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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Invasores de terrenos na Capital e Grande BH tem até carro. Com a lentidão da Justiça invasões proliferam...



A cadela “Boneca” é mansa e chega, devagar, para assuntar a conversa. Perto, uma horta com couve, quiabo, cana e banana recém-plantados. Ao lado, um fogão improvisado em um jirau. Tudo, no terreno de 200 m2 onde, há cerca de dois meses, Maria da Ajuda, o marido dela, José César, e o cunhado, Aguinaldo, dormem em uma barraca improvisada.

A família ocupa um dos milhares de lotes “demarcados” com fios de arame, plástico e garrafas pet em uma área gigantesca conhecida como “Fazenda da Baronesa”, no bairro de mesmo nome, em Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte.

Antes, o trio vivia no Conjunto Zilah Spozito, na zona Norte capital. “Mas, se Deus quiser, aqui construiremos nossa casinha”, disse Maria da Ajuda, enquanto comia arroz, feijão e frango em uma bacia.

Segundo uma das lideranças da comunidade, o terreno já tem, “oficialmente”, 2.079 lotes de 200 m2. Na lista de espera por uma desistência estariam 500 nomes.

De acordo com o líder, que se identificou apenas como “Zé”, a propriedade começou a ser invadida em 1º de junho. Desde então, o número de ocupantes, vindos de várias partes da região metropolitana, aumentou, e o grupo decidiu se organizar.

Uma “doação” de R$ 10 é pedida a cada família como “pagamento simbólico” para o advogado Felipe Nicolau, que representa a comunidade.


Motorizados
A maioria dos membros parece ser carente. Alguns dos invasores, porém, vão para o local de carro, para tomar conta dos “lotes”.

Na última quinta-feira (26), o Hoje em Dia esteve na “Fazenda da Baronesa” para checar a denúncia de que “lotes” estariam sendo vendidos ilegalmente por preços a partir de R$ 300.

“Quem pode pagar os R$ 10 paga, mas ninguém é obrigado. E não há venda de terreno aqui”, rebateu Zé. Em toda a extensão da área, no alto do morro e nas encostas, é possível ver os “terrenos”. A maioria tem uma placa escrita a mão, com o nome do “dono” e até o telefone. O “aviso” é para as pessoas que, a todo momento, chegam procurando um lugar.

É o caso de Heliton Gomes, de 35 anos, e Jessé Marques, de 30. Ambos pagam aluguel no Conjunto Felicidade, na zona Norte em BH, e na última quinta-feira (26) buscaram terras para ocupar na “fazenda”, em vão. “Vamos continuar tentando. Qualquer cantinho é melhor do que pagar aluguel”, diz Heliton.(Fonte: Jornal Hoje em Dias - Link da materia aqui))

O comércio de lotes em invasões proliferam em Belo Horizonte, até 2009 a PBH estava conseguindo urbanizar as favelas através do "Vila-Viva", mas após a invasão de um terreno na Pampulha, de propriedade da Construtora Modelo, e a morosidade da Justiça de Minas (TJMG) em dar a reintegração de posse aos legítimos proprietários, as invasões proliferaram em BH e Região Metropolitana. Há invasões no Barreiro, Pampulha, Ressaca em Contagem e agora na Granjas Werneck,,, e por trás disto sempre os mesmos líderes já citados aqui no blog...

 Na invasão dandara, na região da Pampulha, carros na garagem são vistos até em fotos no Google.



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Já invadiram o restante do terreno

Quanto mais a Justiça de Minas demora para opinar sobre o processo de reintegração de posse do terreno na pampulha de propriedade da Construtora Modelo, mais e mais aproveitadores da situação procuram se beneficiar do fato.

Agora, estão invadindo o resto do terreno que foi preservado por se tratar de área sujeita a enchentes devido a passagem de um córrego. Estão aterrando o declive as margens da Rua Horácio Terena Guimarães e, por incrível que pareça,  ficamos sabendo que estão vendendo lotes no local, (vide abaixo), quem será? Bom isto fica a cargo da Policia investigar...

Será que os lideres da invasão dandara estão levando vantagem com isto, ou serão outras pessoas aproveitadoras e sem um pingo de vergonha na cara?

Coitadas da população do entorno... que já sofre com falta de água, energia e saneamento...


Após a invasão o terreno ficou assim...


Nesta foto, vê - se um close de parte da área preservada...

Mais uma....

Do mesmo ângulo como esta agora após nova invasão... veja o tamanho da casa sendo levantada...

Muros estão sendo levantados... e lá se vai o restante do terreno...


sexta-feira, 31 de maio de 2013

os "Gatos" continuam e os problemas também...

Já há muito tempo que os moradores do entorno da invasão dandara convivem com os problemas dos "gatos" na rede de energia da CEMIG.

Enquanto a Justiça Mineira caminha a passos de tartaruga os espertos invasores a cada dia vão construindo mais e mais. Já vemos barracos construídos com 2 ou 3 pavimentos, e com isso a demanda de energia é maior sobrecarregando os transformadores que se auto-desligam a qualquer sobrecarga. os moradores da região que pagam religiosamente em dia suas contas é que pagam o pato.

Toda vez que um invasor sobe em um poste para fazer uma ligação clandestina "Gato" a energia cai e com isto a Cemig tem que ser acionada, isso pelos moradores que tem a ligação normal pois os invasores não tem como ligar pois não são cadastrados na CEMIG.

A demora tem sido grande. No final de semana passado os moradores ficaram mais de 12 horas sem energia com prejuízos de mantimentos em geladeira e sem poder tomar um banho quente com esse frio,

Os moradores do entorno já não sabem o que fazer. Quem acionar? A Prefeitura? A Justiça? O Procon? A policia?
"Gatos" Ocupaçãodandara
"Gatos" movimentodandara

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Julgamento cancelado (adiado para data posterior)

De acordo com site do TJMG o julgamento do agravo de instrumento em decisão sobre a posse do terreno invadido na região da Pampulha e Céu Azul denominado "dandara" foi cancelado. Sendo assim, até o novo julgamento os invasores permanecem no terreno.

Enquanto isso a população do entorno continua sofrendo com os "gatos" de energia e de água da copasa, com roubos e tráfico de drogas à luz do dia etc etc.

Os moradores do entorno já não aguentam mais.

Em matérias e entrevistas a jornais a liderança dos invasores dizem que a invasão do terreno é organizada, com projeto "arquitetônico" premiado, que lá tem hortas comunitárias etc etc...

Uma tremenda balela pois o que se vê são barracos construídos a flor da terra sem alicerce algum e hortas nem pensar... é só ver pelo google ou passar nas ruas do entorno, que não existe nada disso. MENTIRA! Enganação...

Dizem que também preservam a natureza mais mentiras, pois dentro do terreno se viam várias arvores antes da invasão as quais foram todas derrubadas...

Para os de fora é fácil acreditar em papo furado...

De coitados eles não tem nada... Só um bando de aproveitadores...



Na rua sem pavimentação entre a garagem de ônibus e a escola fizeram um "gato" de água mal feito que está jorrando há mais de 7 meses!
 Isso é defender o Meio Ambiente???


Olha o perigo! Todo dia tem um mexendo nos postes.


Projeto "arquitetônico" premiado!


Urgente Invasores de terreno fazem manifestação as 3 da manha

os invasores de um terreno de 400 mil m² na região da Pampulha em Belo Horizonte, neste momento as 3:40h da madrugada, esta promovendo um buzinaço e com fogos de artificio, acordando toda a população do entorno. Pelo que se sabe vão em caminhada ate o TJMG,

domingo, 16 de outubro de 2011

Juiz concede a Reintegração de Posse para construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009 - Invasores do dandara terão que sair.


Juiz concede a Reintegração de Posse a Construtora dona de terreno na Pampulha invadido em 2009.

Histórico
Desde abril de 2009 a população dos bairros Trevo, Céu Azul e Enseada das Garças convivem com a invasão de um terreno particular, de propriedade da Construtora Modelo. Terreno este com +/- 315.000 m², e que estava sendo preparado para a implantação de um empreendimento habitacional desde 2006, recebendo a Licença Previa de implantação da PBH no dia 08/11/2006 e publicada no DOM nº 2756 de 28/12/2006, processo nº 01-108688/06-03. 

Como o mesmo tinha uma área com nascentes e de preservação ambiental, a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) através da Secretaria do Meio Ambiente exigiu uma série de intervenções atrasando em anos o processo de implantação do empreendimento. No começo do ano de 2009 a Construtora começou as intervenções no terreno como levantamento topográfico e sondagens, sendo que neste período, no dia 09 de abril de 2009, foi surpreendida com a invasão do terreno, coordenada pelo MST e Brigadas Populares. 

No mesmo dia da invasão, a Construtora enviou um representante ao terreno com a finalidade de informar aos invasores que o terreno não era publico (de propriedade da Prefeitura, Estado ou Governo Federal), mas sim privado e de propriedade da Construtora comprovando com documentos e, que deveriam deixar o local. Como nesse dia era feriado (quinta feira santa), os invasores decidiram ficar no terreno até mesmo enfrentaram a força Policial pois sabiam que o TJ não funcionaria. Findo o feriado prolongado a construtora entrou com um processo de reintegração de posse no TJMG (processo nº 002409545746-1), sendo que a reintegração de posse foi expedida em 16/04/2009 , para ganhar tempo e postergar a iminente desocupação, os invasores entraram com um Mandado de Segurança já em 2ª instancia (Processo nº 1.0000.09.499331-8/000), o qual tramitou com inda e vinda de recursos ate 09/06/2010 quando foi denegada a segurança pela maioria dos Desembargadores da Corte Superior, ficando assim valendo o Mandado de reintegração de posse para a construtora. Novamente os invasores através de MST e Brigadas Populares entraram com agravos de instrumento, inclusive no STJ, sendo que perderam todos, culminando com o retorno do processo para o juizado da 20ª Vara Cível, para andamento no processo de reintegração de posse. 

Como é um processo relevante e por si polemico, antes de conceder a reintegração de posse, o Juiz convocou mais uma audiência para ao dia 20/07/2011, para ouvir as partes e tentar conciliar um acordo. 

Conforme Termo de Audiência, compareceram os representantes da Construtora Modelo através de seus Proprietários e Advogados, os representantes do MST e das Brigadas Populares e seus Advogados, três moradoras do terreno, um representante do Governador do Estado e inclusive um representante do Governo Federal através do Ministério das Cidades. 

Nesta audiência, a Construtora Modelo fez a proposta de separar uma parte do terreno para a construção de moradias para pessoas carentes através do programa Minha Casa Minha Vida, que atenderia cerca de 450 famílias, como também, a construtora propôs construir outras moradias visando atender os também anseios dos ocupantes do terreno, porem, em outra região mais distante em Belo Horizonte. 

Diante das propostas apresentadas, perante Juízo, ficou decidido que: 

· Os representantes dos invasores (MST e Brigadas Populares) deveriam juntar ao processo uma lista com o cadastro detalhado dos ocupantes do terreno contendo o nº do NIS (Numero de Identificação Social que é dado a pessoas carentes de fato e que recebem o Bolsa Família) de cada um ate o dia 27/07/2011, bem como levar aos ocupantes a proposta da construtora de construção dos apartamentos; 

· A construtora deveria também, em uma reunião com os representantes dos invasores, a apresentar o projeto arquitetônico e de implantação dos apartamentos a serem construídos na parte do terreno destinada aos mesmos.(Projetos e perspectivas abaixo). 

Isto posto, as partes se comprometeram em Juízo a se reunirem no dia 06/08/2011 para a implementação das propostas acima. 

Nesta reunião, compareceram os representantes da construtora através de seus proprietários, arquiteto e advogado; e do “MST” através de seu advogado, arquitetos do movimento e representantes. (Fotos abaixo) 



Iniciadas as discussões, a construtora cumpriu o prometido levando a reunião os projetos da construção dos apartamentos inclusive demonstrações em vídeo de como ficaria os apartamentos no local destinado aos mesmos. 

Abaixo reproduzimos parte do projeto e parte da planta baixa do empreendimento, bem como perspectiva de como ficaria os apartamentos no local a ser destinado aos ocupantes do terreno 

Planta do terreno com especificação de onde seria construído os apartamentos.


Planta baixa da configuração dos apartamentos.

Perspectiva de como ficariam os prédios

Neste ínterim, os representantes do "movimento" apresentaram outra proposta: de permanecerem no terreno e que a empresa construísse as moradias (casas) para os mesmos em metade do terreno e, após em outra metade, sendo que neste intervalo os mesmos ficariam dentro do terreno em barracas de lonas, proposta esta considerada inviável pela construtora. 

A empresa solicitou então aos mesmos que se manifestassem acerca da desocupação espontânea do local para inicio das obras de construção, sendo isto objeto inegociável. Convém informar, que os representantes do "movimento" não anexaram aos autos o cadastro com a relação dos moradores do local como solicitado pelo MM Juiz. Será porque??? Imaginam???

Mediante o exposto, no dia 27/09/2011 o Juiz da 20ª Vara Civel de BH concluiu ao autos e proferiu sua sentença, que algumas partes descrevemos: 

Decidiu o Juiz:

“... as tratativas de composição não lograram êxito, tendo a parte Autora ofertado novo projeto de moradia para o local e em município da região metropolitana as quais atenderia grande parte dos ocupantes do terreno, propostas estas que não foram aceitas pelo Réu que nem mesmo cumpriu com o compromisso assumido na audiência realizada no dia 20.07 11...(Que foi apresentar o cadastro com a relação de ocupantes do terreno)... "

"..É importante registrar que os projetos propostos pela Requerente estavam revestidos do caráter de impessoalidade, já que eram direcionados a todos os ocupantes da área, os quais deveriam apenas atender aos requisitos prescritos no Programa de Moradia Popular "Minha Casa, Minha Vida... "

"...Lado outro, tendo em vista a denegação do Mandado de Segurança impetrado pelo Réu a fim de revogar a liminar deferida nestes autos, apos indeferimento do efeito suspensivo ao agravo de instrumento interposto, tenho que não ha motivos para se postergar o cumprimento da liminar deferida nestes autos... "

"... Expeça-se mandado de reintegração de posse da área objeto desta ação, a ser cumprido no endereço declinado da inicial .... "
-x-

O mandado foi expedido no dia 10/10/2011 e remetido a central de mandados a serem cumpridos... 

Cabe nos esclarecer, também, que neste tipo de invasão não há pagamento de indenizações,uma vez que os proprietários a reclamaram no mesmo dia, cabendo assim aos invasores a conta do risco, uma vez sabedores que o terreno é particular. 

Senhoras e senhores leitores, reiteramos aqui que a construtora tentou de todas as maneiras negociar com os invasores e, foi até muito condescendente ofertando parte do terreno para os mesmos, coisa que não precisaria pois provou mediante documentos que é a real proprietária. 

Quanto ao cumprimento de sua função social, temos que não se aplica ao terreno, pois o mesmo já estava destinado há muito à instalação de empreendimento habitacional, só não estando em plena atividade de construção devido aos empecilhos burocráticos da Prefeitura. 

Quanto ao débito de IPTU que tanto alardeiam , para justificar a invasão, foi constatado que o que a construtora deve esta parcelado e com pagamento em dia. Há um debito de alguns anos, não todos como falam, que a empresa vem tentando um desconto junto a prefeitura, uma vez que a mesma atrasou por muito tempo a construção do empreendimento ficando as obras paradas, nada mais justo. 

Esperamos que com esta postagem, venhamos a esclarecer a população, que esta invasão tem o caráter meramente político, onde alguns procuram se promover as custas de uns poucos e, a maioria dos invasores procuram tirar proveito financeiro da ocasião pois, já foi constatado que em sua maior parte possuem moradias  e outros bens em outro bairro de Belo Horizonte, Neves e região Metropolitana.

Então, que venha a desocupação Já!



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mais um crime em dandara, até quando teremos que conviver com isto?

Homem é morto com cinco tiros em rua do bairro Céu Azul


Um homem de 31 anos foi assassinado no início da madrugada deste domingo (7) no bairro Céu Azul, na região de Venda Nova. De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi localizada caída em uma rua da região. (O Jornal omitiu a localização do fato que foi dentro do terreno invadido denominado dandara).

Segundo os militares do 49º batalhão, o homem apresentava marcas de cinco tiros, sendo na coxa, nuca, orelha, costas e abdômen. (Os estampidos foram ouvidos por moradores da região por volta da 01:00h da madrugada de domingo).

Conforme a PM, foi encontrada uma faca ao lado do corpo, mas a motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas. (vide postagem anterior)

Após o trabalho da perícia, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte.
(FontePortalOTempo)

domingo, 19 de junho de 2011

Invasores jogam seus dejetos na rua...

Não bastasse os "gatos" (roubo) de energia, água e o lixo jogado na rua , agora os invasores estão jogando seus esgotos sanitários na rua. Isso mesmo, ao invés de pelo menos furarem uma fossa séptica optam por jogarem seus dejetos na rua degradando o meio ambiente e colaborando para a proliferação de doenças.

Como se observa nas fotos abaixo o esgoto já corre a céu aberto na rua Geraldo Orozimbo. A rua, que ainda não é pavimentada, já está cheia de sulcos devido ao despejo diário de esgoto sanitário. Consequentemente, este mesmo esgoto corre e cai no Córrego Olhos D'Água e deságua na  Lagoa da Pampulha.

O mau cheiro já é sentido dentro de nossas casas e a proliferação de doenças é iminente. "Temos que viver de portas fechadas senão as moscas invadem" diz uma moradora, "um vacilo e perdemos todo os alimentos que preparamos na hora do almoço ou jantar".








sexta-feira, 17 de junho de 2011

Invasão dandara e a reintegração de posse

Já esta completando mais 01 ano desde de que o mandado se segurança que suspendeu a liminar de reintegração de posse foi julgado em favor da construtora modelo  e, até os dias atuais, embora  reiteradamente provocado o judiciário não se dignou a expedir o necessário e de direito mandado de reintegração de posse.

informamos ao leitores desse blog e moradores do entorno que o juiz da 20a. vara cível, já devidamente comunicado do acórdão do mandado de segurança, não fez cumprir a liminar de reintegração de posse,  e ainda por cima, decidiu por uma audiência de conciliação entre as partes, ao contrário de determinar a desocupação legal, a despeito da decisão que validou a liminar de reintegração.

Agora perguntamos: Conciliar o que? Só se for a forma dos mesmos saírem.

É difícil, um absurdo, muito angustiante,  assustador ou quem sabe de surpreender em razão da postura ou falta dela de nossas autoridades, inclusive do judiciário! Não  encontro a melhor classificação, é um misto de revolta que  ao final se resume em absoluta descrença no Judiciário Brasileiro. Esta tudo virado neste mundo. Parece que o errado é o certo.

A justiça é cega, mas não vamos deixar que a mesma seja surda. Não vamos ficar vendo tudo isto acontecer e ficarmos calados.

Consultando um advogado, fui informado que os autos da reintegração é um procedimento público então vamos exigir que também sejamos ouvidos nessa audiência de conciliação. Vamos levar nossas vozes ao judiciário. Vamos promover as providências necessárias para aqueles que se fazem de cegos, não se façam também de surdos! Alô Amtebh!!!

Publicação no Diário Oficial de MG em 17/05/11
Data pauta: 17/05/2011
AUTOR: CONSTRUTORA MODELO LTDA; RÉU: MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA => Por ser matéria deste autos de grande repercussão social, nos termos do art 125, inciso IV do CPC, designo audiência para tentativa de composição entre as partes para o dia 05/07/2011 as 14,00.Intimar para comparecer em audiência: as partes, na pessoa de seus procuradores com poderes para transacionarem; o MP, a Defensoria Pública. Expedir ofícios Município de BH, Estado de MG e Ministério das Cidades. Adv - ALEXANDRE A.NASCENTES COELHO, FABIO ALVES DOS SANTOS, CRISTIANO DE MELO BASTOS, PAULA ASSIS NASCENTES COELHO, MARCIA VALERIA DE CARVALHO FROIS RODRIGUES, SARAH SAMPAIO IZABEL.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Invasores de terreno particular aterram córrego que desagua na Lagoa da Pampulha e caminhões com entulho são apreendidos pela Polícia.


ESTE BLOG VEM DENUNCIANDO ISTO A MUITO TEMPO

A Rua comentada na postagem e uma rua do entorno de um terreno particular invadido pelo MST Brigadas Populares e Comissão Pastoral da Terra.

Este Blog vem denunciando estas arbitrariedades a muito tempo, e não é só na R Cantico do Sol, como a PBH constatou onde os caminhões foram flagrados, mas em todo entorno do terreno invadido.




Os invasores do terreno abriram caminhos dentro do mesmo e os caminhões vem constantemente despejando terras e entulhos dentro deste. Se derem uma passada na Rua Geraldo Orozimbo vão ver os montes de terra no meio da rua emfrente aos barracos e olhando para dentro do terreno inadido também vão ver os montes de terras. Por consequencia, estas com as chuvas vão direto para o lito do córrego Olhos Dagua que deságua na Lagoa da Pampulha.


(Integra da postagem do Blog da Regional Pampulha)
Link da matéria:   http://blogdapampulha.blogspot.com/2011/04/caminhoes-com-entulho-apreendidos-na.html

Os caminhões basculantes de placas UBZ 2145, conduzido por Osvaldo Ribeiro da Silva, e o GZG 8539, conduzidos por Silvestre Morais dos Reis, além de uma pá carregadeira, manobrada por Marcelino Aarão, foram apreendidos no final da semana passada por policiais militares na Rua Cântico do Sol, imediações do bairro do Trevo, região da Pampulha. Após a descarga, o entulho era espalhado pela pá carregadeira provocando o aterramento da margem do córrego Olhos D´Água que deságua na Lagoa da Pampulha e compõe a Área de Preservação Permanente (APP). A ação criminosa praticada nos finais de semana vinha provocando, há alguns meses, a saída do córrego de seu leito natural, como constaram o sargento Rilston de Almeida e o cabo Andrei Cândido da Silva, da Polícia Militar, que lavraram a infração e o termo de suspensão pela prática de crime ambiental.

Os PMs deram voz de prisão em flagrante aos dois caminhoneiros que alegaram ter sido contratado pelo morador da cidade de Contagem, Darci de Souza Neto, além de multarem os responsáveis pelo lançamento de resíduos no valor de R$ 10.001,00 cada e de R$ 1.083,30 pela intervenção na APP. Levados à presença do delegado da Polícia Civil da região, os infratores foram autuados e os veículos tiveram de ser liberados pela impossibilidade de permanecerem no pátio da delegacia. Alguns moradores tentaram explicar que era intenção construir uma praça de lazer naquela área que vinha sendo aterrada, o que compete à Prefeitura de Belo Horizonte e, portanto, não convenceu os policiais empenhados na ocorrência.

Cópias do registrado pelos policiais militares serão encaminhadas ao Instituto Estadual de Florestas, considerando que os infratores são acusados de explorar florestas em APP. É que com o aterramento, vários arbustos nativos vinham sendo depredados, bem como a vegetação rasteira no local. A Gerência de Regulação urbana da Regional Pampulha promete rigorosa fiscalização, especialmente na área, para evitar novo descarregamento de entulhos, sendo a maioria de terra, na margem do córrego Olhos D´Água.

PS.: A alegação dos motoristas é típica dos invasores. Os mesmos são orientados para o que acontecer na invasão dizerem que é culpa de alguém de fora. Os únicos interessados em colocaaar terra e entulho por alí são eles.

Dizem que não degradam o meio ambiente, mas agora não vou falar nada. Olhem as duas fotos seguintes e comentem;

 Essa árvore era assim...


 Vejam como ficou...


terça-feira, 29 de março de 2011

Urbel fala sobre invasões em BH

O presidente da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), Cláudio Vinícius Leite Pereira, disse que o município não concorda em desapropriar terrenos para abrigar as famílias que participam de comunidades criadas por meio de ocupações (invasões).

Para Pereira, se seguir a sugestão da Comissão de Direitos Humanos, a prefeitura prejudicará todas as famílias que participam dos programas habitacionais municipais, que incluem obras do Orçamento Participativo da Habitação.

"O déficit habitacional de Belo Horizonte é de 62 mil unidades residenciais. Podemos negociar. Mas temos alternativas. Os assentados terão que seguir a fila de cadastramento. Não privilegiaremos quem participou de ocupações em detrimento daqueles que seguiram as regras", disse.

A advogada da Construtora Modelo, proprietária do terreno ocupado pelo assentamento Dandara, Márcia Fróis, disse que a empresa já pediu a reintegração de posse. "Há anos lutamos para construir ali um conjunto habitacional para a população de baixa renda", disse. (MSi-OTempo)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Invasores perdem também no Superior Tribunal de Justiça em Brasília

Informamos aos leitores que em Julgamento do Agravo de  Instrumento impetrado pelos invasores do terreno aqui em nosso bairro, no Superior Tribunal de Justiça em Brasília, Ontem 17/03, os invasores perderam mais uma;


No link abaixo vocês encontram a integra do processo e o resultado do Julgamento   após clicar no link coloque o nº processo MC 17756

http://www.stj.jus.br/webstj/Processo/Justica/detalhe.asp?numreg=201100318810&pv=010000000000&tp=51

o blogueiro

domingo, 13 de março de 2011

Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil (Jornal O Tempo-BH)

Esta matéria publicada no Jornal O Tempo só vem corroborar o que denunciamos neste blog há muito tempo: ameaças, crime ambiental, invasores com moradia própria em outro bairro, venda de lotes etc...


GOLPE
Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil  (Jornal O Tempo-BH)

Homem conhecido como o "corretor" do lugar fez diferentes ofertas a O TEMPO

Publicado no Jornal OTEMPO em 13/03/2011
MAGALI SIMONE - Especial para O TEMPO

FOTO: CHARLES SILVA DUARTE
Bairro Trevo. Ruas do assentamento Dandara estão esburacadas e acumulam lixo; 
Construtora Modelo luta na Justiça para reaver área

Esgoto em meio a buracos no chão batido de terra, água fétida minando e muito lixo. Por todo lado há canos expostos e "gatos de luz". A aparência do assentamento Dandara, no bairro Trevo, região da Pampulha, na capital, é de uma favela horizontal, sem morros ou becos.

Há quase dois anos, o lugar passou a abrigar uma comunidade sem-teto. No entanto, nos últimos meses, ganhou um novo perfil ao se tornar um livre balcão de negócios para a especulação imobiliária. Andando pelas ruas irregulares, é fácil comprar, em dinheiro vivo, terrenos de quase 130 metros quadrados por R$ 7.000. Os valores podem chegar a até R$ 12 mil.

Fruto da ocupação de um terreno de 315 mil metros quadrados - pertencente à construtora Modelo -, a área foi tomada pelas primeiras famílias no dia 9 de abril de 2009. Hoje já são 887. As denúncias de especulação irregular de imóveis no Dandara foram facilmente confirmadas. Apresentando-se como uma empregada doméstica, uma funcionária de O TEMPO mostrou-se interessada em comprar um lote no terreno.

Quando ainda procurava o endereço do assentamento, a funcionária encontrou uma mulher identificada como Josiane, que disse ter um lote para vender no local. "Eu moro no Nova Pampulha. Procura o Ambrósio, que ele te mostra não só o meu, mas outros lotes. Ele sabe tudo lá", explicou. Encontrar a casa de Ambrósio, um dos "corretores" do esquema ilegal, não foi difícil. Interessado na venda, ele mostrou três opções para a suposta compradora.

O primeiro e o segundo lotes - sem qualquer tipo de construção - foram orçados em R$ 7.000.

Já no terceiro, onde havia sido construído um cômodo e meio (já que as paredes estavam pela metade), seria vendido por R$ 8.000. "O mais caro é de um parente meu. Ele voltou para o interior e precisa de dinheiro vivo para se arranjar por lá", justificou Ambrósio.

Cobranças O falso corretor ainda explicou que todas as casas do Dandara contam com água canalizada (conseguida mediante pagamento mensal de taxa de R$ 15) e luz (com taxa única de R$ 40 paga aos responsáveis pelo furto de energia).

A regularização da posse de imóveis no Dandara também não esbarra na burocracia exigida aos compradores regulares de imóveis. "Traz o dinheiro, a carteira de identidade e CPF. Te dou um recibo e coloco o seu nome no cadastro no lugar do nome desse meu parente. Ninguém mais te tira daqui", disse.

DEVASTAÇÃO
Regional Pampulha acusa os invasores do crime ambiental

O secretário da Regional Pampulha, Osmando Pereira, é taxativo. A ocupação do terreno na Pampulha pelos sem-teto do assentamento Dandara causou um crime ambiental irreparável em Belo Horizonte.

De acordo com Pereira, para abrir espaço para as ruas, loteamentos e erguer suas moradias, as 887 famílias abrigadas no local cortaram árvores e destruíram todas as nascentes que existiam no local.

"É uma perda irreparável. Denunciamos aos órgãos ambientais. O caso está sendo discutido na Justiça. Mas é preciso que a decisão seja mais rápida. Senão, a tendência é essa degradação piorar ainda mais", explicou Pereira.

De acordo com Márcia Frois, advogada da Construtora Modelo, o terreno só não foi ocupado pela empresa há dez anos, época em que foi adquirido, por causa da morosidade do processo necessário para a expedição do alvará que permitiria a construção do conjunto habitacional no bairro planejado pelos empreendedores.

"Para construir esse conjunto, teríamos que preservar as nascentes e preservar também pelo menos 40% das árvores nativas. Chegamos a denunciar o caso aos órgãos ambientais. Mas, agora, teremos que fazer um estudo para definir como recuperar a área", afirmou Márcia. (MSi)

Vizinhos ameaçados por moradores da ocupação
Quem mora nas ruas vizinhas ao assentamento Dandara, no bairro Trevo, Pampulha, sofre com a falta de iluminação pública, lixo e invasão de pragas como ratos e baratas. Além disso, a comunidade enfrenta o aumento da sensação de insegurança. "Os postes não funcionam na minha rua. Se eu ligar dois aparelhos ao mesmo tempo, a luz cai. E, quando eu reclamo, sou ameaçada. Já me contaram que tem uma mulher lá do Dandara querendo me pegar na rua", contou uma moradora.

Ela não quis revelar sua identidade com medo de represálias dos invasores. Outro morador disse já ter tido a casa invadida duas vezes. "Roubaram até o botijão de gás. Investi R$ 50 mil na casa própria e, agora, vivo um pesadelo." (Msi)




FOTO: DANIEL IGLESIAS - 11.5.2010
Protesto. Em maio de 2010, ocupantes dos assentamentos Dandara, Camilo Torres e Irmã Dorothy se manifestaram contra ação de despejo


ULTIMATO
Líderes rejeitam desocupação

Representante diz que famílias vão resistir, pois investiram todo seu dinheiro no local
As 887 famílias que ocupam atualmente o assentamento Dandara podem ser removidas do local a qualquer momento. De acordo com a Construtora Modelo, proprietária do terreno, não há mais possibilidade de recurso contra o pedido de reintegração de posse encaminhado à Justiça, e a previsão era que a retirada fosse autorizada logo após o feriado de Carnaval.

O processo de reintegração, no entanto, não deverá ser tão simples. Lideranças dos sem-teto acreditam que a comunidade vai resistir bravamente à remoção e temem que a reação gere tumultos. O principal motivo para a revolta, segundo o frei Gilvander Luiz Moreira, representante da Pastoral da Terra, é o fato de que muitas famílias contraíram empréstimos e investiram todo o seu dinheiro na construção das casas.

"Essas pessoas não vão sair de suas residências sem lutar. Elas vão resistir, com a fé em Deus e o poder da Bíblia. E, se saírem, vão acampar e protestar na praça Sete, na Linha Verde, entre outras. Vão atrapalhar o trânsito e provocar transtornos. Esse é um problema social, que só se resolve com política pública", afirma Moreira.

Militante das brigadas populares, o advogado Joviano Gabriel Maia Mayer também não acredita que os moradores do Dandara serão expulsos rapidamente. "Construímos um centro cultural no assentamento e estamos erguendo uma igreja ecumênica. A ocupação é fruto do déficit habitacional para as famílias de baixa renda. Esse problema não será solucionado assim", avalia Mayer.

Embate judicial. A Construtora Modelo encaminhou o pedido de reintegração de posse do terreno à Justiça no dia 14 de julho de 2010. A ação foi encaminhada ao desembargador Geraldo Araújo.

"Não há mais recursos que possam ser apresentados para contestar a remoção. Vamos esperar o término do período de Carnaval e reiterar o pedido para que o desembargador oficie o juiz de 1ª instância", disse a advogada da empresa, Márcia Frois, na semana passada.

Caso a decisão seja confirmada, um oficial de Justiça será notificado para, juntamente com a Polícia Militar, providenciar a retirada dos invasores, conforme a advogada. Ela culpa a Prefeitura de Belo Horizonte pelo atraso no início da utilização do terreno, o que contribuiu para a ocupação.

"A morosidade da prefeitura fez com que o processo para a expedição do alvará se desenrolasse por anos. Cedemos uma parte do terreno para a construção de uma escola estadual e fizemos todas as adequações solicitadas. Mas, até 2009, a autorização ainda não havia sido expedida.

Agora, estamos em um estado avançado, prontos para começar a construir", afirmou a representante da empresa.

Invasores passarão por novo cadastro
Desde ontem, os moradores do assentamento Dandara estão sendo submetidos a um recadastramento, para que sejam evitados casos de venda de terrenos e reorganizada a lista de espera por vagas. A informação é do advogado Joviano Gabriel Maia Mayer, representante das brigadas populares.

"Quem não estiver desde o começo será expulso. Todos sabem da proibição. Fizemos reuniões, colocamos faixas, explicamos. Eles não podem vender, trocar ou fazer qualquer negociação dos terrenos", disse o advogado.

Segundo Mayer, as famílias em lista de espera são convocadas sempre que moradores deixam o acampamento. "A gente não cadastra quem chega indicado por alguém que tenha negociado seu lote. Essas pessoas são expulsas".

O frei Gilvander, da Pastoral da Terra, acredita que os casos de venda ilegal são minoria. "Em todo lugar, há pessoas honestas e desonestas. É hipocrisia esperar que todos os integrantes das 887 famílias sejam honestos. Mas não podemos generalizar", declarou. (MSi)

Famílias de outras ocupações também estão ameaçadas
As 277 famílias que vivem nas comunidades Camilo Torres e Irmã Dorothy, ambas na região do Barreiro, na capital, também convivem com as ameaças de remoção. De acordo com o advogado do Serviço de Assistência Judiciária da PUC Minas, Fábio Santos, que defende os assentados, a Justiça já autorizou a reintegração de posse do terreno para a Prefeitura de Belo Horizonte e uma empresa privada.

Os assentamentos foram criados em 2008. A ocupação teria acontecido, de acordo com o advogado, porque o terreno da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig) não estava cumprindo sua função social, o que é inconstitucional.

O diretor geral da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), Cláudio Vinícius Leite, avalia que a ocupação de terrenos é um desrespeito à política habitacional da cidade. Apesar da decisão, a Defensoria Pública Geral de Minas Gerais informou que está impetrando novas ações jurídicas para garantir a posse da terra aos assentados. (MSi)

Acesse a matéria do Jornal O Tempo nesse link...  http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=165781,OTE

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Enquanto a justiça não é feita... a injustiça prolifera...

Será que vão deixar  essa invasão completar dois anos?
Enquanto a justiça tarda a injustiça prolifera:

- Como já falado aqui. a venda de terreno é publica e notória;

-Nunca ví tanto entra e sai de carros num terreno invadido por sem teto; nunca ví tanto sem teto terem tantos carros...(e não têem vergonfa, ficam estacionados em frente as casas...

- Continuam atrapalhando o sono dos moradores do entorno nos finais de semana, com musica alta virando a noite: neste sábado/domingo último a bagunça foi até depois das cinco da manhã e com musicas de apologia ao crime e ao tráfico;

- Com a demora da justiça, a cada dia surge mais uma casa de alvenaria no terreno. Os  que estão comprando estão construindo do dia para a noite . A construtora vai ter um trabalhão para limpar o terreno;

-Os que sabem que vão ser retirados dizem que esperam receber uma indenização. (Papo para enganar os gananciosos que compram parte de um terreno invadido querendo levar vantagem futura;

- Toda a semana durante a madrugada se ouvem tiros em alguma parte do terreno... Eles mesmos fazem sua lei... sabem quem manda né? Já está tudo infiltrado...

-Continuam também as ameaças veladas...

Será que os magistrados não estão vendo isto???

Será que vão deixar essa injustiça completar dois anos???