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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Já invadiram o restante do terreno

Quanto mais a Justiça de Minas demora para opinar sobre o processo de reintegração de posse do terreno na pampulha de propriedade da Construtora Modelo, mais e mais aproveitadores da situação procuram se beneficiar do fato.

Agora, estão invadindo o resto do terreno que foi preservado por se tratar de área sujeita a enchentes devido a passagem de um córrego. Estão aterrando o declive as margens da Rua Horácio Terena Guimarães e, por incrível que pareça,  ficamos sabendo que estão vendendo lotes no local, (vide abaixo), quem será? Bom isto fica a cargo da Policia investigar...

Será que os lideres da invasão dandara estão levando vantagem com isto, ou serão outras pessoas aproveitadoras e sem um pingo de vergonha na cara?

Coitadas da população do entorno... que já sofre com falta de água, energia e saneamento...


Após a invasão o terreno ficou assim...


Nesta foto, vê - se um close de parte da área preservada...

Mais uma....

Do mesmo ângulo como esta agora após nova invasão... veja o tamanho da casa sendo levantada...

Muros estão sendo levantados... e lá se vai o restante do terreno...


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Favela vai continuar até Abril...

É com grande descontentamento que informamos que a Reintegração de Posse da invasão dandara foi suspensa. 

Até 03/04/2012  teremos de aturar esse desrespeito, data em que foi marcada pelo Juiz da 6ª Vara da Fazenda de MG uma audiência de conciliação (porque tão longe???) conciliar mais o que???

De acordo com pesquisa no site do TJMG nos inteiramos de que os Defensores Públicos de MG conseguiram que o processo fosse levado para a 6ª Vara de Fazenda Publica de MG, mais especificamente a cargo do Juiz  Manoel dos Reis Morais, o mesmo que a tempos atrás publicou uma carta de apoio aos invasores (Veja teor Aqui).  


Pressionaram tanto que não houve como o Desembargador Tarcisio Martins segurar o processo no Juizado Cível onde é resolvido todos os processos de conflitos de posse etc e, conseguiram até que o mesmo fosse distribuído para um Juiz especifico, logo o da 6ª Vara, não poderia ser outro? Porque especificamente este Juiz e não um outro que não tivesse interesse no processo ou já não tivesse se manifestado antes?

Hoje, vemos no histórico do processo o seguinte:


Classe: Reintegração / Manutenção de Posse
Assunto: CIVIL > Coisas > Posse > Esbulho / Turbação / Ameaça
CS: -

Autor: CONSTRUTORA MODELO LTDA
Réu : MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA

Última(s) Movimentação(ões):

AUDIÊNCIA CONCILIAÇÃO DESIGNADA 14:00 JUIZ(A) TITULAR 19836 03/04/2012
REVOGADA DECISÃO ANTERIOR REINTEGRAÇÃO POSSE REINTEGRAÇÃO POSSE JUIZ(A) TITULAR 19836 16/12/2011
CONCLUSOS PARA DESPACHO/DECISÃO JUIZ(A) TITULAR 19836 12/12/2011

Com isto vamos ficar a merce dos invasores até abril do ano que vem. Vamos ficar sob o fogo cruzados dos traficantes e bandidos que vivem dentro do terreno invadido... Semana passada mataram outro dentro do terreno (ver no post anterior)... até quando....

Até quando vou ter que observar um sujeito todo o final de semana subir no poste a fazer gatos, e quando o mesmo engata os fios sobrecarrega a tensão e fogo saem pelas tomadas de minha casa? Quem vai me ressarcir os meus aparelhos queimados??? Essa semana a  placa-mãe de meu PC queimou... quem vai me pagar??? O Juiz??? o MST??? O líder dos invasores??? O Padre??? Quem???
O fazedor de gatos???

Uns os acham coitadinhos, mas em frente minha casa tem um invasor que tem dois carros, TV de 42" e tudo o mais...

Povo sem ética!!! Sem respeito!!! Destruidores!!!


Gente, o que vai ser deste País???
A Lei (Justiça) não está valendo de nada.
A propriedade não está valendo nada!!!
Ai que saudade dos tempos de outrora... Antes não aconteceria isto...
Invadiu o que não é seu??? Roubou???
Pau neles!!!!

FORA DANDARA!!!

PS.: Estou vendendo minha casa quem quer comprar???





sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Homem é morto a tiros dentro do Invasão Dandara

A Polícia Civil vai investigar a morte de um jovem, de 24 anos, assassinado a tiros, na noite dessa quarta-feira (7), dentro do acampamento de integrantes do movimento Dandara, no bairro Céu Azul, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo a PM, a vítima estava na esquina das ruas Geraldo Orozimbo com Quilombo, quando foi abordada pelo suspeito que atirou três vezes. O rapaz foi baledo no peito e na cabeça e morreu ainda no local.

De acordo com a polícia, o jovem teria passagem por tráfico de drogas e pode ter sido morto em um acerto de contas. Até às 7h, ninguém havia sido preso.

Outros crimesNo final de outubro, uma discussão entre moradores terminou com uma pessoa esfaqueada dentro do acampamento.

Segundo a Polícia Militar, depois de uma briga, um morador deu uma facada no braço da vítima. Ela foi levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) .

A Polícia foi chamada ao local e prendeu o suspeito.

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=137433

http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/12/08/interna_gerais,266361/jovem-e-morto-a-tiros-dentro-do-acampamento-dandara-na-pampulha.shtml

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Justiça confirma Reintegração de Posse - dandara

O despacho do magistrado foi motivado por um pedido de reconsideração da ordem de desocupação. A reconsideração foi negada, pois os ocupantes não apresentaram qualquer elemento novo que permitisse a revisão da sentença já anteriormente proferida

Diante de um novo pedido de reconsideração referente ao mandado de Reintegração de Posse expedido anteriormente e da parte Ré (Ocupantes e lideres do MST) não terem apresentado fatos novos que carreassem à revisão da decisão, o Juiz da 20ª Vara Cível, confirmou o Mandado de Reintegração de Posse em favor dos Proprietários do terreno de 315 mil metros no Bairro Trevo / Céu Azul, na região da Pampulha em Belo Horizonte, invadido desde Abril de 2009 pelo MST, Brigadas Populares e simpatizantes.

Em sua decisão, o Juiz ainda citou a sua preocupação com a remoção das famílias com isto, determinado que às famílias seja dada assistência adequada pelo poder publico, bem como transporte de seus pertences e abrigo para os que não tiverem para onde ir.

Determinou também o apoio de contingente da PMMG para apoiar o cumprimento da reintegração de posse, recomendando respeito aos invasores sem o cometimento de excessos e para isso recomendou a solicitação de observadores sendo um representante da Cúria Metropolitana e um representante da OAB-MG. Recomendou também, que se comunique o fato ao Governo de MG, a Presidência da Republica e, a Prefeitura Municipal.

Como descrevemos acima, a desocupação da área e iminente e traz grande alivio a população do entorno que desde abril / 2009 vem sofrendo na pelo as agruras dessa invasão, uma vez que é obrigada a ficar calada mediante ameaças. Aqui quem pode se manifestar são somente os invasores pois se algum vizinho levantar a voz contra é imediatamente ameaçado.

Abaixo, publicamos na integra a decisão do MM Juiz da 20ª Vara Civel de BH e desde já pedindo a nossos leitores que no dia da reintegração de posse permaneçam em suas casas, não façam aglomerações e deixe quem de direito trabalhar (PM e os tratores)

Eis o despacho:

REINTEGRAÇÃO / MANUTENÇÃO DE POSSE

AUTOR: CONSTRUTORA MODELO LTDA;
RÉU: MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA


=> A parte ré comparece ao feito e requer a reconsideração da r. decisão a fls. 737/739 que determinou o cumprimento da liminar concedida a fls. 130/131. Como se fez registrar no r. despacho lançado a fls. 737/739 as tratativas de composição não lograram êxito, como também inexiste qualquer notícia nos autos de que a audiência realizada no último dia 20 de outubro junto ao Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública e Autarquia tenha chegado a bom termo.

Vejo que a parte ré não carreou ao feito qualquer elemento novo a permitir a revisão da decisão motivo pelo qual deixo de exercer o juízo de reconsideração requerido, no entanto, legitimamente, demonstra a parte ré sua preocupação com a realocação das famílias que hoje ocupam a área objeto da lide. Tenho que simultaneamente ao cumprimento da ordem de reintegração de posse confere ao poder público conceder às famílias que residem na área objeto da lide a assistência adequada, tanto no que diz respeito a concessão de abrigos, como transporte respectivos às pessoas e seus pertences, e, em virtude do grande número de pessoas que hoje ocupam a área, vejo que a tarefa de realocação das famílias deva ser compartilhado entre Município, Estado e União.

Lado outro, vejo que o Sr. T**************, Gerente da Gerência de Cumprimento de Mandados do Fórum Lafayette, em ofício dirigido a este Juízo juntado a fls. 769, requer o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais para cumprimento da ordem judicial haja vista a complexidade do ato, conforme fez registrar o Sr. Oficial de Justiça na certidão juntada a fls. 768. Necessário se faz a requisição de contingente policial objetivando a manutenção da ordem, obrigação afeta à Polícia Militar de Minas Gerais sendo a ela conferido diligenciar para, respeitado a dignidade da pessoa, da vida, da integridade física e moral de todos (mulheres e homens, crianças, idosos, adolescentes e adultos), assegurar o cumprimento da ordem judicial, não sendo recomendado o uso da força militar contra a sociedade civil.

Por fim, tenho ser de bom alvitre solicitar a observação de organismos independentes da sociedade civil visando acompanhar o cumprimento da ordem judicial, a qual estará bem assistida por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e da Cúria Metropolitana da Arquidiocese de Belo Horizonte. Ante o exposto, determino:

1 Expeça-se ordem ao Sr. Oficial de Justiça para que proceda ao cumprimento da r. decisão lançada a fls. 737/739, cientificando-o que deverá informar às pessoas indicadas pela OAB/MG e pela Cúria Metropolitana da Arquidiocese de Belo Horizonte, data e horário do cumprimento da ordem judicial;

2 Expeça-se ofício ao Sr. Governador do Estado de Minas Gerais requisitando a contingente policial respectivo com o fim de permitir o cumprimento da ordem judicial e solicitando sejam disponibilizados abrigos para os ocupantes do imóvel objeto da lide, bem como transportes respectivos;

3 Expeça-se ofício à Sra. Presidente da República Federativa do Brasil, e ao Prefeito Municipal de Belo Horizonte, solicitando sejam disponibilizados abrigos para os ocupantes do imóvel objeto da lide, bem como transportes respectivos.

4 Oficiar à Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de Belo Horizonte, e ao Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, para que indiquem observadores independentes para acompanharem o cumprimento da ordem, podendo os nomes serem informados por telefone, ramais (31) 3330-**** e (31) 3330-****. Adv - ALEXANDRE A.NASCENTES COELHO, PAULA ASSIS NASCENTES COELHO, MARCIA VALERIA DE CARVALHO FROIS RODRIGUES, TIBAGY SALLES OLIVEIRA, MARIA DO ROSARIO DE OLIVEIRA CARNEIRO, JOVIANO GABRIEL MAIA MAYER, LUIZ FERNANDO VASCONCELOS DE FREITAS, CLEIDE APARECIDA NEPOMUCENO.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Area restante do terreno aos poucos tambem esta sendo invadida





Enquanto a Justiça não é feita e tudo fica na fase de liminares e recursos para lá e para cá, os aproveitadores fazem a festa.


Já se apossaram do pedaço que restava do terreno invadido. Já abriram rua, roçaram e demarcaram em lotes...daqui a pouco começam também a vender, como já fazem na área invadida...


E a gente só olhando sem poder fazer nada...


Na próxima postagem publico as fotos de como está a degradação da área...

abraço a todos...

O Blog

Tags.: invasao dandara, ocupaçao dandara, construtora modelo, mst, brigadas populares, terreno na pampulha, ceu azul, trevo, 

sábado, 12 de março de 2011

Invasão de terreno na pampulha continua a prejudicar moradores do entorno

Prestes a completar dois anos (9 de abril) os moradores do entorno da invasão de um terreno no Bairro Trevo, na Pampulha, continuam sendo prejudicados... barulho, lixo e insegurança...

Enquanto a justiça tarda a injustiça prolifera:

- Como já falado aqui. a venda de terreno é publica e notória, vemos partes do terreno serem negociadas à luz do dia, sem medo... Negociam uma coisa que não tem... e ainda acham desinformados para comprar;

-Já viram sem teto possuidor de automóveis? Nesta invasão está cheio destes... Nunca ví tanto entra e sai de carros num terreno invadido por sem teto; nunca ví tanto sem teto terem tantos carros...(ficam estacionados em frente as casas...que verificar? é só ficar em uma das entradas da invasão...).

- Continuam atrapalhando o sono dos moradores do entorno nos finais de semana, com musica alta virando a noite: neste sábado/domingo último a bagunça foi até depois das cinco da manhã e com musicas de apologia ao crime e ao tráfico;

- Com a demora da justiça, a cada dia surge mais uma casa de alvenaria no terreno. Os  que estão comprando estão construindo do dia para a noite . A construtora vai ter um trabalhão para limpar o terreno;

-Os que sabem que vão ser retirados dizem que esperam receber uma indenização. (Papo para enganar os gananciosos que compram parte de um terreno invadido querendo levar vantagem futura;

- Toda a semana durante a madrugada se ouvem tiros em alguma parte do terreno... Eles mesmos fazem sua lei... sabem quem manda né? Já está tudo infiltrado...

-Gatos de energia e água. O terreno invadido está já todo iluminado, melhor iluminado que as ruas do entorno,, aliás, algumas ruas nem tem iluminação... As do terreno ficam ligadas 24h por dia... é a população de BH que paga mesmo não é???

Pelas pesquisas que o blog fez no site do TJMG, 1ª e 2ª instância, Câmara Superiior e até no STJ, todos os processos, embargos etc os invasores já perderam e o que está valendo até o momento é a reintegração de posse, então o que estão esperando para cumpri-la?

Diz se que a PBH tem que arranjar uma lugar para colocar os invasores... sendo assim ai vai uma sugestão...a titulo de triagem,  no ato da desocupação, coloquem os nos abrigos e temos a certeza de que a maiorias no mesmo dia voltarão para suas casas, sim casas, pois a maioria já possuem moradia, e os que sobrarem, que vai ser uma ínfima miniria a PBH coloca-os na fila de seus programas habitacionais...

Será que vão deixar essa injustiça completar dois anos???

Vejam mais sobre a invasão e o que os moradors passam em http://invasaodandara.blogspot.com 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Não temos o que comemorar em 2010

Que  vá tarde 2010.

Não temos o que comemorar.

Esperamos que em  2011 tudo seja melhor, sem disparates e desrespeito às leis.

Sofremos muito em 2010. Essa invasão de terreno em frente nossas casas foi a pior coisa deste ano. Pseudos “sem-teto” que se investigados descobrirão que em sua maioria já possuem suas casas e que só se sujeitam a ficar em um barraco com telhas de amianto por causa de vantagens financeiras. Isso mesmo, já tem pessoas lucrando com essa invasão... Umas são os ditos líderes e coordenadores que cobram mensalidades dos invasores, outros, são os próprios invasores que já estão vendendo seus barracos aos incautos e ignorantes sem informação. Temos notícias que barracos já estão sendo vendidos por até R$ 12 mil reais. Absurdo!

Enquanto isso, nós os moradores da região vemos nosso IPTU ser corrigido acima da inflação e, nossa rua, ficar um buraco só, pois não tem pavimentação e temos notícias que a mesma só vai ser pavimentada pela empresa dona do terreno invadido só depois da desocupação. Ato este que todos os invasores já estão cientes, pois é o que escutamos de suas bocas. Dizem que vão resistir mas queremos ver isso no dia.

Já não aguentamos mais ver nossa casa arrombada quando saímos de casa e para isso não acontecer termos que chamar um parente para cuidar da mesma.

 Já não aguentamos mais perder noites de sono pois esses invasores ligam seus aparelhos de som na maior altura até altas horas da madrugada.

Que 2011 chegue com boas notícias mas, só saberemos disso após o dias 08/01 quando o Poder Judiciário (TJMG) voltar do recesso.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

terreno invadido vira local de bota fora

 Desde 09/04/09 convivemos com invasores de um terreno de propriedade da Construtora Modelo. Hoje após um ano e oito meses os transtornos ainda continuam.

Agora, conforme fotos abaixo, vários caminhões de terra estão sendo jogados na rua e dentro do terreno. Também, estão entupindo uma das nascentes que forma o Córrego Olhos D’água que desagua na Lagoa da Pampulha. Um laguinho que era formado por essa nascente até já foi entupido.

Durante vários dias da semana passada, presenciamos um trator dentro do fazendo terraplenagem e cortando ruas, um absurdo, pois a reintegração de posse é iminente uma vez que os  invasores do terreno já perderam os recursos impetrados nas duas instancias do Tribunal de Justiça de MG.

A Rua está um lixo, e com estes montes de terra está ficando intransitável, pura lama.


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Invasão Dandara frente realidade do despejo

A invasão instalada no terreno particular na região da Pampulha, batizada pelos seus ocupantes com o nome de “ Dandara”, parece que seguirá a risca o mesmo destino  daquela que inspirou seu nome. Dandara ,  guerreira e esposa de Zumbi dos Palmares, suicidou-se após ter sido presa e não encontramos na literatura dados concretos sobre sua vida e os relatos existentes não passam de lendas.

Com a reintegração de posse a ser cumprida ao término das eleições, ocupantes da mesma juntamente com os de outras invasões, se posicionaram em frente a prefeitura de BH, como sempre, para exigirem o direito de permanecerem em suas casas.  A liderança da tal  Invasão Dandara , desde começo, sabia que o terreno pertencia a uma construtora e mesmo assim incentivou os invasores a construirem no terreno. Nunca houve nada que garantisse a posse da área para os mesmos. Pelo contrário, duas reintegrações a favor dos proprietários do terreno e  muita, mas muita ilusão por parte dos que lá estão.
Hoje, o que se vê, é um ar de desespero e incerteza nos rostos que transitam nas ruas com colchões e crianças em direção ao ônibus que os levarão para o centro da cidade para mais um inútil dia de protestos. Percebam que o número de pessoas é inexpressivo mesmo sendo formado por ocupantes ( desocupados) de três invasões. Mas o fim é próximo...
Devo ressaltar que os moradores dos bairros Trevo, Céu azul e Garças, estão de parabéns, pois da maneira que lhes foi possível, lutaram contra esse desrespeito chamado “ Ocupação Dandara”.
Não temos tempo para ficarmos protestando, queimando pneus nas ruas ou interditando a Praça sete de Setembro, justamente porque o que adquirimos na nossa vida é fruto de trabalho, estudo e sacrifício diário. Coisa que os manifestantes que estão lá na porta da prefeitura, desconhecem!
Esperamos que a justiça Mineira seja ágil , pois merecemos respeito não apenas pela nossa integridade , mas também  porque  pagamos impostos caros demais para que não se tomem providências a respeito de tamanho absurdo!


Por meio de nota, a PBH informou que “os movimentos sociais da habitação popular em Belo Horizonte contam com cerca de 13 mil famílias cadastradas. Famílias estas que lutam de forma organizada, com muitos sacrifícios, para alcançar o tão almejado sonho da casa própria. Desta forma, seria injustiça ‘tirar’ o direito destas famílias, que aguardam há mais tempo na fila da casa própria, privilegiando outras que adotaram a tática equivocada da invasão de terrenos”. A nota prossegue afirmando que “esta tática equivocada de luta não soma e que apenas vai na contramão da política habitacional arduamente conquistada pelos setores mais desfavorecidos da sociedade.” “O uso desta tática nos parece errôneo e desproposital, pois o nosso município conta com um sistema de política habitacional amplamente discutido”, finaliza a nota.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Invasao Dandara: "Gatos" continuam e moradores ficam prejudicados com falta diária de energia

Os moradores da região do bairro Trevo, mais precisamente da Rua Geraldo Orozimbo, estão sendo imensamente prejudicados pela falta diária de energia. O fato se deve pela imensa quantidade de "gatos" feitos na rede de energia elétrica da CEMIG. O transformador que regula e controla a rede na rua não aguenta e a chave do mesmo cai.

Por incrivel que pareça, como já dissemos em postagens anteriores, os invasores mesmo sobem no poste e religam a chave. Isto, sem proteção alguma, correndo o perigo de serem eletrocutados e "fritados" como um caso que já aconteceu na região.

Pedimos à Cemig que nos ajudem, ou que retirem essas ligações clandestinas, pois está prejudicando imensamente os consumidores da rua que pagam suas contas em dia.

Queremos justiça! Fora com essa invasão e que se faça valer a reintegração de posse já ganha na justiça!

sábado, 17 de julho de 2010

Crônica de uma morte anunciada. degradação do meio ambiente na invasão dandara.

Nasci pequena! Igual a mim, muitas outras minhas amigas. Somente a metade de nós consegue crescer. É assim que somos, como a Natureza nos fez.

Fui crescendo rápido. Durante meses meu tronco foi engrossando, minhas raízes se aprofundando e a quantidade de ar que eu respirava aumentava cada vez mais.
Era gozado eu respirava ar ruim e deixava sair o ar bom. Eu era uma máquina muito eficiente. Era muito legal!!!

As chuvas refrescavam meu tronco, meus galhos e minhas raízes faziam a festa no terreno onde nascil.
Fui crescendo cada vez mais. Forte, meu tronco já alcançava uma altura muito boa. Lá de cima, eu apreciava em destaque a rua onde eu estava. Havia algumas amigas por perto. Poucas, não restam dúvidas, mas assim como eu, dispostas a ficarem cada vez maiores.

Sol, ventos, chuvas fortes e fracas, dias nublados e dias de forte luz. Eu dava sombra, retirava do ar as impurezas que o homem colocava.

Uma noite aconteceu algo estranho. Pela madrugada chegaram uns homens e mulheres com um monte de coisas na mão. Fizeram buracos aqui e ali. Fiquei apreensiva, mas feliz. Será que outras amigas viriam me fazer companhia? Qual foi minha desilusão. Eles se denominavam “sem-teto” e na maior gritaria e algazarra diziam que iam invadir o terreno onde nasci. Primeiramente levantaram barracas de lona preta e depois de alguns dias eu já via crescer ao meu redor barracos de tijolos de barro, tudo sem um pingo de ordem ou organização, pois uns construíam nos fundos das áreas demarcadas por eles, outros, na divisa com a rua. Ficou feio o imenso terreno onde nasci. Muitas amigas minhas tiveram sua vida ceifada nestes fatídicos dias, agora, só restam algumas do outro lado da rua. Somente eu ainda resistia bravamente.
Eis que um dia, de repente tenho uma visão aterradora. Um homem chegou no pedaço de terreno que inda me restava segurando um machado e uma serra. Tremi desesperadamente pois não posso ver estes objeto. Pressenti que era o princípio de um sofrimento sem tréguas.

Começou a me golpear! Quisera naqueles momentos que se passaram que meu tronco fosse mais frágil, que eu não fosse tão resistente. Mas, não, eu estava só, suportando a violência com que o machado vinha ao meu encontro. Uma vez, duas, três, dezenas de vezes...

Senti fortes dores. Meus galhos ainda sem folhas, sucumbiram diante da sua frieza e insensibilidade. Um a um, caíram pelo terreno. De nada adiantava eu gritar, como já disse não fui feita para gritar. É verdade que quando vamos ficando velhas, ainda podemos ser aproveitadas como madeira para lenha, para o homem cozinhar e aquecer-se com suas lareiras em locais frios.

Em dados momentos eu pensei que o homem pararia de cortar meus pobres e frágeis galhos. Não parou. Continuou a golpear-me sem dó, nem piedade. Fui diminuindo, ficando pequenina e imaginei que poderia ser assim mesmo. Puxa, eu vou ser diminuída para ficar menorzinha e ser levada para outro lugar para de novo renascer forte e quem sabe, maior ainda do que sou!

Sentia-me moribunda. Tentava de todas as formas me manter ainda de pé. Não mais poderia sentir o vento em meus galhos e folhas, não mais poderia receber meus queridos amigos para abrigá-los do vento, não mais poderia oferecer meus galhos para os pássaros construírem seus ninhos. Não mais sentiria o frescor da manhã, a intensidade do Sol com seus raios dourados a atingir toda a minha copa. Não mais sentiria a suavidade da tarde e o encanto do orvalho da noite. Não mais daria a sombra protetora dos dias ensolarados.

Meu tronco explodia. Pedaços de mim saltavam para todos os lados. Eu procurava resistir, contraindo-me, deixando que minha seiva percorresse o interior de mim, livrando-se da lâmina implacável do machado.
Lutei desesperadamente para a dignidade de minha estrutura se manter ainda viva. A dignidade que era a contradição da insensatez do homem que ao derrubar-me, diminuía a teia da vida, essa teia tão cheia de complexidade e tão tênue para todos nós, independentemente de sermos o que somos: vegetais, animais ou minerais...

A minha base de sustentação ia sendo destruída, a cada movimento do homem. Os vasos do meu xilema, que conduzem a seiva bruta até às folhas pelo alburno, e os elementos condutores do floema, transportam a seiva elaborada até as raízes. Tudo destruído. Por momentos imaginei que ele assim o fazia, para manter o compromisso com quem o havia contratado de seguir até o fim. Caso, quem o tivesse contratado chegasse e me visse ainda de pé, não o teria pago. Seu trabalho não estaria terminado. Ele deveria ter mulher e filhos para cuidar, o dinheiro era importante para ele. Não poderia deixar de perdoá-lo...
Resisti até o quanto pude e em um dado momento sentia-me fraca e só. Com surpresa para mim mesma, soltei um grito de dor e tombei pelo terreno.

Estava consumado. Jazia pelo duro chão...

Nos momentos que ainda me restavam imaginei-me florindo, dando a sombra tão disputada para quem se aproximava de mim. Era uma das poucas árvores do terreno que ainda resistia. Olhei para sua imensidão e o vi sem a minha proteção. O homem juntou pedaços de mim e arrastando-me, colocou o que ainda era tronco partido em um outro lugar ali perto.

Enquanto era arrastada, olhei pela última vez onde eu tinha morado. Ainda restava um pequeno tronco que exalava um cheiro que só nós vegetais sentimos. Um leve odor que enchia o ar de queixumes. A minha seiva, ainda tentava subir para suprir o que não poderia mais atingir. Estava terminado...

De longe, um pedaço de tronco, que um dia deu tudo de si para todos que se aproximavam de mim. Nunca exigi nada de ninguém, nunca pedi nada a quem quer que fosse. Vivi e servi. Vim para servir e amar. Fui toda amor e dedicação.

Por fim, eu peço perdão a todos aqueles que não pude ajudar. Sentia muito em não poder dar frutos. Isso foi deixado para outras amigas minhas. Minha função principal era dar sombra...
Eu sou o símbolo da vida que se renova... Eu te perdoo pelo que foi feito e, ainda, te peço perdão pelo que não fiz. Te peço perdão pela rua que "sujei" com as minhas folhas. Assim o fiz, para que depois eu ficasse verde por toda a Primavera e você me amasse... Adeus. (adptado de Antonio Jorge Gouvêa-www.educacaopublica.rj.gov.br)

Eu era assim... Minha frondosa copa dava sombra a muitos...


Olhem como me deixaram...

Será que essas pessoas tem um coração???
Como podem ser tão frios???


Isto demonstra a todos como o terreno invadido está sendo degradado. Os que lá dentro estão, incentivados por suas lideranças,lamçãm mão de todos os subterfúgios para degradarem o ambiente... O terreno onde esta arvore nasceu, possui diversas nascentes de águas que formam o Córrego Olhos D'Agua, que desagua na Lagoa da Pampulha... Se continuar assim, o mesmo será só esgoto nos próximos anos...


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sexta-feira, 26 de março de 2010

Invasao dandara : Quase um ano e o impasse continua

As vésperas de completar um ano, (Faltam somente alguns dias), ainda continua indefinida a situação do terreno invadido pelos “sem-terra” do MST e Brigadas Populares na Pampulha em belo Horizonte. O mesmo foi invadido na madrugada do dia 09/04/2009 e até hoje continua a briga no Tribunal de Justiça de MG TJMG.

A posse do terreno foi reivindicada imediatamente por uma empresa construtora de Belo Horizonte, sendo concedida a reintegração de posse. Não satisfeitos o MST entrou com um pedido de mudança de jurisdição do foro, querendo que o processo fosse julgado na vara de questões agrárias, sendo-lhe negado o pedido pelo motivo de que o terreno encontra-se em área urbana, cercado por residências e no município de belo Horizonte. Não satisfeitos MST e seus asseclas entraram com um mandado de segurança na Corte Superior do TJMG e com isto o Desembargador relator do processo e responsável pelo processo deu aos invasores a faculdade de poder permanecer no terreno até o julgamento do caso.

Assim, os invasores aproveitaram a demora no julgamento do processo pelo TJMG e no dia 12/07 tomaram posse do restante do terreno e incitados pela liderança da invasão começaram a construir barracos de alvenaria. A PMMG bem que tentou barrar a entrada de materiais de construção, mas seu efetivo é pouco para o tamanho do terreno, quando ela está vigiando um lado os invasores entram com material por outro lado. Usam Kombis, automóveis e carrinhos de mão para entrar com tijolos e outros materiais. Tem inclusive um deposito de materiais de construção instalado dentro do terreno (ao lado da escola) que fornece todo e qualquer tipo de materiais para o mesmo (veja flagra de uma Kombi sendo carregada com material de construção).

Aqui, vemos a mesma dentro do tereno invadido...
Hoje, já deparamos com barracos de 4 e 5 cômodos e com automóvel na garagem,,,

Hoje, o que a população do entorno vê é o crescimento da invasão e a favelização do local onde acontece de tudo: roubos, assassinatos, linchamentos, tráfico, ameaças á população vizinha, roubos de energia e água através dos “gatos” etc e, preocupada não tem onde reclamar... Muitos moradores da região colecionam vários Boletins de Ocorrências é o que podem fazer quando deixam sua casa por um minuto e ao voltar encontram suas casas arrombadas e seu patrimônio dilapidado.

A sujeira impera no local. Se passarmos por uma rua de terra ao lado do terreno invadido é comum vermos enorme quantidade de lixo e sacolas plásticas cheias de fezes que os mesmos jogam na rua, Uma porcaria só!

Como sempre dissemos neste Blog desde o inicio da invasão, cremos que tenha dentro do terreno, invasores que precisam mesmo de uma casa, mas a sua maioria (90%) são aproveitadores! Já possuem suas casas (a maioria na Vila Bispo de Maura, Céu Azul, Lagoa, Leblon) e só passam o dia no barraco (ou pagam para alguém vigiar) e à noite vão para suas casas. É comum vermos isso acontecer no início da manhã quando chegam (uns até de carro) e quando vão embora à noite.

A demora no julgamento do processo esta sendo enorme, só para os leitores verem um exemplo, desde o dia 20/01 o processo está nas mãos do Ministério Publico de MG para vistas e até hoje não retornou ao TJMG, já fazem 33 dias que o mesmo está emperrado naquele órgão. O que está acontecendo não se sabe, Mas deveriam dar uma satisfação aos moradores da região, pois estamos com medo! Muito medo e já se vai fazer um ano! Já sabemos de moradores que estão mudando de região, vendendo suas casas por uma ninharia para poder ficar longe do que esta acontecendo por aqui!

A construtora, que no início atendia prontamente as indagações da população já não fala mais nada, será porque sumiram? O que sabemos é através dos invasores e para os mesmos “eles já são donos do terreno” e para tirá-los a construtora terá que indenizá-los. Incrível não é? Mas escutamos estas palavras ditas pelos lideres da invasão ao incitar os invasores a construírem os barracos em alvenaria. Um absurdo isto! Vindo de Padres e Bacharéis em Direito não é mesmo?
Esperamos que este impasse não se prolongue mais! E que a Justiça seja feita, pois estamos perdendo a fé na mesma!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Está na hora

Esta na hora da população do entorno se manifestar sobre a invasão.
Os invasores, já começam a se articular pois o processo retornou do MP e está nas mão do Desembargador para sentença final.

quarta-feira, 3 de março de 2010

descisão Judicial sobre reintegração de posse esta atravancada no Ministerio Publico

A Construtora Modelo entrou com pedido de reintegração de posse do terreno na Justiça em abril do ano passado. As liminares tiveram várias movimentações e despachos ao longo deste período no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O juiz Bruno Terra Dias, da 1ª Instância, concedeu liminar para a reintegração de posse do imóvel à construtora. O juiz alegou que a empresa comprovou ser a dona legítima do terreno por meio da apresentação do registro do imóvel em cartório. O MST recorreu da decisão e o relator plantonista, desembargador Gutemberg da Mota e Silva, revogou a liminar concedida em 1ª instância, permitindo a permanência do MST no local. Para o desembargador Mota e Silva, embora comprovasse o domínio sobre a área, bem como a existência de projeto para seu loteamento, a construtora não deu prova da posse efetiva do bem.

O processo ficou sob responsabilidade do desembargador Tarcísio Martins Costa, da 9ª Câmara Cível. O magistrado entendeu que a liminar concedida pelo plantonista (permitindo que o MST permanecesse no local) deveria ser revogada, sendo o imóvel reintegrado à construtora. Em 29 de outubro de 2009, a movimentação do agravo de instrumento foi suspensa. Os integrantes do MST impetraram mandado de segurança, que será julgado pela Corte Superior do TJMG. Assim, o relator do processo, desembargador Tarcísio Martins Costa, determinou a paralisação do agravo de instrumento até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Corte.

A vizinhança da ocupação Dandara reclama de aumento da criminalidade e desvalorização dos imóveis na região. José Carlos Neto tem cinco lojas em um terreno de 1,1 mil metros quadrados em frente à Dandara, sendo que uma das unidades é um salão de festas. “Moro há 10 anos aqui. Antes, era um pasto, só tinha vaca. Agora, meu negócio despencou. Quando falo que a referência é a ocupação do MST, ninguém quer fazer festa aqui”, diz. O major da Polícia Militar Alessandro Petronzio, responsável pela segurança local, mantém duas viaturas em frente à Dandara. “Aumentou muito o número de reclamação de arrombamento e indivíduos em atitude suspeita”, diz. A coordenadora da Dandara, Priscila Cristiene, contesta. “Não aceitamos roubo aqui dentro nem na redondeza. Se descobrimos, a pessoa tem que sair daqui”, diz.
OBS do Blog: Após a invasão do terreno aumentou substancialmente os roubos na região. tem morador que já teve sua casa arrombada por três vezes, tudo comprovado por Boletins de Ocorrências, fora as intimidações e ameaças.
Temos que ficar calados pois senão quando passamos na rua ouvimos que se os mesmor forem despejados irão quebrar as casas da rua toda e que não se responsabilizam por nossas vidas etc...
A região desde 09/Abril/2009 deixou de ser pacata!!! Está um caos morar por aqui!!!

Invasão do MST barra obras de casas populares na Pampulha

Casas e faixa no local, lembrando aos moradores que a venda de lotes é proibida, sob pena de expulsão


A escassez de terrenos para a construção de moradias populares dentro do programa Minha casa, minha vida, do governo federal, esbarra em um novo obstáculo em Belo Horizonte: a ocupação, por 887 famílias (cerca de 5 mil pessoas), de uma área de 315 mil metros quadrados na Região da Pampulha. A Construtora Modelo, proprietária do terreno, afirma que está pronta para iniciar as obras no local e aguarda decisão judicial de desocupação da área. O projeto da construtora é construir 1.152 moradias em oito condomínios fechados para famílias com renda de três a seis salários mínimos (R$ 1,53 mil a R$ 3 mil) ou 3 mil unidades para famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.530 mil).

A área foi ocupada em 9 de abril de 2009, véspera da semana santa, em ação conjunta do Fórum de Moradia do Barreiro, Brigadas Populares e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). O terreno ocupa um quarteirão inteiro na divisa entre os bairros Trevo, Céu Azul e Mangueiras, na Zona Norte da capital. A Modelo comprou o terreno há 14 anos. O diretor da construtora, Fábio Guimarães Nogueira, diz que, em 1998, entrou com pedido de licenciamento ambiental na Prefeitura de Belo Horizonte. Em seguida, foram feitos pedidos de fornecimento de água, esgoto e energia, além de pedidos na BH Trans para a construção de vias no terreno. “A aprovação dos projetos demorou mais do que o normal”, ressalta Nogueira.



A ocupação do terreno, batizado de Dandara em homenagem à companheira de Zumbi dos Palmares (o escravo que liderou um quilombo no Brasil colonial), aconteceu cerca de um mês antes de a construtora conseguir a aprovação do projeto na prefeitura, segundo Nogueira. “E, depois que as famílias entraram para o terreno, não há como tirá-los, a não ser por meio judicial. O nosso projeto é de um condomínio fechado, que iria valorizar o bairro. O terreno sempre esteve bem cuidado, com vigia e capinado. A ocupação ocorreu em véspera de feriado prolongado”, ressalta Nogueira. A construtora calcula que já tenha investido R$ 6 milhões na área.

A ocupação do Dandara começou com 150 famílias e hoje conta com 887. “Eram 1.086 famílias, mas muitas desistiram. Temos algumas dificuldades, como falta de energia. Fizemos alguns gatos por aqui e conseguimos luz. Há seis meses eles também proibiram a entrada de material de construção no terreno”, afirma Priscila Cristiene Pereira, uma das 18 coordenadoras dos nove grupos da Dandara. O fornecimento de água, diz, era feito por caminhão-pipa, e apenas há quatro meses passou a ser regularizado na região.

O movimento Dandara é organizado. No início, os barracos foram montados com madeira e lona. Hoje, grande parte é feita de tijolo. Na internet, a ocupação tem um blog estrututrado (ocupacaodandara.blogspot.com) até com versões em inglês. No site, há um link Dandara in english com dicas de como apoiar o Dandara. O terreno ocupado foi dividido em 887 lotes e cada unidade tem área de 128 metros quadrados. As reuniões dos coordenadores são semanais e há um plano diretor para a construção de hortas comunitárias, escola, igreja e posto de saúde.

Cristiene afirma que a Modelo tem dívidas de R$ 40 milhões com a prefeitura. Nogueira rebate. “Temos um débito de R$ 2,2 milhões de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O terreno tem três registros diferentes. Em duas áreas, a prefeitura cobra um valor numa e na outra cobra taxa nove vezes maior. É isso que estamos questionando. Queremos resolver essa pendência, mas temos que conseguir reintegrar a posse”, diz o diretor. Segundo a Secretaria de Regulação Urbana da Prefeitura de Belo Horizonte, em março de 2009 a Construtora Modelo foi informada que havia uma pendência financeira para a liberação do loteamento. “Mas como vou pagar o débito se o terreno está ocupado?”, indaga Nogueira. (Geórgea Choucair-Estaminas)
OBS: Referente a foto acima, nós que moramos nas imediações do terreno invadido, (ouvimos pessoas falando no ponto de onibus, na rua etc) sabemos que já estão vendendo as areas ocupadas irregularmente. estao cadastrando novas pessoas e estas se comprometem em pagar uma quantia mensal aos coordenadores. Sabemos também que os mesmos só tem um padrão de agua que deveria servir para todos do terreno, mas alguns já fizeram gato de agua e por isso também cobram dos outros barracos. Por causa dos Gatos de Energia nós moradores já ficamos 36 hs sem energia, pois foram fazer um gato e deu curto-circuito na rede eletrica da rua.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Invasao Dandara e a demora da justiça, enquanto isso...

Enquanto os projetos de obras pululam das pranchetas dos engenheiros da Prefeitura de Belo Horizonte para a região da Pampulha, vemos com tristeza a demora das autoridades, diga-se, da Justiça de MG em resolver por completo a situação dos moradores dos bairros do entorno de um terreno invadido na mesma região.

Desde 09/04/09, convivemos com a baderna que o MST, Brigadas Populares e Cia, instauraram na região: assaltos, invasões de domicílios, intimidações e ameaças, perturbação da ordem e demais delitos, sendo que até agora o TJMG não definiu a reintegração de posse do terreno.

Aos moradores, apreensivos e encurralados, resta a reclusão dentro de suas casas, pois nem mesmo podem sair das mesmas. Alguns deixaram até de trabalhar devido ao medo de seus bens serem saqueados.

Vemos claramente o interesse comercial na invasão, pois sabemos que a maioria dos invasores, possuem suas próprias residências e até bens como, automóveis e empresas comerciais, inclusive num depoimento de um membro do MST em seu Blog, que o interesse também do MST é instalar uma base no terreno invadido. Agora é que percebemos porque eles não dividiram o terreno todo, deixando umas partes inabitadas, ou seja, interesses próprios.

O processo de reintegração de posse corre a passos de tartaruga no STJ. Sabemos que os invasores já perderam na primeira e segunda instancia e recorreram ao STJ e, no vai e vem de petições, demoras a trâmites, a população do entorno vê os invasores aprontarem no terreno.

A PM coíbe a entrada de materiais de construção, mas devido a extensão do terreno e as artimanhas dos invasores os materiais continuam entrando no terreno. (eles usam seus carros para aos poucos levarem tijolos e areia para dentro) assim, vemos barracos de um cômodo e precários serem levantados aos poucos, conforme fotos abaixo.


PS: Quando terminavamos esta postagem, soubemos através do portal do TJMG que o Desembargador Nepomuceno Silva despachou, em decisao interlocutória, sobre o processo. Nas próximas horas saberemos melhor sobre o conteudo de sua descisão e informaremos....

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MST - O Cancer do Brasil

Brasil
Por dentro do cofre do MST


VEJA teve acesso às movimentações bancárias de quatro entidades ligadas aos sem-terra. Elas revelam como o governo e organizações internacionais acabam financiando atividades criminosas do movimento
Policarpo Junior e Sofia Krause


Assertivos do ponto de vista ideológico, os líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra são evasivos quan-do perguntados de onde vêm os recursos que sustentam as invasões de fazendas e manifestações que o MST promove em todo o Brasil. Em geral, respondem que o dinheiro é proveniente de doações de simpatizantes, da colaboração voluntária dos camponeses e da ajuda de organismos humanitários. Mentira. O cofre da organização começa a ser aberto e, dentro dele, já foram encontradas as primeiras provas concretas daquilo de que sempre se desconfiou e que sempre foi negado: o MST é movido por dinheiro, muito dinheiro, captado basicamente nos cofres públicos e junto a entidades internacionais. Em outras palavras, ao ocupar um ministério, invadir uma fazenda, patrocinar um confronto com a polícia, o MST o faz com dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros e com o auxílio de estrangeiros que não deveriam imiscuir-se em assuntos do país.


VEJA teve acesso às informações bancárias de quatro organizações não governamentais (ONGs) apontadas como as principais caixas-fortes do MST. A análise dos dados financeiros da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), da Confederação das Coo-perativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), do Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e do Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo (Itac) revela que o MST montou, controla e tem a seu dispor uma gigantesca e intrincada rede de abastecimento e distribuição de recursos, públicos e privados, que transitam por dezenas de ONGs espalhadas pelo Brasil:


• As quatro entidades-cofre receberam 20 milhões de reais em doações do exterior entre 2003 e 2007. A contabilização desses recursos não foi devidamente informada à Receita Federal.

• As quatro entidades-cofre repassaram uma parte considerável do dinheiro a empresas de transporte, gráficas e editoras vinculadas a partidos políticos e ao MST. Há coincidências entre as datas de transferência do dinheiro ao Brasil e as campanhas eleitorais de 2004 e 2006.


• As quatro entidades-cofre receberam 43 milhões de reais em convênios com o governo federal de 2003 a 2007. Existe uma grande concentração de gastos às vésperas de manifestações estridentes do MST.


• As quatro entidades-cofre promovem uma recorrente interação financeira com associações e cooperativas de trabalhadores cujos dirigentes são ligados ao MST.


• As quatro entidades-cofre registram movimentações ban-cárias estranhas, com vul-tosos saques na boca do caixa, indício de tentativa de ocultar desvios de dinheiro.


Entre 2003 e 2008, segundo levantamentos oficiais, cerca de trinta entidades de trabalhadores rurais receberam do governo federal o equivalente a 145 milhões de reais. O dinheiro é repassado em forma de convênios, normalmente para cursos de treinamento. O Tribunal de Contas da União já identificou irregularidades em vários desses cursos. São desvios como cadastros de pessoas que não participaram de aula alguma e despesas que não existiram justificadas com notas frias. A Anca, por exemplo, teve os bens bloqueados pela Justiça após a constatação de que uma parte dos recursos de um convênio milionário assinado com o Ministério da Educação, para alfabetizar jovens, foi parar nos cofres do MST. Teoricamente, a Anca, a Concrab, o Cepatec e o Itac são organizações independentes, sem nenhum vínculo oficial entre si ou com o MST. Mas só teoricamente. A quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico das entidades-cofre mostra que elas fazem parte de um mesmo corpo, são uma coisa só, bem organizada e estruturada para dificultar o rastreamento do dinheiro que recebem e administram sem controle legal algum.


Ricardo Stuckert/PR

TORNEIRA ABERTA Milhões de reais do governo Lula serenaram durante seis anos a fúria do MST

Eis um exemplo da teia que precisa ser vencida para tentar entender como os recursos deixam o cofre da entidade e viajam por caminhos indiretos ao MST. Uma das beneficiárias de repasses da Anca é a gráfica Expressão Popular. Seus sócios são todos ligados ao MST, como Suzana Angélica Paim Figueiredo, advogada do escritório do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, que atua em causas de interesse do MST. Suzana faz parte da banca que defende o terrorista italiano Cesare Battisti, preso no Brasil. A advogada ainda é presidente de uma segunda editora, a Brasil de Fato, que também recebe recursos da Anca, também presta serviços ao MST e tem como conselheiro ninguém menos que João Pedro Stedile, líder-mor do MST, um dos principais defensores da não extradição de Battisti. Anca, Brasil de Fato e MST, embora sem vínculos aparentes, funcionavam no mesmo conjunto de salas em São Paulo. Procurada, a advogada Suzana não quis esclarecer que tipo de serviço as gráficas prestaram à Anca. Indagadas, o máximo que as três entidades admitem é que existe uma parceria entre elas. Essa parceria, ao que tudo indica, serve inclusive para ocultar as atividades do departamento financeiro do movimento sem-terra.


Além de funcionarem nos mesmos endereços, como é o caso da Itac e da Concrab, e de dividirem os mesmos assessores e telefones, como a Anca e a gráfica, as entidades curiosamente recorrem aos mesmos contadores e advogados – eles também, ressalte-se, integrantes de cooperativas ligadas ao MST. A análise dos dados sigilosos revela que Ilton Vieira Flores, o contador da Anca, o cofre principal do MST, é um dos responsáveis pelo Cepatec, outra fonte de arrecadação de dinheiro do movimento. O contador também é diretor da Cooperbio – um excelente exemplo, aliás, de como as ONGs ligadas ao MST se entranharam no governo. A cooperativa, que tem como função intermediar recursos para associações de trabalhadores rurais que se dedicam à fabricação de matéria-prima para a produção de biocombustíveis, assinou convênios milionários com a Petrobras. O presidente da Cooperbio, Romário Rossetto, é primo do presidente da Petrobras Biocombustível, o petista Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, uma das principais fontes de recursos da Anca, do Cepatec, da Concrab e do Itac.


Fotos Valter Campanato/ABR e Antônio Cruz/ABR

TORNEIRA FECHADA O ministro Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário (no alto, à esq.), cortou verbas para convênios. Resultado: o MST, comandado por Marina dos Santos, ameaça retaliar


Há muito que desvendar a respeito do verdadeiro uso pelo MST do dinheiro público e das verbas provenientes do exterior. A Anca, por exemplo, é investigada desde 2005 por suas ligações com o movimento. A quebra do sigilo mostra que funcionários da entidade realizaram saques milionários em dinheiro em datas que coincidem com manifestações promovidas pelo MST e também com períodos eleitorais. Outra coincidência: tabulando os gastos das entidades, resta evidente que parte expressiva dos recursos é destinada a pessoas físicas ou jurídicas vinculadas ao MST. Há também transferências bancárias suspeitíssimas. Em agosto de 2007, 153 000 reais do Cepatec foram parar na conta de Márcia Carvalho Sales, uma vendedora de cosméticos residente na periferia de Brasília. "Não sei do que se trata, não sei o que é Cepatec e não movimento a conta no banco há mais de três anos", diz a comerciária. O Cepatec também não quis se pronunciar.


Para fugir a responsabilidades legais, o MST, embora seja onipresente, não existe juridicamente. Não tem cadastro na Receita Federal, e, portanto, não pode receber verbas oficiais. "Por isso, eles usam essas entidades como fachada", diz o senador Alvaro Dias, do PSDB do Paraná, que presidiu a CPI da Terra há quatro anos e, apesar de quebrar o sigilo das ONGs suspeitas, nunca conseguiu ter acesso aos dados bancários. Aliados históricos do PT, os sem-terra encontraram no governo Lula uma fonte inesgotável de recursos para subsidiar suas atividades. Uma parcela grande dos convênios com as entidades ligadas ao MST destina-se, no papel, à qualificação de mão de obra. Mas é quase impossível averiguar se esse é mesmo o fim da dinheirama. "Hoje o MST só sobrevive para parasitar o estado e conseguir meios para se sustentar", diz o historiador Marco Antonio Villa.


O MST sempre utilizou o enfrentamento como peça de marketing do movimento. No governo passado, os sem-terra chegaram a organizar uma marcha que reuniu 100 000 pessoas em um protesto em Brasília, além de invadirem a fazenda do presidente da República com direito a transmissão televisiva. No governo Lula, a relação começou tensa, mas foi se acalmando à medida que aumentavam os repasses de dinheiro e pessoas ligadas ao movimento eram nomeadas para chefiar os escritórios regionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O MST passou, então, a concentrar os ataques à iniciativa privada, especialmente ao agronegócio. Os escritórios do Incra se tornaram suporte para ações contra produtores rurais, muitos deles personagens influentes na base aliada do governo. Além disso, os assentamentos contribuíram para aumentar a taxa de desmatamento e as ONGs ligadas à reforma agrária se tornaram um ralo pelo qual o dinheiro público é desviado. Esse estado de coisas levou à instalação de uma CPI no Senado e, ato contínuo, a um recuo do Planalto nos afagos aos sem-terra. A pretexto da crise econômica mundial, o governo cortou mais de 40% da verba prevista para os programas de reforma agrária. Cedendo à pressão de ruralistas, tirou das mãos do MST o comando de escritórios estratégicos do Incra, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, e colocou no lugar pessoas indicadas por ruralistas. Por fim, o golpe mais dolorido: fechou a milionária torneira dos convênios.


As ONGs ligadas ao MST chegaram a receber quase 40 milhões de reais em um único ano. No início do governo Lula, em 2003, esses repasses não alcançavam 15 milhões de reais. No ano seguinte, cresceram substancialmente, ultrapassando os 23 milhões de reais. Em 2005, o valor aumentou novamente, atingindo 38 milhões de reais. No segundo mandato, as denúncias de irregularidades envolvendo entidades ligadas aos sem-terra ganharam força. E o dinheiro federal para elas foi minguando. Em 2007, ano de abertura da CPI, os repasses às ONGs ficaram em 28 milhões de reais. No ano passado, as entidades receberam 13 milhões. E, nos oito primeiros meses deste ano, os cofres das ONGs do MST acolheram menos de 7 milhões de reais em convênios com o governo federal. Como reação, a trégua com o governo também minguou. No início de agosto, 3 000 militantes invadiram a sede do Ministério da Fazenda. A ação em Brasília foi comandada pela nova coordenadora nacional do MST, Marina dos Santos, vinculada a setores mais radicais do movimento. No protesto, o MST exigiu o assentamento imediato de famílias que estão acampadas. Nos bastidores, negocia a retomada dos repasses para as ONGs e a recuperação do comando das unidades do Incra. Em conversas reservadas, existem até ameaças de criar problemas para a candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff. O governo Lula agora experimenta o gosto da chantagem de uma organização bandida que cresceu sob seus auspícios.
Veja: Com reportagem de Otávio Cabral

...Obs.: Uma prova da ligação dessas entidades com o MST é só procurar a quem pertence o dominio de internet mst.org.br no orgão brasileiro de registro de dominios. ele está registrado em nome da tal ANCA e CEPATEC (não sei ainda porque dão dinheiro para esta quadrilha, corja...

sábado, 1 de agosto de 2009

Invasão na Pampulha: As fotos falam por sí




A população dos Bairros Garças, trevo e Céu Azul, que fazem limite ao terreno invadido pelo MST, é radicalmente contra à invasão. desde o seu comoço no dia 09/04/09, os indices de criminalidade na região tem aumentado muito. São assaltos e arrombamentos de casas fora os ocorridos dentro do terreno invadido. As brigas e discussões entre os invasores são constantes, sendo que se houve palavras de baixo calão e até ameaças entre os mesmos.

Mesmo sem sair o veredicto final do desembargador os invasores já se dizem possuídores legítimos do terreno e já proliferam os barracos e, atrás disto, já se vê as ligações clandestinas de energia e água.

Alertamos aqui quanto a degradação ambiental, estão acabando com as poucas árvores existentes dentro do terreno, as fogueiras à noite são constantes. Também, estão acabando com as nascentes que existem dentro do terrenio. Na parte sul do mesmo já existe uma totalmente prejudicada pelo esgoto jogado na mesma.


A população já não aguenta mais. Socorram-nos autoridades.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Invasao Dandara A população quer urgencia da desocupação

De acordo com matéria do Jornal da Alterosa O Ministério Público decidiu pedir novamente à Justiça que determine a desocupação das Torres Gêmeas, o conjunto de prédios que foi invadido há treze anos em Belo Horizonte.

Isto posto, nós moradores do entorno do terreno (Bairros Trevo, Graças, Céu Azul, Nova Pampulha) de propriedade da Construtora Modelo invadido no Bairro Trevo, região da Pampulha, esperamos que o Ministério Público, cumpra o seu papel de coibir as infrações e determine também à imediata desocupação do terreno.

Estamos com medo e temerosos que esta situação se alongue por mais tempo, (Como no caso das Torres Gêmeas), pois enquanto o processo emperra na justiça no vai e vem de recursos, os invasores tomam mais e mais o terreno, espalhando pelo local, ameaças, arrombamentos, e assaltos aos habitantes de bem e promovendo a favelização do local.

Veja a situação em que se encontra o terreno em matéria do Blog Café com Noticias .

Afirmamos ainda, que é público e notório o caráter político dessa invasão, pois visa atropelar os programas habitacionais da Prefeitura de Belo Horizonte, bem como á busca de espaço na mídia pelos seus idealizadores, entidades como a CPT (Pastoral da Terra) MST e Brigadas Populares e apoiados por estudantes da UFMG (Engenharia e Arquitetura, engraçado é que nós pagamos seus estudos) e da PUC (Direito), e usando parte da população carente ao afirmar aos mesmos, inocentes e sem instrução, que os mesmos tem direito ao terreno pois são pobres e carentes.
Gostaria de deixar aqui o pedido de socorro da população do entorno da invasão, bem como a afirmação de que não somos a favor desses desordeiros e, desde já um pedido a quem puder ajudar que procurem as lideranças comunitárias do bairro Trevo, Garças e adjacências para que possamos encaminhar um pedido de urgência na desocupação do terreno.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Invasao Dandara Começa a nvasao do restante do terreno

Desde o dia 12/07 os invasores do terreno da Construtora Modelo, no bairro Trevo - Pampulha começaram a invadir o restante do mesmo. Desde então começaram a ser erguidos barracos de lona e madeira ao longo da Rua Geraldo Orozimbo, (rua sem pavimentação em um lado do terreno).
Enquanto o MST e seus apoiadores afirmam que os invasores são pessoas sem moradias, que pagam aluguel e de baixo poder aquisitivo, o que vemos são carros e mais carros parados ao lado do terreno e isso só nesta rua, nas outras tem mais. (veja fotos abaixo). Tudo uma farsa!... Nota-se aí o grande interesse financeiro da invasão. Também, espalham através de seu Blog, que estão sendo ameaçados pela PMMG, através do 13º batalhão. Informamos que se os mesmos não estivesses aqui, já não teríamos mais nada. Nunca vi policiais mais cordiais.
Assim, se dizem donos do terreno, uma vez que foi suspensa a liminar de reintegração de posse, por um desembargador do TJMG. A liminar foi suspensa e, não dado ganho de causa ao MST, o processo ainda corre no TJMG e os mesmos ainda não são donos de nada. Os verdadeiros donos são a Construtora que comprou e está pagando os mesmo.
Esperamos que o TJMG não ceda às pressões do MST e seus simpatizantes.
Enquanto isso, o MST continua inchando a invasão, ontem chegou mais um ônibus cheio de invasores. Desceram do mesmo e já foram entrando para o terreno vieram parece-me que da região do Barreiro, de outro assentamento que também está as vias de ser despejado.
Os moradores da região estão apreensivos e indignados. Desde o inicio da invasão a maioria das casas já foram arrombadas, os mesmos, agora, não podem mais sair de casa, sempre tem que ficar um de guarda, vigiando.
Também se proliferam os “gatos” de energia. Enquanto os moradores da rua, sofrem para pagar suas contas, os mesmos sobem nos postes e ligam, clandestinamente a energia, é só passar na rua para ver isso. Espera-se que a CEMIG, cumpra o seu papel e use os mesmos critérios que usa com a população em geral, que a mesma desfaça as ligações clandestinas e multe os infratores... Se os mesmos podem ter até veículos,porque não pagar pela sua energia e água como todo mundo!!!
Queremos justiça! Queremos nosso bairro tranqüilo! Que volte a Paz!

(Deuteronômio 27:17) - Maldito aquele que remover os limites do seu próximo.