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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mais um crime em dandara, até quando teremos que conviver com isto?

Homem é morto com cinco tiros em rua do bairro Céu Azul


Um homem de 31 anos foi assassinado no início da madrugada deste domingo (7) no bairro Céu Azul, na região de Venda Nova. De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi localizada caída em uma rua da região. (O Jornal omitiu a localização do fato que foi dentro do terreno invadido denominado dandara).

Segundo os militares do 49º batalhão, o homem apresentava marcas de cinco tiros, sendo na coxa, nuca, orelha, costas e abdômen. (Os estampidos foram ouvidos por moradores da região por volta da 01:00h da madrugada de domingo).

Conforme a PM, foi encontrada uma faca ao lado do corpo, mas a motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas. (vide postagem anterior)

Após o trabalho da perícia, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte.
(FontePortalOTempo)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Esclarecimentos da Construtora Modelo sobre a Invasão e Resultados da Audi~encia de ontem.

Publicamos abaixo, na íntegra, o release enviado pela Construtora com esclarecimentos ao nosso Blog e aos nossos leitores, ou seja, a nós moradores, que somos os mais sacrificados com esse absurdo que é essa invasão denominada dandara.

Assunto: Ocupação de Terreno no Bairro Trevo

Fato: Audiência realizada na 20a.Vara Cível do TJMG, na data de 5/7/11, 14h

Construtora Modelo é proprietária do terreno de 315.000m² no Bairro Trevo, conforme escrituras públicas lavradas e registradas em 1998.

Etapa básica para se aprovar projetos de edificações é o parcelamento do solo, processo dado entrada na Prefeitura de Belo Horizonte ainda em 1998 e hoje concluído. Nessa fase foram necessários inúmeros projetos especializados, como de drenagem, terraplenagem, greides e galerias, água, esgoto, pavimentação, paisagismo, sinalização, impacto ambiental, impacto urbano, etc. Vinte e oito engenheiros civis, arquitetos urbanistas, engenheiros ambientais, sociólogo, geólogo, bióloga, agrimensor e profissionais de diversas outras especializações atuaram nessa fase do parcelamento, sempre interagindo com diversos técnicos da Prefeitura e de outros órgãos públicos.

Em Abril de 2009 o terreno foi invadido na tentativa de lá estabelecerem uma comunidade.

A Construtora Modelo buscou os caminhos da Justiça e, em Junho de 2010, teve seus direitos reconhecidos por 22 votos a 1 pela Corte Superior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, confirmando a propriedade e determinando a sua reintegração na posse do terreno, fato acontecido há mais de um ano.

A decisão judicial da Corte Superior, seguindo os trâmites normais, seguiu para o Juiz da 20ª Vara Cível para ser então cumprida. O MM. Juiz entendeu prudente, na precedência da expedição do efetivo mandado de reintegração de posse, realizar uma Audiência, esta ocorrida no dia 5 de Julho, de forma a que todas as autoridades pudessem ter conhecimento dos fatos.

Na mencionada audiência o MM. Juiz decidiu pela realização de nova audiência, esta marcada para o dia 04/8, mais uma vez, acreditamos, no intuito de reforçar o conhecimento das autoridades públicas, especialmente do Ministério das Cidades, então representado.

Construtora Modelo mais uma vez espera e acredita que, passada tal audiência, seja finalmente cumprida a decisão judicial, expedindo-se o necessário Mandado de Reintegração de Posse e assegurado o seu cumprimento junto às autoridades policiais.

A ocupação ofende a Lei de uma forma geral e especialmente o direito de propriedade e, ainda, os inúmeros critérios da Lei de Uso e Ocupação do Solo de Belo Horizonte, não havendo possibilidade de aproveitamento de quaisquer das obras e serviços lá precariamente realizados, pois afrontam as posturas da municipalidade.

Construtora Modelo espera essas ações para imediatamente protocolar na Prefeitura e em seguida na CAIXA os projetos arquitetônicos de, além de bonito, um muito bem estruturado empreendimento residencial, com observância rigorosa dos critérios legais e dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, onde serão contemplados os mais modernos aspectos de urbanização e meio ambiente, para melhor qualidade de vida dos futuros adquirentes e dos moradores dos bairros vizinhos.

(Release enviado pelo Depto. Jurídico - Construtora Modelo)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Nova audiência marcada!

Em consulta ao site do TJMG, observamos que foi marcada uma nova audiência, para o dia 04/08/2011, referente a reintegração de posse do terreno de propriedade da Construtora Modelo,na Pampulha. Isto leva a crer que novamente no dia 04 a população do entorno da invasão será acordada ás 03:00h da madrugada com foguetes e muita gritaria.





NÚMERO TJMG: 002409545746-1NUMERAÇÃO ÚNICA: 5457461-50.2009.8.13.0024
20ª VARA CÍVELATIVOPRINCIPAL 


Classe: Reintegração / Manutenção de Posse     
Assunto: CIVIL > Coisas > Posse > Esbulho / Turbação / Ameaça
CS: -


Autor: CONSTRUTORA MODELO LTDA
Réu : MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA


Última(s) Movimentação(ões):
AUDIÊNCIA CONCILIAÇÃO DESIGNADA  14:00 JUIZ(A) TITULAR 20073   04/08/2011
AUDIÊNCIA CONCILIAÇÃO REALIZADA  JUIZ(A) TITULAR 20073   05/07/2011
PUBLICADO DESPACHO . EM  .   05/07/2011


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Invasores de terreno particular aterram córrego que desagua na Lagoa da Pampulha e caminhões com entulho são apreendidos pela Polícia.


ESTE BLOG VEM DENUNCIANDO ISTO A MUITO TEMPO

A Rua comentada na postagem e uma rua do entorno de um terreno particular invadido pelo MST Brigadas Populares e Comissão Pastoral da Terra.

Este Blog vem denunciando estas arbitrariedades a muito tempo, e não é só na R Cantico do Sol, como a PBH constatou onde os caminhões foram flagrados, mas em todo entorno do terreno invadido.




Os invasores do terreno abriram caminhos dentro do mesmo e os caminhões vem constantemente despejando terras e entulhos dentro deste. Se derem uma passada na Rua Geraldo Orozimbo vão ver os montes de terra no meio da rua emfrente aos barracos e olhando para dentro do terreno inadido também vão ver os montes de terras. Por consequencia, estas com as chuvas vão direto para o lito do córrego Olhos Dagua que deságua na Lagoa da Pampulha.


(Integra da postagem do Blog da Regional Pampulha)
Link da matéria:   http://blogdapampulha.blogspot.com/2011/04/caminhoes-com-entulho-apreendidos-na.html

Os caminhões basculantes de placas UBZ 2145, conduzido por Osvaldo Ribeiro da Silva, e o GZG 8539, conduzidos por Silvestre Morais dos Reis, além de uma pá carregadeira, manobrada por Marcelino Aarão, foram apreendidos no final da semana passada por policiais militares na Rua Cântico do Sol, imediações do bairro do Trevo, região da Pampulha. Após a descarga, o entulho era espalhado pela pá carregadeira provocando o aterramento da margem do córrego Olhos D´Água que deságua na Lagoa da Pampulha e compõe a Área de Preservação Permanente (APP). A ação criminosa praticada nos finais de semana vinha provocando, há alguns meses, a saída do córrego de seu leito natural, como constaram o sargento Rilston de Almeida e o cabo Andrei Cândido da Silva, da Polícia Militar, que lavraram a infração e o termo de suspensão pela prática de crime ambiental.

Os PMs deram voz de prisão em flagrante aos dois caminhoneiros que alegaram ter sido contratado pelo morador da cidade de Contagem, Darci de Souza Neto, além de multarem os responsáveis pelo lançamento de resíduos no valor de R$ 10.001,00 cada e de R$ 1.083,30 pela intervenção na APP. Levados à presença do delegado da Polícia Civil da região, os infratores foram autuados e os veículos tiveram de ser liberados pela impossibilidade de permanecerem no pátio da delegacia. Alguns moradores tentaram explicar que era intenção construir uma praça de lazer naquela área que vinha sendo aterrada, o que compete à Prefeitura de Belo Horizonte e, portanto, não convenceu os policiais empenhados na ocorrência.

Cópias do registrado pelos policiais militares serão encaminhadas ao Instituto Estadual de Florestas, considerando que os infratores são acusados de explorar florestas em APP. É que com o aterramento, vários arbustos nativos vinham sendo depredados, bem como a vegetação rasteira no local. A Gerência de Regulação urbana da Regional Pampulha promete rigorosa fiscalização, especialmente na área, para evitar novo descarregamento de entulhos, sendo a maioria de terra, na margem do córrego Olhos D´Água.

PS.: A alegação dos motoristas é típica dos invasores. Os mesmos são orientados para o que acontecer na invasão dizerem que é culpa de alguém de fora. Os únicos interessados em colocaaar terra e entulho por alí são eles.

Dizem que não degradam o meio ambiente, mas agora não vou falar nada. Olhem as duas fotos seguintes e comentem;

 Essa árvore era assim...


 Vejam como ficou...


sexta-feira, 18 de março de 2011

Invasores perdem também no Superior Tribunal de Justiça em Brasília

Informamos aos leitores que em Julgamento do Agravo de  Instrumento impetrado pelos invasores do terreno aqui em nosso bairro, no Superior Tribunal de Justiça em Brasília, Ontem 17/03, os invasores perderam mais uma;


No link abaixo vocês encontram a integra do processo e o resultado do Julgamento   após clicar no link coloque o nº processo MC 17756

http://www.stj.jus.br/webstj/Processo/Justica/detalhe.asp?numreg=201100318810&pv=010000000000&tp=51

o blogueiro

domingo, 13 de março de 2011

Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil (Jornal O Tempo-BH)

Esta matéria publicada no Jornal O Tempo só vem corroborar o que denunciamos neste blog há muito tempo: ameaças, crime ambiental, invasores com moradia própria em outro bairro, venda de lotes etc...


GOLPE
Sem-teto negociam lotes em acampamento por até R$ 12 mil  (Jornal O Tempo-BH)

Homem conhecido como o "corretor" do lugar fez diferentes ofertas a O TEMPO

Publicado no Jornal OTEMPO em 13/03/2011
MAGALI SIMONE - Especial para O TEMPO

FOTO: CHARLES SILVA DUARTE
Bairro Trevo. Ruas do assentamento Dandara estão esburacadas e acumulam lixo; 
Construtora Modelo luta na Justiça para reaver área

Esgoto em meio a buracos no chão batido de terra, água fétida minando e muito lixo. Por todo lado há canos expostos e "gatos de luz". A aparência do assentamento Dandara, no bairro Trevo, região da Pampulha, na capital, é de uma favela horizontal, sem morros ou becos.

Há quase dois anos, o lugar passou a abrigar uma comunidade sem-teto. No entanto, nos últimos meses, ganhou um novo perfil ao se tornar um livre balcão de negócios para a especulação imobiliária. Andando pelas ruas irregulares, é fácil comprar, em dinheiro vivo, terrenos de quase 130 metros quadrados por R$ 7.000. Os valores podem chegar a até R$ 12 mil.

Fruto da ocupação de um terreno de 315 mil metros quadrados - pertencente à construtora Modelo -, a área foi tomada pelas primeiras famílias no dia 9 de abril de 2009. Hoje já são 887. As denúncias de especulação irregular de imóveis no Dandara foram facilmente confirmadas. Apresentando-se como uma empregada doméstica, uma funcionária de O TEMPO mostrou-se interessada em comprar um lote no terreno.

Quando ainda procurava o endereço do assentamento, a funcionária encontrou uma mulher identificada como Josiane, que disse ter um lote para vender no local. "Eu moro no Nova Pampulha. Procura o Ambrósio, que ele te mostra não só o meu, mas outros lotes. Ele sabe tudo lá", explicou. Encontrar a casa de Ambrósio, um dos "corretores" do esquema ilegal, não foi difícil. Interessado na venda, ele mostrou três opções para a suposta compradora.

O primeiro e o segundo lotes - sem qualquer tipo de construção - foram orçados em R$ 7.000.

Já no terceiro, onde havia sido construído um cômodo e meio (já que as paredes estavam pela metade), seria vendido por R$ 8.000. "O mais caro é de um parente meu. Ele voltou para o interior e precisa de dinheiro vivo para se arranjar por lá", justificou Ambrósio.

Cobranças O falso corretor ainda explicou que todas as casas do Dandara contam com água canalizada (conseguida mediante pagamento mensal de taxa de R$ 15) e luz (com taxa única de R$ 40 paga aos responsáveis pelo furto de energia).

A regularização da posse de imóveis no Dandara também não esbarra na burocracia exigida aos compradores regulares de imóveis. "Traz o dinheiro, a carteira de identidade e CPF. Te dou um recibo e coloco o seu nome no cadastro no lugar do nome desse meu parente. Ninguém mais te tira daqui", disse.

DEVASTAÇÃO
Regional Pampulha acusa os invasores do crime ambiental

O secretário da Regional Pampulha, Osmando Pereira, é taxativo. A ocupação do terreno na Pampulha pelos sem-teto do assentamento Dandara causou um crime ambiental irreparável em Belo Horizonte.

De acordo com Pereira, para abrir espaço para as ruas, loteamentos e erguer suas moradias, as 887 famílias abrigadas no local cortaram árvores e destruíram todas as nascentes que existiam no local.

"É uma perda irreparável. Denunciamos aos órgãos ambientais. O caso está sendo discutido na Justiça. Mas é preciso que a decisão seja mais rápida. Senão, a tendência é essa degradação piorar ainda mais", explicou Pereira.

De acordo com Márcia Frois, advogada da Construtora Modelo, o terreno só não foi ocupado pela empresa há dez anos, época em que foi adquirido, por causa da morosidade do processo necessário para a expedição do alvará que permitiria a construção do conjunto habitacional no bairro planejado pelos empreendedores.

"Para construir esse conjunto, teríamos que preservar as nascentes e preservar também pelo menos 40% das árvores nativas. Chegamos a denunciar o caso aos órgãos ambientais. Mas, agora, teremos que fazer um estudo para definir como recuperar a área", afirmou Márcia. (MSi)

Vizinhos ameaçados por moradores da ocupação
Quem mora nas ruas vizinhas ao assentamento Dandara, no bairro Trevo, Pampulha, sofre com a falta de iluminação pública, lixo e invasão de pragas como ratos e baratas. Além disso, a comunidade enfrenta o aumento da sensação de insegurança. "Os postes não funcionam na minha rua. Se eu ligar dois aparelhos ao mesmo tempo, a luz cai. E, quando eu reclamo, sou ameaçada. Já me contaram que tem uma mulher lá do Dandara querendo me pegar na rua", contou uma moradora.

Ela não quis revelar sua identidade com medo de represálias dos invasores. Outro morador disse já ter tido a casa invadida duas vezes. "Roubaram até o botijão de gás. Investi R$ 50 mil na casa própria e, agora, vivo um pesadelo." (Msi)




FOTO: DANIEL IGLESIAS - 11.5.2010
Protesto. Em maio de 2010, ocupantes dos assentamentos Dandara, Camilo Torres e Irmã Dorothy se manifestaram contra ação de despejo


ULTIMATO
Líderes rejeitam desocupação

Representante diz que famílias vão resistir, pois investiram todo seu dinheiro no local
As 887 famílias que ocupam atualmente o assentamento Dandara podem ser removidas do local a qualquer momento. De acordo com a Construtora Modelo, proprietária do terreno, não há mais possibilidade de recurso contra o pedido de reintegração de posse encaminhado à Justiça, e a previsão era que a retirada fosse autorizada logo após o feriado de Carnaval.

O processo de reintegração, no entanto, não deverá ser tão simples. Lideranças dos sem-teto acreditam que a comunidade vai resistir bravamente à remoção e temem que a reação gere tumultos. O principal motivo para a revolta, segundo o frei Gilvander Luiz Moreira, representante da Pastoral da Terra, é o fato de que muitas famílias contraíram empréstimos e investiram todo o seu dinheiro na construção das casas.

"Essas pessoas não vão sair de suas residências sem lutar. Elas vão resistir, com a fé em Deus e o poder da Bíblia. E, se saírem, vão acampar e protestar na praça Sete, na Linha Verde, entre outras. Vão atrapalhar o trânsito e provocar transtornos. Esse é um problema social, que só se resolve com política pública", afirma Moreira.

Militante das brigadas populares, o advogado Joviano Gabriel Maia Mayer também não acredita que os moradores do Dandara serão expulsos rapidamente. "Construímos um centro cultural no assentamento e estamos erguendo uma igreja ecumênica. A ocupação é fruto do déficit habitacional para as famílias de baixa renda. Esse problema não será solucionado assim", avalia Mayer.

Embate judicial. A Construtora Modelo encaminhou o pedido de reintegração de posse do terreno à Justiça no dia 14 de julho de 2010. A ação foi encaminhada ao desembargador Geraldo Araújo.

"Não há mais recursos que possam ser apresentados para contestar a remoção. Vamos esperar o término do período de Carnaval e reiterar o pedido para que o desembargador oficie o juiz de 1ª instância", disse a advogada da empresa, Márcia Frois, na semana passada.

Caso a decisão seja confirmada, um oficial de Justiça será notificado para, juntamente com a Polícia Militar, providenciar a retirada dos invasores, conforme a advogada. Ela culpa a Prefeitura de Belo Horizonte pelo atraso no início da utilização do terreno, o que contribuiu para a ocupação.

"A morosidade da prefeitura fez com que o processo para a expedição do alvará se desenrolasse por anos. Cedemos uma parte do terreno para a construção de uma escola estadual e fizemos todas as adequações solicitadas. Mas, até 2009, a autorização ainda não havia sido expedida.

Agora, estamos em um estado avançado, prontos para começar a construir", afirmou a representante da empresa.

Invasores passarão por novo cadastro
Desde ontem, os moradores do assentamento Dandara estão sendo submetidos a um recadastramento, para que sejam evitados casos de venda de terrenos e reorganizada a lista de espera por vagas. A informação é do advogado Joviano Gabriel Maia Mayer, representante das brigadas populares.

"Quem não estiver desde o começo será expulso. Todos sabem da proibição. Fizemos reuniões, colocamos faixas, explicamos. Eles não podem vender, trocar ou fazer qualquer negociação dos terrenos", disse o advogado.

Segundo Mayer, as famílias em lista de espera são convocadas sempre que moradores deixam o acampamento. "A gente não cadastra quem chega indicado por alguém que tenha negociado seu lote. Essas pessoas são expulsas".

O frei Gilvander, da Pastoral da Terra, acredita que os casos de venda ilegal são minoria. "Em todo lugar, há pessoas honestas e desonestas. É hipocrisia esperar que todos os integrantes das 887 famílias sejam honestos. Mas não podemos generalizar", declarou. (MSi)

Famílias de outras ocupações também estão ameaçadas
As 277 famílias que vivem nas comunidades Camilo Torres e Irmã Dorothy, ambas na região do Barreiro, na capital, também convivem com as ameaças de remoção. De acordo com o advogado do Serviço de Assistência Judiciária da PUC Minas, Fábio Santos, que defende os assentados, a Justiça já autorizou a reintegração de posse do terreno para a Prefeitura de Belo Horizonte e uma empresa privada.

Os assentamentos foram criados em 2008. A ocupação teria acontecido, de acordo com o advogado, porque o terreno da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig) não estava cumprindo sua função social, o que é inconstitucional.

O diretor geral da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), Cláudio Vinícius Leite, avalia que a ocupação de terrenos é um desrespeito à política habitacional da cidade. Apesar da decisão, a Defensoria Pública Geral de Minas Gerais informou que está impetrando novas ações jurídicas para garantir a posse da terra aos assentados. (MSi)

Acesse a matéria do Jornal O Tempo nesse link...  http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=165781,OTE

sábado, 12 de março de 2011

Invasão de terreno na pampulha continua a prejudicar moradores do entorno

Prestes a completar dois anos (9 de abril) os moradores do entorno da invasão de um terreno no Bairro Trevo, na Pampulha, continuam sendo prejudicados... barulho, lixo e insegurança...

Enquanto a justiça tarda a injustiça prolifera:

- Como já falado aqui. a venda de terreno é publica e notória, vemos partes do terreno serem negociadas à luz do dia, sem medo... Negociam uma coisa que não tem... e ainda acham desinformados para comprar;

-Já viram sem teto possuidor de automóveis? Nesta invasão está cheio destes... Nunca ví tanto entra e sai de carros num terreno invadido por sem teto; nunca ví tanto sem teto terem tantos carros...(ficam estacionados em frente as casas...que verificar? é só ficar em uma das entradas da invasão...).

- Continuam atrapalhando o sono dos moradores do entorno nos finais de semana, com musica alta virando a noite: neste sábado/domingo último a bagunça foi até depois das cinco da manhã e com musicas de apologia ao crime e ao tráfico;

- Com a demora da justiça, a cada dia surge mais uma casa de alvenaria no terreno. Os  que estão comprando estão construindo do dia para a noite . A construtora vai ter um trabalhão para limpar o terreno;

-Os que sabem que vão ser retirados dizem que esperam receber uma indenização. (Papo para enganar os gananciosos que compram parte de um terreno invadido querendo levar vantagem futura;

- Toda a semana durante a madrugada se ouvem tiros em alguma parte do terreno... Eles mesmos fazem sua lei... sabem quem manda né? Já está tudo infiltrado...

-Gatos de energia e água. O terreno invadido está já todo iluminado, melhor iluminado que as ruas do entorno,, aliás, algumas ruas nem tem iluminação... As do terreno ficam ligadas 24h por dia... é a população de BH que paga mesmo não é???

Pelas pesquisas que o blog fez no site do TJMG, 1ª e 2ª instância, Câmara Superiior e até no STJ, todos os processos, embargos etc os invasores já perderam e o que está valendo até o momento é a reintegração de posse, então o que estão esperando para cumpri-la?

Diz se que a PBH tem que arranjar uma lugar para colocar os invasores... sendo assim ai vai uma sugestão...a titulo de triagem,  no ato da desocupação, coloquem os nos abrigos e temos a certeza de que a maiorias no mesmo dia voltarão para suas casas, sim casas, pois a maioria já possuem moradia, e os que sobrarem, que vai ser uma ínfima miniria a PBH coloca-os na fila de seus programas habitacionais...

Será que vão deixar essa injustiça completar dois anos???

Vejam mais sobre a invasão e o que os moradors passam em http://invasaodandara.blogspot.com 

sábado, 26 de junho de 2010

E as construções continuam...

Mesmo após saberem da decisão do julgamento do último dia 09/06/10, onde a Corte Superior do TJMG optou pela denegação do Mandado de Segurança impetrado pelos invasores, os mesmos continuam a construir a toque de caixa no terreno.
Construções a todo o vapor

O que tem chegado a nossos ouvidos, fontes irrefutáveis, é de que os lideres da invasão, estão expulsando os que não podem construir imediatamente e ¨dando” os lotes a quem pode construir imediatamente, ou seja, para quem já tem onde morar.



O que nos preocupa, é que este terreno já deixou há muito tempo de ser uma invasão de sem-tetos, pois o que vemos são pessoas com posses em outras partes do bairro ou BH, lá dentro, inclusive com seus carros. Também, temos ouvido que já há no terreno filiais de 03 (três) depósitos de material de construção, bares, e até, pasmem os senhores, um prostíbulo.

Muito nos admira as autoridades judiciais não atentarem para estes fatos, inclusive nem vêm apor aqui para indagar aos oradores dos limites do terreno o que estão passando.
O material chega a toda hora

Sabemos que a reintegração de posse é iminente mas quando virá? A demora está sendo muita, agora é a Justiça que está emperrando o processo...

domingo, 20 de junho de 2010

Caiu o Mandado de Segurança - A Desocupação é Iminente

Senhores,

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) terá que desocupar um terreno, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. A área, conhecida como Ocupação Dandara, está registrada em nome da Construtora Modelo, que conseguiu, na Justiça, a reintegração de posse do local. A devolução do terreno foi determinada pela Corte Superior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em julgamento, na tarde de ontem, dia 9 de junho, de um mandado de segurança impetrado por pessoas ligadas ao MST. A decisão passa a valer a partir da publicação.

A Construtora Modelo propôs ação de reintegração de posse contra as pessoas que ocupavam o terreno, na região da Pampulha. A ação foi distribuída para a 20ª Vara Cível da capital. O juiz Bruno Terra Dias deferiu a tutela antecipada e determinou a expedição de um mandado de reintegração de posse para a construtora.

O MST interpôs recurso contra a decisão do juiz Bruno Terra Dias. A ação foi distribuída durante plantão judicial para o desembargador Motta e Silva, que cancelou a expedição da liminar de reintegração de posse concedida em 1ª Instância.

Após o plantão do fim de semana, o recurso foi redistribuído para o desembargador Tarcísio Martins Costa, da 9ª Câmara Cível do TJMG. O magistrado acatou um pedido de reconsideração da construtora e revogou a decisão de Motta e Silva, restaurando a tutela antecipada deferida pelo juiz Bruno Terra Dias.

Contra essa última decisão, foi impetrado o mandado de segurança do MST, que foi julgado hoje pela Corte Superior.

Este é o resultado de um trabalho intenso ocorrido a partir da ocupação do terreno de propriedade da Construtora Modelo pelo movimento MST.
Fonte: informações da Adv. Dra. M.Fróis)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Julgamento adiado???

Marcado para hoje o término do julgamento do mandado de segurança dos invasores...


Será que hoje vai?


Ou o Desembargador Alexandre Vitor vai obstruir o julgamento mais uma vez...


Que o nosso martírio termine hoje...

(minha casa está sem energia desde ontem (22:00) por causa dos malditos "gatos"...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Justiça garante reintegração de posse no Bairo Céu Azul


Os integrantes do assentamento Dandara, no Bairro Céu Azul, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, terão de deixar o terreno de 315 mil metros quadrados. A reintegração de posse a uma construtora da capital foi garantida quarta-feira, durante sessão no Palácio da Justiça. O julgamento mesmo só ocorrerá no próximo encontro da corte, dia 28, pois o desembargador Alexandre Vítor de Carvalho pediu vistas ao processo e 10 desembargadores decidiram aguardar o voto dele para se manifestar. Mas outros 12 magistrados acompanharam o relator Nepomuceno Silva, favorável à restituição do terreno aos proprietários, configurando maioria dos votos.

O advogado do acampamento Fábio Alves dos Santos informou a decisão do Tribunal de Justiça às pessoas que esperavam por notícias na escadaria do palácio. Ele disse que as cerca de 1 mil famílias terão 15 dias para decidir o que fazer. Uma reunião estava prevista para a noite de quarta-feira, no assentamento. Santos disse que vai recorrer no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. A novela da ocupação Dandara se arrasta há mais de um ano, quando a área foi invadida por ação conjunta do Fórum de Moradia do Barreiro, Brigadas Populares e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O terreno ocupa um quarteirão inteiro no limite dos bairros Trevo, Céu Azul e Mangueiras.

Em abril de 2009, o juiz substituto da 20ª Vara Cível concedeu liminar de reintegração de posse à construtora. Depois, um desembargador de plantão suspendeu a restituição. Na quarta-feira, os desembargadores revogaram a decisão do colega plantonista e mantiveram a do juiz. Na argumentação perante a corte, Fábio Alves afirmou que o terreno estava abandonado há mais de 30 anos e que se trata de área rural, em Ribeirão das Neves, na Grande BH. “As famílias estão resgatando a dignidade, depois de serem excluídas pelas políticas públicas”, disse. O advogado da construtora Tibagy Oliveira ressaltou que a invasão impede o programa Minha Casa, minha vida, na capital, com previsão de construir 3.140 casas.“Os ocupantes poderiam pleitear a inserção no programa e até comprar uma casa”, afirmou Oliveira. (Portal-Uai)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Juiz concede limiinar a invasores

Assentamento Dandara, nos bairros Céu Azul, Trevo e Mangueiras, ocupado por cerca de 880 famílias



A chance de início de obras para a construção de moradias populares em Belo Horizonte dentro do programa Minha casa, minha vida está mais distante. A Justiça concedeu liminar favorável aos ocupantes do terreno batizado de Dandara, em área de 315 mil metros quadrados na região da Pampulha. A área foi ocupada há um ano por ação conjunta do Fórum de Moradia do Barreiro, as Brigadas Populares e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). O terreno ocupa um quarteirão inteiro no limite divisa dos bairros Trevo, Céu Azul e Mangueiras, na Região Norte da capital. Cerca de 880 famílias (5 mil pessoas) que habitam a área causam revolta na vizinhança. Moradores da redondeza alegam que a ocupação trouxe prejuízo de cortes na eletricidade e aumento da criminalidade na região.

A decisão do juiz Manoel dos Reis de Morais, da 6ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte, garantiu aos ocupantes o direito de permanência no local. “Minha conclusão é a de que estamos diante de um conflito e direitos – propriedade x moradia – e os elementos de prova indicam o segundo como de maior peso a ser protegido, diante do perigo que corre de perecer antes da solução final do processo, razão pela qual a medida liminar de garantia de posse deve ser deferida”, alegou o juiz. A decisão foi favorável a uma ação civil pública ajuizada pelo Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública Estadual contra o estado de Minas Gerais, a cidade de Belo Horizonte e a Construtora Modelo, dona do imóvel. A direção da Modelo alega que está pronta para iniciar obras de moradias populares na região e afirma que vai recorrer da decisão judicial.

A decisão da Justiça foi comemorada pelos ocupantes do terreno, que estão hoje sob a coordenação principalmente das Brigadas Populares. “Já começamos no fim de semana um mutirão para a construção de um centro comunitário. Vamos ter aula de inglês, música, turma de alfabetização e área com dois blocos para nossas assembleias”, afirma Joviano Mayer, um dos coordenadores dos nove grupos do Dandara. A meta dos moradores, diz Mayer, é desenvolver um plano diretor com projeto urbanístico para a área. “Não queremos reproduzir mais uma favela lá, como estão falando. Vamos olhar a parte urbanística e ambiental. Somos também vítimas do programa Minha casa, minha vida, que até hoje não construiu nenhuma moradia popular em Belo Horizonte”, ressalta o coordenador.

Segundo ele, os habitantes do Dandara tentaram negociar com a prefeitura de Belo Horizonte as obras para moradias no terreno. “Fizemos a proposta de deixar 50% das famílias que já estão lá e incluir o restante de famílias contempladas por interesse social da prefeitura, mas eles não aceitaram”, diz. O diretor da construtora Modelo, Fábio Guimarães Nogueira, também discorda da proposta. “Não acreditamos que a ocupação do terreno seja uma solução de moradia. As obras precisam ser feitas com projetos de infraestrutura adequados para a região”, afirma.

O secretário de administração regional da Pampulha, Osmando Pereira, alega que a ocupação Dandara não faz sentido. “Temos uma fila grande de pessoas aguardando a seleção para a casa própria. É como se as famílias que estivessem lá furassem a fila. E tem gente de outras cidades e até de outros países ali”, diz. A ocupação, afirma, trouxe uma clientela nova para a região e não há infraestrutura suficiente para atender às demandas locais.

Geórgea Choucair - Estado de Minas

Publicação: 06/04/2010 06:27 Atualização: 06/04/2010 07:47

Comentários

Autor: Etiene Oliveira

Um absurdo o que acontece aqui na região desde essa invasão. O que as autoridades não sabem é que a maioria tem casa na Vila Bispo de Maura. É um povo baixo que joga lixo e esgoto na rua, brigam,ameaçam a vizinhança! Esse Joviano Mayer é um estudante aspirante a advogadozinho medíocre! Fora MST!!!


Autor: Joel Francischetti
Olhem na Foto é ou não é uma favela e, onde há fumaça há fogo! Estão vendendo sim já áreas no terreno invadido. Tem gente que tem mais de um pedaço demarcado e já está vendendo as partes...e, todos pagam para às coordenações um valor em dinheiro mensal, ouví isso da boca de um invasor no ponto onibus

Acho também, não tenho certeza, que a Vara competente para julgar esses conflitos são as varas civeis e não a Vara de Fazenda que obsta em julgar conflitos como Tributos Estaduais e materias de interesse do Estado de MG, o que parece que não é o caso, não é mesmo?
utor: Joel Francischetti


E a insegurança então... roubos assaltos e invasoes de residencias... minha casa foi arrombada 3 vezes após a invasão, antes era uma paz só! e o DIREITOS HUMANOS!!! Acho que teriam de atentar para isso e não DEFENDER BANDIDOS que roubam terras e tudo o mais...

Autor: Fabrí­cio Moreira
Ao senhor Leandro muniz desses comentários aqui... Queria ver se a invasão fosse na sua casa ou em um lote ao lado de seu apto se vc iria dizer que isso é um símbolo de cidadania.É um absurdo o que se faz.Invadir um terreno PRIVADO e ainda ter que ouvir que é um símbolo de cidadania.ACORDA!!

Autor: Joel Francischetti
Tambem esclareço que isto é uma manobra politica do MST e seu braço Brigadas Populares para desestabilizar a politica habitacional da PBH que está indo de vento em popa com o Vila Viva etc... BH está resolvendo o problema das favelas

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Leandro , desde quando eu compro não tenho que dá satisfação do que devo ou não fazer, desde que esteja dentro da lei. agora, deixe eles praticar "cidadania" no que é seu ou em frente a sua casa. Vai mudar de opinião e dizer que filho de pobre não tem sorte.Dignidade é ser honesto e trabalhador.

Autor: Patricia Francisca dos Santos
Para conseguir algo, me individei até o pescoço, sou trabalhador igual a qualquer um. Estes movimentos são nojentos, querem tudo de graça, façam como eu, trabalhem para comprar.

Autor: Transcurier LTDA
O governo também nunca me deu moradia... quer dizer então que só por isso posso sair invadindo terrenos PRIVADOS por aí? Alguém investiu dinheiro PRIVADO, e NÃO PÚBLICO na compra desse terreno. Isso é invasão de propriedade. É CRIME! Chega de passar a mão na cabeça desses movimentos ditos "sociais"!

Autor: humberto gobira
É muito triste o problema da moradia no Brasil, para as pessoas carentes e a responsabilidade total é dos governantes. Não poderia deixar que fossem construidas favelas em local nenhum, com invasão ou sem invasão. Cadê a autoridade dos governante?

Autor: leandro muniz
A ocupação Dandara é um símbolo de cidadania! O lote que antes era usado para especulação imobiliária, hoje serve de moradia para as famílias desabrigadas. O juiz simplesmente seguiu aquilo que está na constituição. Parabéns ao MST e as Brigadas Populares por fazer valer o direito a dignidade humana!

Autor: Antonio Aldo Nogueira Goncalves
Enquanto não houver uma politica séria, mas sim esses grupinhos de PT e similares que usam o povo para elevá-los, será essa vergonha. Esses MSTs deveriam ser esmagados ao nascer...

Autor: Solange Aparecida Medeiros Ferreira
Se houvesse interesse "politico", tudo ja estaria resolvido. Vejam a linha verde, cid. administrativa, antonio carlos, etc.Mas como envolve povo não fazem nada.Deveriam fazer casas populares com infraestrutura e pronto, que estes movimentos, principalmente mst que vão para o inferno, só agitam...

sexta-feira, 26 de março de 2010

[ocupacao dandara] População do entorno do terreno sofre com os abusos

Os moradores estão temerosos. A reintegração de posse caminha a passos lentos na Justiça de MG e enquanto isso a população sofre. Roubos, assaltos, invasões de residencias, ameaças, mortes entre os mesmos devido ao tráfico de drogas etc, roubo de energia da Cemig e água da Copasa etc.

Nosso bairro era simples e pacato, agora convivemos com todas essas arbitrariedades... o que será de nós???

Onde está nossos direitos?

Os invasores (foras da lei) tem ajuda dos deputados dos direitos humanos da ALMG, e nós que pagamos todos os nossos impostos em dia e os seus salários quem nos defenderá?

Ninguém, nenhum deputado veio até a população nos ouvir ou ver o que estamos passando... ninguém... Agora, aos invasores, já é a segunda vez que a tal comissão de direitos humanos se reune para ouví-los... apóiam os foras da lei...

Isto é justo?

A população está mobilizada... nas próximas eleições saberemos dar o troco!







sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Moradores assustados veem o nascimento de mais uma favela em BH


Os moradores no entorno do terreno invadido pelo MST e Brigadas Populares na Pampulha, estão perplexos com a facilidade com que os invasores estão tendo para entrar com materiais de construção no terreno invadido.

A PM tem tentado em vão coibir tal ato, mas o efetivo é pouco e as rondas no entorno do terreno não tem conseguido ter eficácia. Enquanto isso, os moradores vêem a cada dia paredes de tijolos serem levantadas e surgindo um novo barraco, agora de tijolos. Já podem ser vistos vários destes espalhados pelo terreno.
Uma das táticas dos invasores é entrar com materiais em seus próprios carros, isso mesmo, eles tem carros!, aliás, tem casas também, são aproveitadores e adentram a toda hora com os mesmos no terreno, nota-se os mesmos pesados e ali vai mais uma partida de tijolos, cimento e ou areia. Já se fala da venda de terrenos (R$ 1500 por um pedaço de, e por enquanto disse-me uma pessoa).
Como já disse a policia quando flagra tem feito o seu papel, mas nada pode fazer de concreto enquanto o processo corre na Câmara Superior do TJMG, que parece estar emperrado, num vai-e-vem de petições e vistas e enquanto caminha a passos de tartaruga a população sofre.
Sofre com as ameaças aos seus lideres comunitários e aos moradores, sofre com a degradação do meio ambiente onde vê com tristeza o assoreamento e a poluição das nascentes e cursos d’água existentes no terreno, sofre com os “gatos” de água e de energia, que prejudicam os moradores pois queimam a iluminação pública e provocam a queda de tensão nas residências, e também sofrem quando chegam à suas casas, depois de um dia estafante de trabalho e a encontra arrombada, com seus pertences revirados e roubados. Nunca se viu tanto roubo e arrombamentos de residências como após a chegada dos invasores.
Os moradors, esperam que a Justiça de Minas Gerais não tolere tal ato e dê a reintegração de posse para os verdadeiros donos do terreno. Que seja feita justiça, como em São Paulo e no Sul. Vai haver resistencia por parte dos invasores? temos certeza que sim, mas temos certeza que a Policia Militar de Minas Gerais está super preparada para tal.







Como se vê na foto acima, tijolos estão entrando a toda hora no terreno.

Por causa dos tijolos acima, a PM chegou mas nada pode fazer eles já estavam dentro do terreno, deu confusão

Nessa rua, já se veem os "Gatos de Agua" com canos disfarçados embaixo de quebra-molas

Nos postes, os "gatos" tiram a anergia da extensão da iluminação pública



sábado, 1 de agosto de 2009

Invasão na Pampulha: As fotos falam por sí




A população dos Bairros Garças, trevo e Céu Azul, que fazem limite ao terreno invadido pelo MST, é radicalmente contra à invasão. desde o seu comoço no dia 09/04/09, os indices de criminalidade na região tem aumentado muito. São assaltos e arrombamentos de casas fora os ocorridos dentro do terreno invadido. As brigas e discussões entre os invasores são constantes, sendo que se houve palavras de baixo calão e até ameaças entre os mesmos.

Mesmo sem sair o veredicto final do desembargador os invasores já se dizem possuídores legítimos do terreno e já proliferam os barracos e, atrás disto, já se vê as ligações clandestinas de energia e água.

Alertamos aqui quanto a degradação ambiental, estão acabando com as poucas árvores existentes dentro do terreno, as fogueiras à noite são constantes. Também, estão acabando com as nascentes que existem dentro do terrenio. Na parte sul do mesmo já existe uma totalmente prejudicada pelo esgoto jogado na mesma.


A população já não aguenta mais. Socorram-nos autoridades.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Invasores (invasão dandara) descumprem acordo e ocupam restante do terreno na Pampulha

O MST e Cia. querem por que querem empurrar goela abaixo do Governo de MG e da PBH a Invasão Dandara (Ocupação Dandara). Batem boca, reclamam da PMMG sem mesmo ter razão, inventam mentiras, ameaçam a população do entorno do terreno invadido, usam até mesmo crianças, idosos, mulheres grávidas, religiosos e políticos simpatizantes a sua causa.



Tinham sido autorizados a ficar apenas em uma parte do terreno e eis que no dominfo ultimo (12/07) tomaram conta de mais uma parte do mesmo, desrespeitando assim o acordo feito com a justiça para que ficassem nessa parte até a resolução do processo. Alegam que se a justiça suspendeu a liminar de reintegração de posse os mesmos já são legitimos possuidores do terreno, pode isso? Ainda não saiu a decisão judicial e já se dizem donos do terreno...



Mas temos que nos rebelar contra isso. É um acinte contra o direito de propriedade de todos nós.



Falam que a empresa deve impostos à Prefeitura de Belo Horizonte, mas isso não é um problema a resolver entre a PBH e a construtora? Então se deixo de pagar meu imposto o MST vem e tem o direito de invadir meu imóvel???


Falam que a mesma tem inúmeros processos na Justiça, mas como uma construtora que constrói prédios e casas não os iria ter? Vendem seus produtos e os inadimplentes não pagam o que ela deveria fazer? Deixar por isso mesmo ou tentar o recebimento via órgãos competentes no caso o TJMG????


Ora... Sabemos que no Brasil o déficit habitacional é grande, mas invadir propriedades alheias com o pseudo tema de dar moradias populares aos pobres é um crime grandioso. O MST incita a população a invadir uma propriedade e nem mesmo sabe se o terreno é público ou não. No caso do terreno da Construtora Modelo, como já se vê, da Construtora e não da PBH ou Estado ou da União, então é uma propriedade particular...


Porque então insistir em ficar no terreno? Algum interesse do MST há nisso não há? Claro que sim... Só uma dica: na divisão do terreno apresentada em seu Blog o MST fez constar no mesmo uma área livre de mais de 50.000 m², para que isso? Deslavadamente interesse não é mesmo? Comércio? Há dúvidas não é mesmo?


Reiteramos aqui nosso apoio ao Sr. Prefeito de Belo Horizonte quando diz que o terreno é particular e não consta no rol de desapropriações....


Reiteramos também nosso apoio a PMMG que verdadeiramente desde a invasão tem se portado de maneira exemplar, deixando sempre uma viatura ao lado do terreno para manter a ordem e o respeito ao restante das propriedades no entorno. E que se faça justiça e que Deus ilumine a mente dos Srs. Desembargadores para que os mesmos atuem de maneira imparcial e dando a posse a seus verdadeiros donos.


Está chegando a hora, o dia "D" esta chegando

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Invasão Dandara - Estamos com Marcio lacerda e PBH

Deixo aqui o meu total e irrestrito apoio a Prefeitura de Belo Horizonte e ao Prefeito Sr. Marcio Lacerda. Sua posição quanto à invasão do terreno pertencente à Construtora Modelo, no bairro Trevo, na Região da Pampulha é compartilhada e aprovada por todos os moradores do entorno.

Não somo contrários ao clamor dos mais necessitados por terra, mas contrários à forma que movimentos sociais inflamam-os para obter vantagens e benesses do governo. Porque não organizar e cadastrar os mesmos nos programas sociais do governo? Não! Querem é a desordem e o espaço na mídia que estes atos dão e nas próximas eleições veremos esses mesmos rostos estampados no horário eleitoral gratuito.

Nota-se descaradamente a conotação política do movimento no terreno invadido. Os líderes para inflar o movimento (invasão) insuflaram os moradores da comunidade vizinha, Vila Bispo de Maura, a invadirem o terreno também, prova disso é o constante movimento de pessoas da vila para a invasão e vice-versa, descaradamente, também, são vistas pessoas chegarem de carros e motos no terreno invadido, pessoas estas que sabemos possuirem suas casas e que estão se aproveitando da situação. Porque então os líderes do Movimento permitiram e permitem tal coisa? Será interesse?

Se estivessem lutando por moradias populares para os invasores, porque começaram a demarcar o terreno em lotes de 1.000 m²? Se os Srs. leitores passarem na rua sem pavimentação ao lado do terreno invadido verão a veracidade do que digo piquetes de 15 em 15 metros de frente, para que isso? Nota-se o grande interesse comercial dos invasores pois a região é valorizada.

Contragutalos-nos com o nosso Prefeito pois vemos que o mesmo é bem informado e sabedor das condições dos invasores. Quando for decretada a volta da posse aos legítimos donos veremos que o mesmo está super correto, só sobrarão uns poucos que realmente precisam e estes podem ser acolhidos nos abrigos da PBH e posteriormente inclusos nos programas habitacionais da PBH.

Avante Sr. Prefeito a população do entorno do terreno invadido quer justiça e não mais uma favela para causar transtornos à nossa região.


(Deuteronômio 19:14) - Não mudes o limite do teu próximo, que estabeleceram os antigos na tua herança...

(Deuteronômio 27:17) - Maldito aquele que remover os limites do seu próximo.

sábado, 9 de maio de 2009

Os 25 anos do MST: invasões, badernas e desafio à lei


Na última terça-feira, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) completou 25 anos. Mantendo a falsa bandeira de sua incansável luta pela reforma agrária, o MST conseguiu permanecer impune das ações criminosas que cometeu ao longo de sua existência. Há tempos que a organização não quer mais apenas um pedaço de terra - e sim toda a terra. Em reportagens realizadas ao longo dos anos, VEJA acompanhou o crescimento, a desmoralização e os crimes cometidos por essa organização que não possui sede fixa e nem estatuto.
Em 19 de junho de 1985, VEJA registrou a confusão provocada pelo então presidente José Sarney ao anunciar seu Plano Nacional de Reforma Agrária. A revista afirmou que Sarney "atingiu um vespeiro que havia vinte anos não estava tão agitado". Naquela ocasião, 45 famílias invadiram, armadas de foices e facões, uma área de 1.300 hectares no Ceará. Assustados, os proprietários de terras passaram a armar seus funcionários com revólveres e espingardas. "A ordem é clara: atirar primeiro e perguntar depois", dizia a revista.
Cinco anos depois, em 15 de agosto de 1990, a revista registrou um grande conflito que chocou a população brasileira. "Pontudas e afiadas, empunhadas por homens de braços musculosos e botinas cobertas de terra, centenas de foices fizeram sua mais trágica aparição nos conflitos sociais do país, na Praça da Matriz, bem no centro de Porto Alegre". Cerca de 400 agricultores confrontaram a lei sem nenhum pudor. Eles montaram um acampamento a poucos metros do Palácio Piratini, sede do governo estadual. No fim, depois de tiros disparados pela tropa de choque, vidraças quebradas e alguns feridos, o saldo final: um soldado da Brigada Militar foi assassinado. "Degolado, o soldado cambaleou alguns passos, disparou um tiro a esmo e caiu no asfalto, onde os assassinos o deixaram agonizar até ser recolhido por um comerciante das proximidades", dizia a revista.
Em 23 de abril de 1997, VEJA registrou uma marcha que reuniu 40.000 pessoas. Na reportagem, a revista definiu o MST: "A rebeldia é a marca do MST. Os sem-terra não aguardam quietinhos as decisões da Justiça. Não fazem lobby para modificar as leis no Congresso. Não, nada disso. Eles tomam as terras primeiro, conversam depois. São gente brava, que invade o terreno onde se funda a ordem capitalista: a propriedade privada".
Naquele mesmo ano, na edição de 6 de agosto, VEJA traz uma entrevista com o líder do Movimento dos Sem-Terra, o economista João Pedro Stedile. Em suas declarações, ele critica o governo Fernando Henrique Cardoso - o presidente que havia realizado o maior número de assentamentos - e afirma que está empenhado em derrubar o modelo econômico neoliberal. "Aqui vem o meu alerta para Fernando Henrique e a elite brasileira: se uma população tão grande de excluídos continuar à solta, sem organização, aí sim o Brasil vira barril de pólvora", disse o líder.
As invasões e saques em bancos e delegacias promovidas por militantes do MST provocaram indignação no então presidente Fernando Henrique Cardoso. "Quando o MST entra num banco é igualzinho, igualzinho, a alguém que entrou num banco como assaltante", afirmou na edição de 3 de junho de 1998. Ainda em 1998, na edição de 7 de outubro, o líder dos sem-terra, Jaime Amorim, chegou admitir o uso da luta armada em algumas circunstâncias.
Dois anos mais tarde, VEJA de 10 de maio de 2000 registrou a ação "mais espetacular" do MST desde que foi criado. "Numa operação relâmpago e inédita, cerca de 5.000 sem-terra ocuparam prédios públicos em catorze capitais. Outros 25.000 realizaram invasões pelo interior e passeatas. Em três lugares, foram atacadas sedes regionais do Incra, o órgão do governo federal encarregado da reforma agrária. Em onze, o MST escolheu escritórios do Ministério da Fazenda", relatou a reportagem. Segundo a reportagem, o MST pretendia tomar o poder no país por meio da revolução. A partir daí, a estratégia seria implantar no Brasil um socialismo tardio.
Segundo uma pesquisa realizada em novembro de 2000, 57% da população não apoiava o movimento e 67% acreditava que sua ação é mais política do que social. Outros 70% afirmaram que os líderes conduzem as reivindicações de maneira errada e 87% defenderam que o governo fizesse uma auditoria nas contas do movimento. Os dados foram revelados pelo então ministro do Desenvolvimento Agrário, Raul Jungmann, em entrevista às páginas amarelas de VEJA de 15 de novembro de 2000.
Na edição de 18 de junho de 2003, VEJA trouxe uma reportagem de capa com José Rainha Júnior, um dos líderes mais rebeldes do MST. Os repórteres relatam a experiência de acompanhar o cotidiano e fazem um panorama histórico do anticapitalista e antiimperialista Rainha. "Para colocar o nome na lista dos sem-terra, os candidatos precisam apenas montar e cobrir o barraco. Se o movimento acenasse com a possibilidade de ganhar uma bicicleta, moto ou aparelhos de TV em vez de um pedaço de terra, estaria arregimentando gente com o mesmo tipo de sucesso. Muitos vão embora ao cabo de alguns dias e abandonam os barracos. Os que ficam são os mais miseráveis, atraídos pelas cestas básicas enviadas pelo governo", dizia a revista. Ocupação Dandara Invasão Dandara

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ocupação Dandara - Desabafo de um Morador - MST

Moro na regiao a 35 anos,tenho escritura do meu imovel. Aonde estava o MST quando a regiao nao tinha asfalto,ou mesmo energia eletrica,transporte? Foi o trabalho dos antigos moradores da regiao que possibilitaram os mesmo. Agora vem o MST, com alguns advogados, e promovem uma invasao. Balela, sao bandidos. Tem pessoas armadas no acampamento, um morreu a 20 dias atras. A maioria das pessoas ali, procuram um loteamento, mas me pergunto porque nao invadem lotes na BR-040 a 35, 50 km de bh, qual a desculpa?. Voces sao oportunistas, a maioria apos ter posse do imovel, que e ilegal, vende por trocados o lote, e o local vira uma grande favela, trazendo transtornos para a regiao. E digo mais, meu pai criou 8 filhos com salario minimo, e conseguiu comprar legalmente o seu lote, com suor e trabalho, nunca invadimos terra alheia, o MST e falso e ditador? Caso haja um loteamento a 40 km de bh que fosse doado ao MST e depois fosse dado a posse legalemente registrado no cartorio de registro de imoveis, sera que a mairia iria morar la e viver de plantaçao? Acho que nao. É muito longe ne?.
Gostaria tambem como morador do bairro a mais de 35 anos com escrituta contrato de compra e venda legal do meu imovel, fazer uma pergunta, o que o MST vai cultivar naquela terra? Qual a cultura vai ser explorada no local? Ou voces vao fazer varios barracos e vender e alugar? Na epoca do meu avo no norte de minas bandidos como voces seriam facilmente repelidos do local, e mais,o governo federal esta fazendo casas populares a preço de custo, porque voces nao entram para o programa?, sera que invadir e mais barato?, ah! nao e de graça ne? A associaçao de moradores do ceu azul e pampulha que sao pessoas honestas e que conquistaram a suas terrinhas com muito muito trabaho nao apoia este tipo de bandidagem, fabricas de favelas e pontos de drogas. amem.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Invasão Dandara (Ocupacao Dandara) A verdade sobre a ocupação de terreno na Pampulha


O direito a terra e a condições de ter uma vida segura estão garantidos na Constituição do Brasil. Mas, será que é certo pegar algo alheio em nome desse direito? Desde a madrugada de quinta-feira (09/04), aproximadamente 200 famílias mantêm ocupação em um terreno de 315 mil metros quadrados no Bairro Trevo ao lado do Bairro Céu Azul - A, na região da Pampulha, em Belo Horizonte (BH), Minas Gerais, em acampamento liderado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Brigadas Populares e Fórum de Moradia do Barreiro.

Dizem que algumas famílias já estavam no local há quatro dias, mas a invasão só ganhou notoriedade quando vários veículos de comunicações mineiros resolveram repercutir o ocorrido. Com a chegada do movimento no terreno, outras famílias de vários bairros carentes de BH resolveram participar da empreitada com intuito de também conseguir um lote. Na noite de quinta-feira, a Policia resolveu retirar os invasores, mas o MST resistiu e instigou a população da Vila Bispo de Maura que curiosa ajuntou-se no local a enfrentar a policia. Foram jogadas pedras contra a corporação presente no local e a mesma revidou com bombas de efeito moral e tiros de borracha para o ar. Acalmados os ânimos, a Policia ficou no local somente para manter a ordem. Na manhã de sexta-feira (10/04) com a permissão da liderança do MST mais de 400 pessoas oriundas da Vila Bispo de Maura e entorno já montavam barracas de lona plástica no local, reivindicando moradia e trabalho.

Representantes da Construtora Modelo se apresentaram como donos do terreno e tentaram um possível acordo na tarde de sexta-feira (10/04), mas nada foi acertado. A empresa entrou com uma representação judicial para reassumir a posse do local, obtendo uma liminar de reintegração de posse na 20ª Vara Cível do TJMG. Para enrolar o processo o MST entrou com um pedido já na 2ª Instancia do TJMG, onde a liminar foi suspensa, digo suspensa e não cassada como diz o MST, até o julgamento.
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Fonte: Café com Noticias c/ atualizações do blogueiro