Um homem foi espancado e jogado de um barranco no acampamento de sem-teto Dandara, no Bairro Trevo, região da Pampulha, em Belo Horizonte.
Segundo informações da Polícia Militar, durante uma briga familiar, uma mulher acusou, aos gritos, o marido de estuprar sua filha. Neste momento, várias pessoas que estavam no acampamento começaram a agredir o suspeito e o jogaram de um barranco.
Bastante ferido, a vítima foi levada ao Hospital Pronto Socorro de Venda Nova. À Polícia, a mulher disse que o marido já foi preso por abusar sexualmente de sua filha, de oito anos, há alguns meses, mas que, nesta noite, fez a acusação no calor da discussão. A criança, de acordo com a PM, está bem e não apresenta sinais de abuso. O cunhado da vítima, um dos principais agressores, foi preso.
(Fonte:OTempo-Jornal)
A população do entorno do terreno invadido está dizendo que já não aguenta mais. A região que era tranquila e silenciosa, agora virou um antro de marginais foragidos da polícia´e agora manchetes em Radios, Jornais e Revistas.
Indignada a população denuncia a ocorrencia de arrastões, roubos e invasão de domicilios. "Estao roubando o que vêem pela frente", disse uma moradora, "arrombaram minha casa e levaram tudo o que podiam carregar. Aqui está um caos, saio para trabalhar e não sei o que vou encontrr a noite quando chego em casa".
Agora, temos que conviver com os fatos policiais tipo o relatado abaixo pelo Jornal OTempo. A população do entorno reclama uma posição da justiça com urgência. Queremos nosso bairro tranquilo e livre desses invasores e oportunistas, disse uma moradora. A maioria dos mesmos, ou na sua totalidade, não precisam de casas, já possuem as suas na Vila Bispo de Maura, duas ruas acima do terreno invadido, só querem mudar de municipio. Estão sendo usados pelo MST, Brigadas Populares e Pastoral da Terra, como massa de manobra politica para atropelar os programas habitacionais da PBH, diz.
Indignada a população denuncia a ocorrencia de arrastões, roubos e invasão de domicilios. "Estao roubando o que vêem pela frente", disse uma moradora, "arrombaram minha casa e levaram tudo o que podiam carregar. Aqui está um caos, saio para trabalhar e não sei o que vou encontrr a noite quando chego em casa".
Agora, temos que conviver com os fatos policiais tipo o relatado abaixo pelo Jornal OTempo. A população do entorno reclama uma posição da justiça com urgência. Queremos nosso bairro tranquilo e livre desses invasores e oportunistas, disse uma moradora. A maioria dos mesmos, ou na sua totalidade, não precisam de casas, já possuem as suas na Vila Bispo de Maura, duas ruas acima do terreno invadido, só querem mudar de municipio. Estão sendo usados pelo MST, Brigadas Populares e Pastoral da Terra, como massa de manobra politica para atropelar os programas habitacionais da PBH, diz.
