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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Terra de ninguém... Moradores do entorno sofrem com quedas de energia, lixo e tudo o mais


Enquanto os advogados dos invasores protelam com recursos e agravos a decisão dos Desembargadores e Juízes  o terreno invadido denominado “dandara” virou “terra de ninguém”. Continua a todo o vapor a venda de partes do terreno pelos invasores e os “testas-de-ferro” que antes não davam as caras agora estão aos poucos aparecendo ante a demora da decisão judicial. Ficamos sabendo que em sua maioria os primeiros invasores já venderam seus “lotes”. Nota-se sempre caminhões de mudança chegando ou saindo... Se pegarem no processo que corre na justiça o cadastro dos primeiros invasores, não encontrará nem 30%... o resto já vendeu seus barracos e voltaram para suas residências anteriores...

Já se vê a construção de galpões no terreno (vide foto abaixo) numa nítida demonstração da descaracterização dos fins sociais da invasão que era a moradias para “os que precisavam”.



Ao longe, das ruas que circundam o terreno da para se ver verdadeiramente que o terreno foi invadido em sua maioria por pessoas que não precisam de uma residência para morar. Como uma pessoa de baixa renda e que não pode pagar um aluguel e nem entrar num financiamento imobiliário se dá ao luxo de ter um veiculo na garagem? Tem casa no terreno que da para ver três carros na porta, é ou não é um absurdo! E não me fale que é visitante ou coisa parecida, pois é notado sempre os mesmos carros e todos os dias.
Você acredita que ainda tem políticos que defendem estas pessoas? O que um votinho faz não é?




Estão invadindo o restante do terreno.

Uma área atrás da escola Manoel Costa, sujeita a inundações e com nascentes do córrego olhos d’água começou a ser invadida. Já nota-se a construção de vários barracos nas margens do córrego que também capta as águas pluviais vindas da parte alta do terreno.

A liderança dos invasores (diga-se mst, brigadas populares, cpt e apoiadores) que tanto falaram que ali seria sempre uma área de preservação permanente não está nem ai para estes fatos, quanto mais inchar o terreno de barracos melhor. Um absurdo! Pois daqui a algum tempo com o inicio das chuvas vão começar a reclamar da PBH dizendo que a mesma não faz nada! O certo é que estão procurando tragédia com as próprias mãos ou será que é o que querem para falar mal dos governantes...

Esta mesma liderança, que ensina a invadir terrenos particulares, não os ensinam a ter um mínimo de educação e salubridade. Todo o esgoto é jogado na rua. Fomos informados que alguns invasores tentaram abrir uma fossa no seu quintal mas foram obrigados a entupi-las imediatamente sob a ameaça de serem expulsos de seus “lotes”. Disseram que tem que jogar na rua mesmo pois assim as autoridades serão responsabilizadas...

As ruas estão cheias de lixo, e olhe que a coleta deles é todo o dia e não como as nossas 3 vezes por semana. Esgotos nas ruas, montes de terras de bota fora solicitados pelos invasores faz aniversario e deixando as ruas intransitáveis, fora o som alto dos butecos, biroscas e bocas que deixam nós moradores que precisamos de trabalhar, sem dormir ... etc etc.

Quanto aos "gatos" de energia continuamos sofrendo com os apagões, é só ventar um pouco mais ou chover que a energia vai embora devido aos curtos circuitos por causa das ligações clandestinas. Toda semana deparamos com pessoas mechendo nos fios conforme a foto abaixo. Água então nem se fala, tem uma rua perto da garagem que há vários meses tem um cano vazando água e ninguém conserta. Não pagam mesmo não é? Quanto a isso não há desculpa...


Isto é o que os moradores do entorno do terreno estão passando com essa invasão... Tomara que a Justiça seja feita e se os mesmos forem retirados os moradores do entorno não sentirão nada tal o transtorno que passam...



quarta-feira, 3 de março de 2010

descisão Judicial sobre reintegração de posse esta atravancada no Ministerio Publico

A Construtora Modelo entrou com pedido de reintegração de posse do terreno na Justiça em abril do ano passado. As liminares tiveram várias movimentações e despachos ao longo deste período no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O juiz Bruno Terra Dias, da 1ª Instância, concedeu liminar para a reintegração de posse do imóvel à construtora. O juiz alegou que a empresa comprovou ser a dona legítima do terreno por meio da apresentação do registro do imóvel em cartório. O MST recorreu da decisão e o relator plantonista, desembargador Gutemberg da Mota e Silva, revogou a liminar concedida em 1ª instância, permitindo a permanência do MST no local. Para o desembargador Mota e Silva, embora comprovasse o domínio sobre a área, bem como a existência de projeto para seu loteamento, a construtora não deu prova da posse efetiva do bem.

O processo ficou sob responsabilidade do desembargador Tarcísio Martins Costa, da 9ª Câmara Cível. O magistrado entendeu que a liminar concedida pelo plantonista (permitindo que o MST permanecesse no local) deveria ser revogada, sendo o imóvel reintegrado à construtora. Em 29 de outubro de 2009, a movimentação do agravo de instrumento foi suspensa. Os integrantes do MST impetraram mandado de segurança, que será julgado pela Corte Superior do TJMG. Assim, o relator do processo, desembargador Tarcísio Martins Costa, determinou a paralisação do agravo de instrumento até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Corte.

A vizinhança da ocupação Dandara reclama de aumento da criminalidade e desvalorização dos imóveis na região. José Carlos Neto tem cinco lojas em um terreno de 1,1 mil metros quadrados em frente à Dandara, sendo que uma das unidades é um salão de festas. “Moro há 10 anos aqui. Antes, era um pasto, só tinha vaca. Agora, meu negócio despencou. Quando falo que a referência é a ocupação do MST, ninguém quer fazer festa aqui”, diz. O major da Polícia Militar Alessandro Petronzio, responsável pela segurança local, mantém duas viaturas em frente à Dandara. “Aumentou muito o número de reclamação de arrombamento e indivíduos em atitude suspeita”, diz. A coordenadora da Dandara, Priscila Cristiene, contesta. “Não aceitamos roubo aqui dentro nem na redondeza. Se descobrimos, a pessoa tem que sair daqui”, diz.
OBS do Blog: Após a invasão do terreno aumentou substancialmente os roubos na região. tem morador que já teve sua casa arrombada por três vezes, tudo comprovado por Boletins de Ocorrências, fora as intimidações e ameaças.
Temos que ficar calados pois senão quando passamos na rua ouvimos que se os mesmor forem despejados irão quebrar as casas da rua toda e que não se responsabilizam por nossas vidas etc...
A região desde 09/Abril/2009 deixou de ser pacata!!! Está um caos morar por aqui!!!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ocupacao dandara : População do entorno é prejudicada pelas ligações clandestinas de água e energia "gatos"



Prezados Leitores

A postagem abaixo (em amarelo) foi retirada do Blog dos Invasores do terreno na Pampulha denominado "Ocupação Dandara".

Queremos informar à Copasa e porque não também à CEMIG, que a reinvidicação dos tais é absurda e totalmente inverossímil, visto que é só passar pelas ruas que ladeiam o terreno para se ver os "GATOS" de água e energia. Até o padrão de água instalado por força judicial já foi mexido e que sas não tem um "gatinho no mesmo".

Tem uma rua que não é calçada perto da garagem de onibus que é só passar nela que se vê as ligações clandestinas... Uma vergonha!!! De acordo com os moradores da mesma rua, eles estão tendo o maior prejuizo com tais ligações clandestinas, pois todos os dias a rede elétrica não aguenta e a energia cai. Já contabilizam vários prejuízos materiais devido a oscilação de tensão os aparelhos não aguentam e queimam... Segundo os mesmos desde ontem (22/01) estão sem energia, já faz 21 horas que estão sem energia. Contabilizam inúmeros protocolos e a CEMIG nem aí. Dizem os atendentes que não podem fazer nada...


A moradores do entorno reclamam que já não aguentam mais e não adianta reclamar para a CEMIG ou a COPASA pois eles, com medo, não fazem nada.


Os moradores já cansaram de enviar e-mails e queixas via telefone para as centrais de atendimento das concessionarias com denuncias das ligações clandestinas, mas nada é feito. Eles estão indignados com tamanho descaso. Estão todos prejudicados por causa dos invasores...

Até quando??? Perguntam. E a Justiça caminhando a passos de tartaruga...

Eis a postagem

Ontem, dia 19 de janeiro, representantes da Dandara se reuniram com diretores da Empresa Pública Copasa para tratar sobre o fornecimento de água à Comunidade.

Dentre outras questões, foi discutido o valor da conta referente ao mês de dezembro que veio com um aumento muito expressivo, comparada com os meses anteriores. Os representantes da Copasa informaram que o aumento no consumo se deve ao período de calor e à utilização da água para construção das casas. Segundo a empresa, não é possível oferecer desconto na conta de aproximadamente 3 mil reais, mas tão somente parcelar o pagamento.

Os representantes da Ocupação, por sua vez, assumiram o compromisso de fazer um controle mais rígido sobre o consumo, evitando desperdício e surpresas no aumento da conta.

A Copasa também irá garantir que as contas sejam entregues na própria Ocupação o que não tem sido realizado nos últimos meses.

Por fim, os representantes da Empresa disseram que não podem colocar a referência "Comunidade Dandara" no endereço constante da conta de água até que a Prefeitura reconheça a comunidade.