A ocupação, afirma, trouxe uma clientela nova para a região e não há infraestrutura suficiente para atender às demandas locais.

Geórgea Choucair - Estado de Minas

Publicação: 06/04/2010 06:27 Atualização: 06/04/2010 07:47

Comentários

Autor: Etiene Oliveira

Um absurdo o que acontece aqui na região desde essa invasão. O que as autoridades não sabem é que a maioria tem casa na Vila Bispo de Maura. É um povo baixo que joga lixo e esgoto na rua, brigam,ameaçam a vizinhança! Esse Joviano Mayer é um estudante aspirante a advogadozinho medíocre! Fora MST!!!


Autor: Joel Francischetti
Olhem na Foto é ou não é uma favela e, onde há fumaça há fogo! Estão vendendo sim já áreas no terreno invadido. Tem gente que tem mais de um pedaço demarcado e já está vendendo as partes...e, todos pagam para às coordenações um valor em dinheiro mensal, ouví isso da boca de um invasor no ponto onibus

Acho também, não tenho certeza, que a Vara competente para julgar esses conflitos são as varas civeis e não a Vara de Fazenda que obsta em julgar conflitos como Tributos Estaduais e materias de interesse do Estado de MG, o que parece que não é o caso, não é mesmo?
utor: Joel Francischetti


E a insegurança então... roubos assaltos e invasoes de residencias... minha casa foi arrombada 3 vezes após a invasão, antes era uma paz só! e o DIREITOS HUMANOS!!! Acho que teriam de atentar para isso e não DEFENDER BANDIDOS que roubam terras e tudo o mais...

Autor: Fabrí­cio Moreira
Ao senhor Leandro muniz desses comentários aqui... Queria ver se a invasão fosse na sua casa ou em um lote ao lado de seu apto se vc iria dizer que isso é um símbolo de cidadania.É um absurdo o que se faz.Invadir um terreno PRIVADO e ainda ter que ouvir que é um símbolo de cidadania.ACORDA!!

Autor: Joel Francischetti
Tambem esclareço que isto é uma manobra politica do MST e seu braço Brigadas Populares para desestabilizar a politica habitacional da PBH que está indo de vento em popa com o Vila Viva etc... BH está resolvendo o problema das favelas

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Leandro , desde quando eu compro não tenho que dá satisfação do que devo ou não fazer, desde que esteja dentro da lei. agora, deixe eles praticar "cidadania" no que é seu ou em frente a sua casa. Vai mudar de opinião e dizer que filho de pobre não tem sorte.Dignidade é ser honesto e trabalhador.

Autor: Patricia Francisca dos Santos
Para conseguir algo, me individei até o pescoço, sou trabalhador igual a qualquer um. Estes movimentos são nojentos, querem tudo de graça, façam como eu, trabalhem para comprar.

Autor: Transcurier LTDA
O governo também nunca me deu moradia... quer dizer então que só por isso posso sair invadindo terrenos PRIVADOS por aí? Alguém investiu dinheiro PRIVADO, e NÃO PÚBLICO na compra desse terreno. Isso é invasão de propriedade. É CRIME! Chega de passar a mão na cabeça desses movimentos ditos "sociais"!

Autor: humberto gobira
É muito triste o problema da moradia no Brasil, para as pessoas carentes e a responsabilidade total é dos governantes. Não poderia deixar que fossem construidas favelas em local nenhum, com invasão ou sem invasão. Cadê a autoridade dos governante?

Autor: leandro muniz
A ocupação Dandara é um símbolo de cidadania! O lote que antes era usado para especulação imobiliária, hoje serve de moradia para as famílias desabrigadas. O juiz simplesmente seguiu aquilo que está na constituição. Parabéns ao MST e as Brigadas Populares por fazer valer o direito a dignidade humana!

Autor: Antonio Aldo Nogueira Goncalves
Enquanto não houver uma politica séria, mas sim esses grupinhos de PT e similares que usam o povo para elevá-los, será essa vergonha. Esses MSTs deveriam ser esmagados ao nascer...

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Se houvesse interesse "politico", tudo ja estaria resolvido. Vejam a linha verde, cid. administrativa, antonio carlos, etc.Mas como envolve povo não fazem nada.Deveriam fazer casas populares com infraestrutura e pronto, que estes movimentos, principalmente mst que vão para o inferno, só agitam...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Vereadores intimidados votam PL 728/09 (Minha casa Minha Vida) sem o art 13.

Os vereadores de Belo Horizonte deixaram de dar uma grande contribuição à população do Município de Belo Horizonte ao rejeitarem o artigo 13 do Projeto de Lei 728/09, que estabelece normas para o Projeto Minha Casa Minha Vida da Prefeitura de Belo Horizonte.


Pressionados pelos invasores presentes na CMBH nos dias de votação (Invasão de Camilo Torres no Barreiro e Invasão Dandara na Pampulha) os vereadores alegaram a inconstitucionalidade do artigo para o retirarem do Projeto.


Com isso, admitiram que invasores de terrenos possam participar e tomarem o lugar de pessoas carentes e que realmente precisam nos projetos Habitacionais da PBH e Minha Casa Minha Vida.


Abaixo a relação dos vereadores que votaram pela rejeição do artigo.

Os leitores saberão analisar e ver em quem votar nas próximas eleições.


1 Sim, 6 abstenções e 21 contra o artigo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

As verdadeiras intenções do MST na invasão do terreno particular na Pampulha.

...."Além disso, uma área nossa dentro de uma região metropolitana pode funcionar como centro de referência para a luta pela terra, recebendo as famílias para as quais nenhuma outra saída restasenão a de lutar pelos seus direitos."...(ocupacaodandara.blogspot.com)
Gente os dizeres acima foram retirados de uma postagem no blog oficial dos invasores, diga-se, de propriedade do mst e brigadas populares.
Leram bem?...
Como já foi denunciado aqui nesse Blog,em postagem anterior, vemos agora claramente a intenção do mst instalar uma base no terreno particular invadido, ou seja, parte do terreno para eles. Sabiamos do interece financeiro na área, agora é fato, mas, sabemos que a Justiça Mineira não irá se compactuar com essa corja, CANCER DO BRASIL, que procura desestabilisar a sociedade brasileira, escondida atrás de um pseudo "movimento social". Fora Dandara! Fora MST e Cia!!!
Obs: Comentem, voce acha justo isso? Queremos a desocupação já!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Moradores assustados veem o nascimento de mais uma favela em BH


Os moradores no entorno do terreno invadido pelo MST e Brigadas Populares na Pampulha, estão perplexos com a facilidade com que os invasores estão tendo para entrar com materiais de construção no terreno invadido.

A PM tem tentado em vão coibir tal ato, mas o efetivo é pouco e as rondas no entorno do terreno não tem conseguido ter eficácia. Enquanto isso, os moradores vêem a cada dia paredes de tijolos serem levantadas e surgindo um novo barraco, agora de tijolos. Já podem ser vistos vários destes espalhados pelo terreno.
Uma das táticas dos invasores é entrar com materiais em seus próprios carros, isso mesmo, eles tem carros!, aliás, tem casas também, são aproveitadores e adentram a toda hora com os mesmos no terreno, nota-se os mesmos pesados e ali vai mais uma partida de tijolos, cimento e ou areia. Já se fala da venda de terrenos (R$ 1500 por um pedaço de, e por enquanto disse-me uma pessoa).
Como já disse a policia quando flagra tem feito o seu papel, mas nada pode fazer de concreto enquanto o processo corre na Câmara Superior do TJMG, que parece estar emperrado, num vai-e-vem de petições e vistas e enquanto caminha a passos de tartaruga a população sofre.
Sofre com as ameaças aos seus lideres comunitários e aos moradores, sofre com a degradação do meio ambiente onde vê com tristeza o assoreamento e a poluição das nascentes e cursos d’água existentes no terreno, sofre com os “gatos” de água e de energia, que prejudicam os moradores pois queimam a iluminação pública e provocam a queda de tensão nas residências, e também sofrem quando chegam à suas casas, depois de um dia estafante de trabalho e a encontra arrombada, com seus pertences revirados e roubados. Nunca se viu tanto roubo e arrombamentos de residências como após a chegada dos invasores.
Os moradors, esperam que a Justiça de Minas Gerais não tolere tal ato e dê a reintegração de posse para os verdadeiros donos do terreno. Que seja feita justiça, como em São Paulo e no Sul. Vai haver resistencia por parte dos invasores? temos certeza que sim, mas temos certeza que a Policia Militar de Minas Gerais está super preparada para tal.







Como se vê na foto acima, tijolos estão entrando a toda hora no terreno.

Por causa dos tijolos acima, a PM chegou mas nada pode fazer eles já estavam dentro do terreno, deu confusão

Nessa rua, já se veem os "Gatos de Agua" com canos disfarçados embaixo de quebra-molas

Nos postes, os "gatos" tiram a anergia da extensão da iluminação pública



segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Favelização da Pampulha: De quem é a culpa?

De quem é a culpa?

Hoje, a região da Pampulha, mais especificamente os bairros Céu Azul, Garças e Trevo enfrentam um dos maiores problemas já vividos pela sua população. Incrustada numa área verde de cerca de trezentos mil metros quadrados, conhecida pelos que lá residem por “ fazenda”, encontra-se uma invasão desordenada e comandada desde o início de abril pelo MST.Hoje, mais de quatro meses após o ocorrido fato, uma pergunta prevalece: De quem é a culpa?
A maioria de nós imediatamente reporta a culpa ao governo e a falha em sua política de habitação ou até mesmo a falta dela. Mas neste caso, chamo a atenção para algo não muito bom de se ouvir e que muitos não admitirão: Todos nós temos culpa!



Comunidade
Sim. Penso inclusive que a comunidade do entorno tem grande culpa com relação a esta abominação que hoje assola a todos! A comunidade geralmente é passiva e não se manifesta. Parece ser uma conduta brasileira não lutar por aquilo que é importante para a mesma. O posicionamento é sempre o mesmo. Esperar que alguém tome providências por aquilo que nos afeta diretamente! Ora, os mais interessados sempre foram os moradores, pois hoje, seus imóveis se encontram arrasadoramente desvalorizados e os índices de violência superaram todas as estatísticas da região. Os invasores são diariamente protagonistas de várias confusões. Além das ocorrências comuns entre “pessoas” do nível dos que lá habitam, como brigas, drogas , roubos e comportamento imoral a todo tempo, ainda fizeram das ruas que os circundam, verdadeiros depósitos de lixo. O lugar hoje cheira mal! Tudo que não se pode normalmente é feito pelos invasores: Queimadas, desmatamento, destruição das nascentes, roubo de água e luz. Mas o que significa isto para quem se acha no direito de habitar numa área que tem dono? Nada! Já devíamos saber. O interessante é que mesmo a Copasa tendo instalado um hidrômetro no terreno, o abastecimento clandestino vindo de outras ruas já foi facilmente providenciado por eles. A iluminação pública se tornou precária, já que várias lâmpadas foram queimadas por conta de gatos É impossível chegar a região e não sentir o peso da favelização! Mas a grande maioria afetada continua calada! O impressionante acontece com os comércios da região. Estão como que amando o acontecimento, pois assim faturam dobrado. É sabido por todos que não se pode entrar material de construção, mas os depósitos do bairro Nova Pampulha estão abastecendo o local com a entrada diária de tijolos, cimento, areia entre outros, provando apenas o que todos nós já sabemos: O individual se sobrepondo sobre o coletivo.Algumas pessoas enxergam os fatos e se posicionam. Lutam quase que sozinhas por um lugar que é responsabilidade de todos. Levam nas costas o peso de uma comunidade omissa que parece merecer as desgraças que a acometem. Não deveríamos ter medo. Deveríamos era termos vergonha de nossa passividade. Então, merecemos o que temos hoje!


Construtora Modelo.
A dona do terreno alega que por muito tempo vem tentando junto à Prefeitura de BH a liberação para o início das obras. É claro que os processos devem ser burocráticos e no caso de uma área tão grande e possuidora de nascentes que formam o Córrego Olhos Dágua, o SMAMA e o COMAM, que são os órgãos responsáveis pelas questões ambientais devem ter feito mesmo muitas exigências. A invasão aconteceu da noite para o dia,pegando todos de surpresa, assim como qualquer outra conduta criminosa. Isso é fato! Mas a questão é que ,até que a lenta justiça decida sobre a reintegração de posse, a Construtora Modelo deveria ter planejado, dentro da lei, algo que contivesse o avanço da invasão. Não acredito que nada poderia ser feito, pois a mesma foi avisada por pessoas da comunidade que o restante do terreno estava sendo demarcado no seu restante. Será realmente que ao receber estas informações, a mesma, não poderia fazer um pedido a justiça, através de seus advogados, para que tudo se mantivesse como antes, numa área delimitada, até que se houvesse uma definição da justiça? Segundo relato de moradores, que ligaram para o 190 ,em desespero, no dia em que os vândalos partiram para a ocupação total do terreno, ouviram da polícia, todos que ligaram: ” - A área é particular, Somente o proprietário pode fazer algo a respeito!” Agora, que já tomaram todo o terreno, as casas de alvenaria estão se erguendo sem nenhum impedimento. Pergunto: Mais uma vez, o proprietário se omite. Segundo Álvaro Borges de Oliveira, em seu estudo sobre o conceito de propriedade( Uma Definição de Propriedade), o mesmo afirma: “Os poderes inerentes à propriedade são:usar, gozar, dispor, reaver e a exclusividade os quais o proprietário tem a faculdade. Assim, estas faculdades culminam no Poder do Proprietário.Contudo foi visto até então que a propriedade não é só Poder, mas também Dever.”
A meu ver, a Construtora Modelo, falta na atitude de resguardar a comunidade dos bairros citados inicialmente, que compõe o entorno de sua área ,com ações mais efetivas junto a justiça, pois os transtornos vividos pela população já não podem mais ser enumerados, cabendo ao proprietário, por meios legais, o dever de controlar e minimizar os impactos.
A construtora Modelo deveria vir semanalmente ao local, como alguém que se interessa por aquilo que é de sua propriedade, levantar os dados e relatá-los a justiça. Mas também tem culpa...

A Justiça
“Justiça rápida, só a Justiça Poética. Ou seja, aquela que por si só se faz, ou, que podemos chamar, mais apropriadamente, de Justiça Divina.” Isso é o que diz Joaquim Saturnino da Silva, advogado e administrador de Recursos Humanos em São Paulo. Mas não precisamos ser especialistas na área pára termos a certeza de que isso é a realidade da justiça no nosso país. Aliás, basta que vivamos alguma situação onde dependamos da mesma para termos a convicção de que a palavra se transforme em “ INJUSTIÇA”!Os moradores do entorno da invasão na região da Pampulha vivem essa realidade há mais de quatro meses. Ladrões se apoderam de um terreno particular, digo ladrões sem medo, pois o que mais caracterizaria a atitude das pessoas que ali se encontram e causam todo tipo de transtorno ao bairro e o proprietário do terreno e os moradores é quem são questionados quanto a propriedade e honestidade. Para a justiça, os errados somos todos nós! O fato de sermos pessoas que observam a lei, nos tornam menos importantes e os questionamentos são dirigidos a nós! O MST , neste caso, não pode ser criticado ou questionado. E todos nós sabemos que se trata de uma organização criminosa! As reivindicações da comunidade que sofre todo tipo de dano não são levadas em consideração. O fato de que o proprietário do terreno enfrenta burocracias para aprovar o empreendimento que trará benefícios para a região, muito menos. Por conta de brechas na lei e interesses os quais nem sonhamos, por detrás de juízes, desembargadores e outros, estamos perdidos! A justiça prefere se demorar ouvindo os argumentos do MST e seus advogados de condutas questionáveis, diga-se de passagem, a resolver rapidamente uma situação que tem se agravado a cada dia. A “justiça” como sempre, tem engolido com facilidade o discurso que são vítimas de uma sociedade desigual por conta do capitalismo ou trabalhadores oprimidos e injustiçados. É lamentável o que a região da Pampulha vive hoje. Mas, se me permitem um conselho, o melhor mesmo, a partir de agora, é que nos concentremos na justiça divina, pois essa que se apresenta como a solução já perdeu a muito a eficácia e comprometimento com a verdade! Se é que um dia, neste país, foi detentora destes atributos!



A Igreja Católica
Incomoda e é duro de admitir, mas a igreja católica, através da Comissão Pastoral da Terra (CPT) contribui e muito para que o processo de favelização e de degradação desta região se tornem uma realidade.
No começo da invasão, a igreja fez questão de prover todo tipo de doação para os então “sem terras”. Esta é uma questão que me indigna profundamente, pois é frustrante uma entidade tão forte não se posicionar dentro daquilo que ela mesma defende. A igreja alega o caráter humanitário, mas deixa de lado a exortação espiritual, que deveria ser alvo principal para que aquelas pessoas mudassem o rumo de suas vidas. Naquela invasão, nas missas realizadas no local, nunca foi ouvido sequer, uma advertência àquele povo, referente ao respeito à comunidade, a conduta promiscua observada por qualquer um que fique um tempo a mais a observar o terreno, ou a maneira correta de se conduzir na vida. Nunca! Será que a igreja acha mesmo correto tantas atitudes arbitrárias como invasão de propriedade particular ou roubo de água e luz? Não, a igreja não acha correto, mas tem uma atitude pior: Se cala! Os motivos devem ser muitos! Mas o que deveria estar em pauta principal no momento, eram os ensinamentos de Jesus, que a mesma diz perpetuar. Jesus era extremamente perdoador e caridoso, mas nunca poupou a ninguém que estava errado da verdade contida em sua palavra que era capaz de libertar e salvar as almas.
Não adianta dizer que não apóia. Todos conhecem o tão popular, mas verdadeiro ditado: “Quem cala, consente”. A igreja, ao se omitir e não repreender as almas agregou força ao MST e compõe o quadro daqueles que prejudicam a comunidade neste momento. Se a mesma soubesse que, os que aqui estão na sua maioria não precisam, pois tem casas e carros, mesmo assim acho difícil que a mesma tivesse uma atitude diferente. Muitas vezes, algumas atitudes não são convenientes, mas isso decepciona quando vem de autoridades espirituais. Quem deveria ajudar a lapidar as almas, as embotam!

Como escrevi no início deste texto, não quero aqui falar da falida política de habitação. Hoje, não é o foco do que quis dizer, pois, apesar de também ser uma realidade, não é somente culpa do governo aquilo que nos atinge. E também porque não se justifica por esse fato, a falta de caráter de pessoas que usam tais argumentos em seu benefício próprio.
Por ultimo, quero falar do nome que a invasão foi batizada: “Dandara”, em homenagem a esposa de Zumbi dos Palmares que representa até os dias de hoje igualdade e liberdade. O significado do nome em si é “ a mais bela”. O que os moradores vizinhos a esta invasão observam, é que esse ideal que o nome representa só deve mesmo funcionar para os que lá se apossaram de seu lote, pois a liberdade das vidas que compõem o entorno foi cerceada.


Para encerrar, um fato cômico: Todo o terreno é sinalizado com placas da prefeitura, onde se lê o seguinte: “ Propriedade particular. Proibido jogar lixo”. Mas o terrível, é que agora, só é possível ver exatamente lixo e dejetos atrás dos dizeres que um dia nos ajudavam a preservar a “fazenda” .

terça-feira, 28 de julho de 2009

Os Invasores, a ocupação desordenada e a degradação do meio ambiente.

Conforme matéria publicada hoje, 28, no Jornal “O Estado de Minas” a COPASA informou que até 2014 a região da Pampulha estará com 100% de seu esgoto tratado e a Lagoa da Pampulha em condições de se praticar a natação, pesca e navegação. Antes mesmo da Copa, em 2012, promete a conclusão das obras de saneamento, com a instalação de interceptores de esgotos em Contagem, região metropolitana e Belo Horizonte. “A COPASA investirá R$ 60 milhões” informou o Superintendente de Serviços e Tratamento de Efluentes, Ronaldo Matias.

Segundo ele, um desafio a ser vencido pela COPASA juntamente com a Prefeitura de Belo Horizonte são as Vilas e Favelas existentes próximas aos afluentes da Lagoa da Pampulha.

A Prefeitura de Belo Horizonte, também esta fazendo sua parte através dos programas habitacionais dirigidos à população de baixa renda tais como o PAR, o Vila Viva etc. As favelas estão sendo urbanizadas e a população das áreas de risco ganhando moradias seguras e humanizadas.

Com isto, há muitos anos não se vê a criação de ,aglomerados em Belo Horizonte, demonstrando que a política habitacional da PBH mesmo não conseguindo realocar todos os necessitados está conseguindo deter a proliferação de mais favelas.

Indo ao sentido contrário da PBH, recentemente desde 09/04, o MST (Movimento dos Sem Terra), o Movimento Brigadas Populares, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), apoiados por alguns políticos e autoridades, organizaram a invasão de um terreno particular na região da Pampulha, entre os bairros Trevo, Garças e Céu Azul. Num ato de puro vandalismo e aproveitando a primeira madrugada de um feriado prolongado, arrebentaram as cercas, invadiram o terreno e instalaram ali suas barracas, como já denunciado em postagens anteriores desse Blog.

Mas o que queremos alertar neste post, é o grande mal que esta invasão está fazendo para a região. Além da proliferação dos arrombamentos de residências, assaltos, roubos de veículos e outros pertences em níveis alarmantes, a degradação ambiental é enorme.

Existe no terreno várias nascentes que formam o Córrego Olhos D’Água, que é um afluente que deságua na parte norte da Lagoa da Pampulha, sendo que as mesmas estão sendo assoreadas e tendo as arvores que as protegem em seu entorno, cortadas e usadas para construírem sua barracas ou serem queimadas em fogueiras á noite.

Os dejetos da invasão estão sendo todos jogados dentro destas nascentes e, consequentemente para a Lagoa da Pampulha indo totalmente contra os projetos de saneamento para a área.

Segundo o relato de uma moradora do bairro Enseada das Garças, que costumava, antes, levar o filho para brincar na área verde, agora invadida, um dos pequenos cursos d’águas originado de uma das nascentes, está agora totalmente poluído com lixo e fezes humanas. "- Está impraticável passar pelo local, não apenas pelo medo que todos estamos sentindo, mas também pelo mau cheiro" disse a mesma.

Pedimos às autoridades que se pronunciem e façam alguma coisa, pois como já é conhecido e noticiado, a população da região é irredutivelmente contra a invasão, pois além da degradação do meio ambiente, elevou a níveis alarmantes a criminalidade na região.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Invasores (invasão dandara) descumprem acordo e ocupam restante do terreno na Pampulha

O MST e Cia. querem por que querem empurrar goela abaixo do Governo de MG e da PBH a Invasão Dandara (Ocupação Dandara). Batem boca, reclamam da PMMG sem mesmo ter razão, inventam mentiras, ameaçam a população do entorno do terreno invadido, usam até mesmo crianças, idosos, mulheres grávidas, religiosos e políticos simpatizantes a sua causa.



Tinham sido autorizados a ficar apenas em uma parte do terreno e eis que no dominfo ultimo (12/07) tomaram conta de mais uma parte do mesmo, desrespeitando assim o acordo feito com a justiça para que ficassem nessa parte até a resolução do processo. Alegam que se a justiça suspendeu a liminar de reintegração de posse os mesmos já são legitimos possuidores do terreno, pode isso? Ainda não saiu a decisão judicial e já se dizem donos do terreno...



Mas temos que nos rebelar contra isso. É um acinte contra o direito de propriedade de todos nós.



Falam que a empresa deve impostos à Prefeitura de Belo Horizonte, mas isso não é um problema a resolver entre a PBH e a construtora? Então se deixo de pagar meu imposto o MST vem e tem o direito de invadir meu imóvel???


Falam que a mesma tem inúmeros processos na Justiça, mas como uma construtora que constrói prédios e casas não os iria ter? Vendem seus produtos e os inadimplentes não pagam o que ela deveria fazer? Deixar por isso mesmo ou tentar o recebimento via órgãos competentes no caso o TJMG????


Ora... Sabemos que no Brasil o déficit habitacional é grande, mas invadir propriedades alheias com o pseudo tema de dar moradias populares aos pobres é um crime grandioso. O MST incita a população a invadir uma propriedade e nem mesmo sabe se o terreno é público ou não. No caso do terreno da Construtora Modelo, como já se vê, da Construtora e não da PBH ou Estado ou da União, então é uma propriedade particular...


Porque então insistir em ficar no terreno? Algum interesse do MST há nisso não há? Claro que sim... Só uma dica: na divisão do terreno apresentada em seu Blog o MST fez constar no mesmo uma área livre de mais de 50.000 m², para que isso? Deslavadamente interesse não é mesmo? Comércio? Há dúvidas não é mesmo?


Reiteramos aqui nosso apoio ao Sr. Prefeito de Belo Horizonte quando diz que o terreno é particular e não consta no rol de desapropriações....


Reiteramos também nosso apoio a PMMG que verdadeiramente desde a invasão tem se portado de maneira exemplar, deixando sempre uma viatura ao lado do terreno para manter a ordem e o respeito ao restante das propriedades no entorno. E que se faça justiça e que Deus ilumine a mente dos Srs. Desembargadores para que os mesmos atuem de maneira imparcial e dando a posse a seus verdadeiros donos.


Está chegando a hora, o dia "D" esta chegando

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Invasão Dandara - Estamos com Marcio lacerda e PBH

Deixo aqui o meu total e irrestrito apoio a Prefeitura de Belo Horizonte e ao Prefeito Sr. Marcio Lacerda. Sua posição quanto à invasão do terreno pertencente à Construtora Modelo, no bairro Trevo, na Região da Pampulha é compartilhada e aprovada por todos os moradores do entorno.

Não somo contrários ao clamor dos mais necessitados por terra, mas contrários à forma que movimentos sociais inflamam-os para obter vantagens e benesses do governo. Porque não organizar e cadastrar os mesmos nos programas sociais do governo? Não! Querem é a desordem e o espaço na mídia que estes atos dão e nas próximas eleições veremos esses mesmos rostos estampados no horário eleitoral gratuito.

Nota-se descaradamente a conotação política do movimento no terreno invadido. Os líderes para inflar o movimento (invasão) insuflaram os moradores da comunidade vizinha, Vila Bispo de Maura, a invadirem o terreno também, prova disso é o constante movimento de pessoas da vila para a invasão e vice-versa, descaradamente, também, são vistas pessoas chegarem de carros e motos no terreno invadido, pessoas estas que sabemos possuirem suas casas e que estão se aproveitando da situação. Porque então os líderes do Movimento permitiram e permitem tal coisa? Será interesse?

Se estivessem lutando por moradias populares para os invasores, porque começaram a demarcar o terreno em lotes de 1.000 m²? Se os Srs. leitores passarem na rua sem pavimentação ao lado do terreno invadido verão a veracidade do que digo piquetes de 15 em 15 metros de frente, para que isso? Nota-se o grande interesse comercial dos invasores pois a região é valorizada.

Contragutalos-nos com o nosso Prefeito pois vemos que o mesmo é bem informado e sabedor das condições dos invasores. Quando for decretada a volta da posse aos legítimos donos veremos que o mesmo está super correto, só sobrarão uns poucos que realmente precisam e estes podem ser acolhidos nos abrigos da PBH e posteriormente inclusos nos programas habitacionais da PBH.

Avante Sr. Prefeito a população do entorno do terreno invadido quer justiça e não mais uma favela para causar transtornos à nossa região.


(Deuteronômio 19:14) - Não mudes o limite do teu próximo, que estabeleceram os antigos na tua herança...

(Deuteronômio 27:17) - Maldito aquele que remover os limites do seu próximo.